localização atual: Novela Mágica O NDA Manchado de Sangue Capítulo 3
标题上

"O NDA Manchado de Sangue" Capítulo 3

正文开头

Você Prendeu a Mulher Errada

Vitória avançou antes que Helena pudesse mover a cadeira de rodas.

A mão dela agarrou o pulso de Helena com tanta força que os hematomas recém-formados pareceram incendiar de uma vez.

"Desliga isso!"

Helena tentou puxar o braço.

Vitória foi mais rápida.

Arrancou o relógio inteligente do pulso dela e o jogou contra o chão.

A tela bateu no piso com um estalo seco.

Vitória pisou em cima.

Uma vez.

Duas.

Na terceira, o vidro se partiu completamente.

"Acabou."

Helena olhou para os pedaços espalhados perto da cama.

Então, pela primeira vez desde que Vitória entrara naquele quarto, sorriu de verdade.

Não era um sorriso nervoso.

Nem de desafio.

Era alívio.

Vitória percebeu.

"Por que você está sorrindo?"

Helena respirou com dificuldade por causa das costelas.

"Porque você acabou de quebrar a coisa errada."

Vitória ficou imóvel.

Outra pancada atingiu a porta.

"POLÍCIA! ABRA A PORTA!"

Vitória olhou para o relógio destruído.

Depois para Helena.

"O que você fez?"

Helena inclinou a cabeça na direção da cama.

Sob o lençol dobrado, perto do travesseiro, havia um pequeno volume retangular.

Vitória empalideceu.

Helena continuou.

"O relógio só ativou a transmissão."

A respiração de Vitória ficou curta.

"O sinal de verdade está saindo do meu celular."

Vitória girou em direção à cama.

Helena percebeu imediatamente o que ela pretendia fazer.

"Nem tenta."

Vitória mergulhou a mão por baixo do cobertor.

Encontrou o aparelho.

Antes que conseguisse puxá-lo, a porta explodiu para dentro.

O impacto arrancou a fechadura.

Dois policiais entraram primeiro.

Atrás deles veio o delegado Rafael Nogueira.

"NO CHÃO!"

Vitória gritou.

"Vocês ficaram loucos?"

Um dos policiais agarrou seu braço.

Vitória tentou se soltar.

"Não encosta em mim!"

"Senhora, coloque as mãos para trás."

"Você sabe quem eu sou?"

Rafael avançou.

"Vitória Valença, você está sendo detida."

Ela parou de lutar por um segundo.

"Detida por quê?"

Rafael olhou para Helena.

Depois para o documento manchado de sangue.

"Vamos começar por tentativa de homicídio, ameaça, agressão e coação."

Vitória riu.

Foi uma risada descontrolada.

"Isso é ridículo."

O policial torceu os braços dela para trás.

As algemas fecharam.

O som metálico pareceu atravessar o quarto.

Vitória encarou Helena.

"Você armou isso."

Helena manteve o olhar firme.

"Eu só deixei você falar."

"Você me provocou."

"Você arrancou minha agulha."

"Porque você estava me ameaçando."

Rafael se abaixou perto do NDA.

"Não toque em nada."

Outro agente colocou luvas.

O documento foi recolhido dentro de um invólucro transparente.

A mancha de sangue ainda estava visível sobre as cláusulas de confidencialidade.

Vitória apontou para a pasta.

"Isso é um acordo civil."

Rafael ergueu os olhos.

"Agora também é prova de agressão e tentativa de intimidação."

"Meu advogado vai destruir isso."

"Seu advogado pode tentar."

Vitória se virou para Helena.

"Você acha que venceu?"

Helena sentiu a dor pulsar no braço.

"Não."

Vitória pareceu surpresa.

"Então o quê?"

"Eu acho que você falou demais."

正文1

Rafael caminhou até a cama e recuperou o celular.

A transmissão ainda estava ativa.

Na tela, o tempo de gravação continuava contando.

Quarenta e sete minutos.

Vitória viu.

Toda a arrogância desapareceu por um instante.

"Vocês estavam ouvindo?"

Rafael respondeu.

"Desde antes de você citar Rogério."

Vitória fechou os olhos.

Só por um segundo.

Foi o suficiente para Helena perceber.

Ela estava calculando.

Tentando decidir quem podia ser sacrificado.

O motorista.

Lavínia.

Talvez alguém além dos dois.

"Quero meu advogado."

"Você vai ter."

"Agora."

"Assim que terminarmos o procedimento."

"Meu pai vai acabar com sua carreira."

Rafael não reagiu.

"Pode ligar para ele quando chegar à delegacia."

Vitória riu com desprezo.

"Você realmente não faz ideia de onde está se metendo."

Rafael se aproximou.

"Essa frase costuma funcionar melhor antes das algemas."

Helena quase sorriu.

Vitória viu.

O ódio voltou aos olhos dela.

"Você."

Ela deu um passo em direção à cadeira.

O policial a segurou.

"Fica longe dela."

"Ela destruiu minha família."

Helena sentiu a frase.

Não havia medo nela.

Havia acusação.

Como se tudo aquilo fosse culpa de Helena.

"Não", respondeu. "Eu só segui o dinheiro."

Vitória congelou.

Rafael olhou para Helena.

A frase parecera casual.

Mas Vitória tinha entendido alguma coisa.

"Quem é você?", perguntou.

Helena não respondeu.

"Eu perguntei quem você é."

A porta do quarto abriu novamente.

Dessa vez, quem entrou foi Lívia Sampaio.

A promotora vestia um blazer azul-marinho e carregava uma pasta fina contra o peito.

Seu olhar foi direto para Vitória.

"Ela é a mulher que você tentou matar."

Vitória soltou uma risada amarga.

"Então foi você."

Lívia não se alterou.

"Vitória Valença, tudo o que você disser a partir de agora pode ser usado contra você."

"Eu já pedi meu advogado."

"Ótimo."

Lívia olhou para Rafael.

"Levem."

Vitória resistiu.

"Não."

O policial puxou seu braço.

"Vamos."

"Não vou sair daqui assim."

"Vai."

"Eu sou uma Valença."

Rafael respondeu sem hesitar.

"Hoje isso não muda nada."

Vitória foi arrastada em direção à porta.

Quando passou por Helena, inclinou o rosto.

"Você não sabe o que acabou de provocar."

Helena sustentou o olhar.

"Você também não."

Vitória foi levada para o corredor.

O som dos saltos dela desapareceu.

Por alguns segundos, o quarto ficou silencioso.

Helena sentiu o corpo inteiro relaxar.

E doer.

A adrenalina começava a cair.

A enfermeira entrou apressada logo depois.

"Meu Deus."

Ela olhou para o braço de Helena.

"Quem fez isso?"

"Larga a pergunta para depois."

Rafael apontou para o acesso arrancado.

"Cuida dela primeiro."

A enfermeira aproximou-se.

Helena fechou os olhos quando o algodão pressionou a pele.

"Vai arder."

"Já arde."

"Vou precisar fazer outro acesso."

"Tudo bem."

Lívia esperou até a enfermeira terminar o curativo.

Depois se aproximou.

"Você foi longe demais."

Helena ergueu uma sobrancelha.

"Funcionou."

"Você deixou ela arrancar sua agulha."

"Eu não planejei essa parte."

"Mesmo assim."

"Conseguimos o nome de Rogério."

Lívia assentiu.

正文2

"E conseguimos Lavínia."

Helena abriu os olhos.

"Ela foi presa?"

Lívia olhou para Rafael.

"Estão cumprindo o mandado agora."

O coração de Helena bateu mais forte.

"Onde?"

"Na propriedade dos Albuquerque, em Cotia."

Helena respirou fundo.

"Ela estava lá para o anúncio?"

"Sim."

Rafael pegou o celular de Helena e desligou a transmissão.

"Vários convidados já estavam chegando."

Helena olhou para a tela.

"E Gabriel?"

Silêncio.

Ela percebeu.

"Cadê ele?"

Lívia demorou um instante.

"Está envolvido na operação."

"Isso não responde."

A porta abriu.

Helena virou o rosto.

Gabriel Valença estava no corredor.

Por um segundo, tudo desapareceu.

A polícia.

A promotora.

A chuva.

A dor.

Ele parecia exausto.

A barba estava por fazer.

A camisa branca amassada.

O cabelo molhado de chuva.

Mas estava ali.

Vivo.

E olhando para ela.

"Helena."

Ela ficou imóvel.

Três dias.

Três dias sem uma ligação.

Três dias acordando no meio da noite perguntando se ele tinha escolhido a família.

Gabriel deu um passo.

Helena levantou a mão.

"Não."

Ele parou.

A palavra atingiu.

"Eu posso explicar."

"Então explica daqui."

Gabriel assentiu.

Rafael e Lívia trocaram um olhar.

A enfermeira terminou de prender o novo acesso.

"Vou voltar em alguns minutos."

Ela saiu.

Gabriel permaneceu perto da porta.

Helena olhou para ele.

"Vitória disse que você estava com Lavínia."

"Eu estava."

A resposta caiu como pedra.

Mesmo sabendo que havia algo errado, Helena sentiu a dor.

"Então ela não mentiu."

Gabriel respirou fundo.

"Não sobre isso."

Helena apertou o braço da cadeira.

"Você ficou três dias sem falar comigo."

"Eu não podia."

"Não podia ou não quis?"

"Não podia."

"Por quê?"

Gabriel olhou para Lívia.

Ela fez um pequeno gesto.

"Pode contar."

Gabriel voltou os olhos para Helena.

"Duas semanas atrás, eu descobri quem você era."

Helena ficou imóvel.

"Como?"

"Eu encontrei uma cópia de um relatório no seu apartamento."

Ela sentiu o estômago se contrair.

"Você mexeu nas minhas coisas?"

"Não."

"Então como viu?"

"Você deixou uma pasta aberta."

Helena tentou lembrar.

"Qual relatório?"

"Uma análise de empresas de fachada ligadas ao Fundo Valença de Previdência."

O silêncio voltou.

Gabriel continuou.

"Eu reconheci os nomes."

Helena não disse nada.

"Depois eu percebi que você fazia perguntas demais sobre certas operações."

"Você me seguiu?"

"Não."

"Então?"

"Eu confrontei você."

"Você não confrontou."

"Eu estava tentando."

Helena sentiu raiva.

"Em silêncio?"

"Eu fui falar com um advogado primeiro."

Lívia interveio.

"Ele veio até nós."

Helena olhou para ela.

"Quando?"

"Treze dias atrás."

Helena voltou a Gabriel.

"Antes do atropelamento?"

"Sim."

Ela sentiu uma mudança inteira na narrativa.

Vitória acreditava que Helena estava investigando.

Gabriel também.

Mas em vez de denunciá-la à família, ele procurara a promotoria.

"Por quê?"

Gabriel respondeu.

"Porque eu comecei a olhar as contas."

Helena ficou imóvel.

"Você não devia."

"Eu sei."

"Isso podia destruir meses de investigação."

"Eu sei."

"Então por que fez?"

"Porque encontrei transferências que eu nunca autorizei."

Helena prendeu a respiração.

正文3

"Em seu nome?"

Gabriel assentiu.

"Assinaturas digitais. Autorizações internas. Aprovações de pagamentos."

Rafael aproximou-se.

"Foi aí que ele se tornou colaborador."

Helena olhou para Lívia.

"E vocês não me contaram."

Lívia respondeu com calma.

"Porque precisávamos saber até onde a família iria."

Helena sentiu a raiva crescer.

"Eu quase morri."

"Não sabíamos que planejavam o atropelamento."

"Mas sabiam de Lavínia."

"Suspeitávamos."

Gabriel deu um passo.

"Eu queria te tirar de lá."

Helena riu sem humor.

"Ótimo trabalho."

Ele baixou a cabeça.

"Eu sei."

A resposta desarmou parte da raiva dela.

Gabriel não tentou se defender.

"Vitória disse que você voltou para Lavínia."

"Voltei."

Helena apertou os lábios.

"Explique."

Gabriel respirou fundo.

"Depois que eu falei com a promotoria, fingimos que eu tinha descoberto seu interesse em mim e terminado tudo."

"Você fingiu."

"Sim."

"Por duas semanas."

"Sim."

"Enquanto eu achava que você estava estranho porque tinha medo da investigação."

"Era isso também."

Helena desviou o olhar.

A raiva virou outra coisa.

Cansaço.

"Então o noivado."

"Era parte da operação."

Helena voltou o rosto.

"Você aceitou se casar com ela?"

"Eu aceitei deixar Lavínia acreditar nisso."

"E hoje?"

"Haveria um anúncio."

"Falso?"

"Para fazer ela falar sobre a incorporação."

Helena fechou os olhos.

Vitória estava certa em uma coisa.

Gabriel tinha estado com Lavínia.

Mas pelo motivo oposto.

"Você estava com Lavínia hoje?"

"Eu estava."

Ele fez uma pausa.

"Ajudando a polícia a prendê-la."

Helena abriu os olhos.

Gabriel continuou.

"Ela acreditava que eu tinha voltado."

"Ela acreditava que você ia assinar a incorporação."

"Sim."

"E depois colocar o roubo no seu nome."

"Foi o que descobrimos."

Helena olhou para Lívia.

"Quanto vocês têm?"

"Áudios."

Rafael respondeu.

"Mensagens. Registros de reuniões. Alguns documentos."

Lívia completou.

"E agora temos a confissão de Vitória."

Helena respirou fundo.

"R$ 210 milhões."

Lívia assentiu.

"Esse valor fecha com o seu levantamento?"

"Quase."

"Quase?"

Helena olhou para ela.

"Eu tinha R$ 207 milhões confirmados."

"Então os três milhões restantes ainda estão fora."

Gabriel franziu a testa.

"Isso importa?"

Helena respondeu.

"Em fraude desse tamanho, tudo importa."

Lívia assentiu.

"Concordo."

Rafael recebeu uma chamada.

Saiu para atender no corredor.

Helena olhou para Gabriel.

Ele parecia querer se aproximar.

Não fez.

"Por que você não apareceu?"

"Vitória controlou o acesso ao hospital."

Helena franziu a testa.

"Como?"

"Ela falou com a administração."

"Ela não tem autoridade."

"Ela usou o nome da família."

"Isso ainda não dá autoridade."

"Disse que você tinha pedido para bloquear visitas."

Helena sentiu raiva.

"Eu nunca pedi."

"Eu sei agora."

"Você acreditou?"

"Não."

"Então?"

Gabriel respirou fundo.

"Eu tentei entrar ontem."

"Você esteve aqui?"

"Na recepção."

Helena ficou imóvel.

"Mandaram você embora?"

"Disseram que você não queria me ver."

"Você foi embora?"

"Não."

Helena ergueu uma sobrancelha.

"Fiquei no estacionamento por quase duas horas."

Apesar de tudo, aquilo tocou alguma coisa dentro dela.

Gabriel continuou.

"Depois Lívia pediu que eu não voltasse."

Helena olhou para a promotora.

正文4

"Porque Vitória estava monitorando quem tentava entrar."

Lívia respondeu.

"Precisávamos que ela acreditasse que você estava isolada."

Helena ficou em silêncio.

"Então eu era isca."

"Você já era alvo antes de qualquer operação."

"Isso não melhora."

"Não."

Lívia não tentou suavizar.

"Não melhora."

Rafael reapareceu na porta.

Seu rosto tinha mudado.

Lívia percebeu imediatamente.

"O que foi?"

"Temos um problema."

Helena sentiu o corpo ficar tenso.

"Lavínia?"

"Foi presa."

Gabriel soltou o ar.

"Então?"

Rafael entrou no quarto.

"Antes da equipe chegar, alguém acessou um dos servidores financeiros ligados à operação Albuquerque-Valença."

Helena se inclinou.

"Qual servidor?"

"Um espelho usado para armazenar dados de transferências."

Ela sentiu o estômago apertar.

"O que aconteceu?"

"Foi apagado."

Silêncio.

"Quanto?"

"Quase tudo."

Helena fechou os olhos por um segundo.

"Backups?"

"Estamos verificando."

"Quem fez o acesso?"

Rafael olhou para Gabriel.

A expressão dele não era acusatória.

Mas era séria.

"Tem certeza de que quer saber agora?"

Gabriel ficou imóvel.

"Fala."

Rafael respirou fundo.

"O sistema registrou uma credencial de administrador."

"De quem?"

Rafael não respondeu imediatamente.

Helena percebeu antes.

Gabriel também.

"Minha?"

Rafael assentiu.

"Seu usuário."

Gabriel deu um passo para trás.

"Não."

"Com autenticação de nível máximo."

"Isso é impossível."

"O sistema diz que não."

"Eu estava com vocês."

"Eu sei."

"Vocês têm gravação."

"Temos."

Gabriel olhou para Lívia.

"Então está resolvido."

Ela não respondeu.

Helena sentiu um calafrio.

"Não está."

Lívia voltou os olhos para ela.

Helena continuou.

"Se usaram a credencial dele enquanto ele estava sob vigilância policial, então alguém planejou isso para parecer impossível."

Gabriel passou a mão pelo rosto.

"Quem tem acesso?"

"Em teoria?"

Helena perguntou.

"Pouquíssimas pessoas."

"Quantas?"

Gabriel pensou.

"Minha irmã."

"Vitória estava aqui."

"Meu tio Marcelo."

Helena memorizou o nome.

"Mais alguém?"

"Alguns executivos de segurança digital."

Rafael cruzou os braços.

"Todos serão investigados."

Helena sentiu a inquietação aumentar.

"Vocês disseram que o servidor tinha as transferências."

"Sim."

"Todo o caminho do dinheiro?"

Rafael hesitou.

"Até determinado ponto."

"Qual ponto?"

Lívia respondeu.

"Até as empresas de fachada."

Helena ficou imóvel.

"E depois?"

"Era o que estávamos tentando descobrir."

Ela sentiu o sangue esfriar.

"Então o que sumiu foi justamente a parte que mostrava para onde os R$ 210 milhões iam no final."

Lívia assentiu.

"Exatamente."

Gabriel olhou para Helena.

"Isso significa que Lavínia e Vitória não eram o fim."

Ninguém respondeu.

A chuva continuava batendo contra o vidro.

Helena sentiu uma coisa diferente da dor.

Uma certeza.

Vitória era arrogante.

Lavínia era ambiciosa.

As duas haviam organizado ameaças, falsificações e um atropelamento.

Mas alguém tinha esperado o momento exato da prisão.

Alguém tinha acesso interno.

Alguém conhecia a investigação.

Alguém queria que Gabriel parecesse culpado.

E essa pessoa continuava livre.

Lívia voltou o rosto para Gabriel.

"Se você não fez isso..."

Ela fez uma pausa.

"...alguém quer que a gente acredite que fez."

Helena olhou para o documento ensanguentado dentro do saco de evidências.

Depois para os restos do relógio quebrado no chão.

Vitória e Lavínia tinham acabado de cair.

Mas, pela primeira vez, Helena entendeu que talvez elas nunca tivessem sido as pessoas no topo.

E em algum lugar de São Paulo, alguém ainda estava movendo o dinheiro.

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部