Eu adotei uma bebê rejeitada pela família biológica, que tentou afogá-la numa bacia. Durante 18 anos, dei a ela tudo o que podia: amor, estudo, presentes caros e uma herança guardada a sete chaves. Mas quando os pais biológicos reapareceram, ela me humilhou, me chamou de "madrasta que só dava dinheiro" e entregou nossa casa, nosso carro e até minhas economias para sustentar o irmão mais novo que nem conhecia.
No dia em que ouvi "você não é minha mãe de verdade", meu coração partiu. Mas o universo me deu uma segunda chance: acordei no passado, no exato momento em que os pais biológicos vieram nos procurar. Dessa vez, não briguei. Dessa vez, sorri e incentivei: "Vai, volta pra sua verdadeira família".
O que eles não sabiam é que… já era tarde demais. O sangue puxa? Sim. Puxou ela de volta para o fundo do poço....