“Você ainda me ama?” Lívia poderia ter respondido. Mas havia uma câmera escondida, uma gravadora esperando para transformar sua dor em publicidade e milhões de pessoas prontas para acreditar em qualquer versão da história — menos na verdadeira. Noah era o homem que ela havia deixado para conseguir sobreviver. Agora, ele estava diante dela outra vez: mais famoso, mais controlado e ainda incapaz de cantar uma das músicas mais importantes de sua vida com o próprio nome nos créditos. Ela deveria apenas terminar o documentário. Em vez disso, começou a procurar as imagens que alguém queria apagar. Porque algumas histórias de amor não terminam quando duas pessoas se separam. Elas terminam quando finalmente descobrem quem as obrigou a partir.