Meu pai e a mãe do meu amigo de infância morreram na mesma cama. Naquele instante, o mundo dele e o meu desmoronou por completo. Ele dirigiu o carro e destruiu o altar funerário do meu pai.
E eu, sem dizer uma palavra, esmaguei a urna com as cinzas da mãe dele no cais, onde o vento soprava mais forte.
Nosso ódio era louco, violento — como lâminas mergulhadas em veneno. Durante dez anos, nos ferimos mutuamente até a exaustão.