Grávida de oito meses, Aurora Montenegro acreditava que o marido sempre a protegeria. Mas, durante a evacuação de um jato em chamas, Dante escolheu carregar Sophia, seu primeiro amor, prometendo voltar para buscar a esposa. Segundos depois, a aeronave explodiu. Dante passou três anos acreditando que Aurora e o bebê haviam morrido. Consumido pela culpa, preservou o quarto do filho e criou uma fundação em memória da mulher que abandonou no pior momento de sua vida. Até encontrar, em uma gala beneficente, um menino de três anos com seus olhos, seu rosto e o mesmo temperamento impossível. Aurora estava viva. Gabriel também.