Quando Antônio decide parar de dirigir, percebe que morar sozinho no interior já não é seguro. Ele não pede para viver na casa da filha. Pede apenas para se mudar para perto dela. Mas o genro responde que a casa deles “não é asilo”, e Marina escolhe o silêncio. Na manhã seguinte, Antônio chama uma corretora. Vinte e três dias depois, a casa que a filha já considerava parte de sua herança pertence a outra família. Só que o verdadeiro conflito começa quando uma dívida de R$ 480 mil aparece — e Antônio descobre que seu nome já está sendo usado em documentos que ele nunca autorizou.