Tomás Brandão jogou as chaves do carro aos pés de um desconhecido e mandou que ele se abaixasse para pegá-las. Para Tomás, o rapaz da bicicleta velha não passava de alguém que podia humilhar diante de todos. O desconhecido era Caio Azevedo, novo presidente da fundação que mantinha a universidade. Mas a revelação de seu nome não encerrou o confronto. Na mesma manhã, a estudante de Medicina Lívia Nascimento recebeu uma cobrança por um semestre que sua bolsa já deveria ter pago. Caio adia a cerimônia de posse e começa a investigar. Quinze bolsas aparecem como encerradas, embora os repasses constem como concluídos. Relatórios descrevem atendimentos que os alunos dizem nunca ter recebido. E o pai de Tomás supervisiona o comitê por onde passaram as autorizações. Enquanto um vídeo editado tenta transformar o agressor em vítima, Caio e Lívia procuram quem recebeu o dinheiro. A investigação, porém, alcança uma assinatura de Eduardo Azevedo, pai de Caio. Para defender os estudantes, ele terá de abrir também os arquivos da própria família.