localização atual: Novela Mágica A Empregada Viu o Pé do Chefe da Máfia Paralisado Se Mover… E Ele Mandou Trancar a Porta Capítulo 5 — O Chefe da Máfia Ficou de Pé
标题上

"A Empregada Viu o Pé do Chefe da Máfia Paralisado Se Mover… E Ele Mandou Trancar a Porta" Capítulo 5 — O Chefe da Máfia Ficou de Pé

正文开头

Às cinco e vinte e sete da manhã, Isabela encontrou Dante diante das barras paralelas.

Ele já estava na cadeira.

Já tinha afastado a manta das pernas.

E já estava com as mãos fechadas no metal.

“Nem pense nisso.”

Dante ergueu os olhos.

“Bom dia para você também.”

“Ontem você quase caiu.”

“Ontem eu quase fiquei de pé.”

“É exatamente por isso que hoje deveria descansar.”

“Hoje eu termino.”

Isabela colocou as mãos na cintura.

“Seu corpo não funciona por ordem.”

“Quase tudo nesta casa funciona.”

“Suas pernas claramente não receberam o memorando.”

Por um instante, Dante pareceu ofendido.

Depois surgiu aquele quase sorriso que ele tentava esconder.

Isabela aproximou a cadeira.

“Vamos fazer direito.”

Ela verificou a posição dos pés, pediu que ele respirasse devagar e colocou-se ao lado dele.

“Sem impulso.”

“Eu sei.”

“Sem bancar o herói.”

“Não sou herói.”

“Nisso concordamos.”

Dante lançou-lhe um olhar.

“Pronto?”

Ele assentiu.

Isabela contou.

“Um.”

Os braços dele ficaram rígidos.

“Dois.”

Dante inclinou o tronco para a frente.

“Três.”

Ele empurrou.

Os músculos dos braços sustentaram a maior parte do peso.

As pernas tremeram violentamente.

O quadril saiu da cadeira.

“Devagar”, Isabela pediu.

Dante cerrou os dentes.

“Não me solte.”

“Não vou.”

Um segundo.

Dois.

Então os joelhos cederam.

Isabela o ajudou a sentar.

Dante bateu a mão na barra.

“Droga.”

“Você saiu da cadeira.”

“Por dois segundos.”

“Ontem foi menos de um.”

“Não é suficiente.”

“Para alguém que ouviu durante quatorze meses que nunca mais ficaria de pé, é bastante.”

Ele não respondeu.

Tentaram novamente.

Falhou.

Na terceira tentativa, Dante nem conseguiu tirar o corpo da cadeira.

Isabela percebeu o cansaço.

“Acabou.”

“Mais uma.”

“Não.”

“Isabela.”

“Não.”

Dante respirou fundo.

“Eu preciso fazer isso.”

Ela se abaixou diante dele.

“E eu preciso que você entenda uma coisa.”

Ele a encarou.

“Recuperação não é vingança.”

A frase o atingiu.

“Você está tentando vencer quem fez isso com você. Só que, se forçar seu corpo até se machucar, essa pessoa vence de novo.”

Dante desviou os olhos.

Isabela tocou levemente sua mão.

“Descansa cinco minutos.”

Ele permitiu.

Cinco minutos depois, tentou novamente.

Dessa vez, alguma coisa mudou.

Dante inclinou o tronco.

Firmou os pés.

Empurrou.

Isabela segurou sua cintura.

Ele subiu.

Os joelhos tremeram.

Mas não cederam.

Um segundo.

Dois.

Três.

Isabela prendeu a respiração.

Dante estava de pé.

Não completamente ereto.

Não sem apoio.

Mas de pé.

“Dante...”

“Não fala.”

Quatro segundos.

O corpo inteiro dele tremia.

Cinco.

Os olhos começaram a se encher.

“Pode sentar.”

“Não.”

“Já conseguiu.”

“Mais um.”

Seis segundos.

Os joelhos cederam.

Isabela o conduziu para a cadeira.

Dante ficou olhando para as pernas.

Nenhum dos dois falou.

Então ele cobriu o rosto.

Isabela percebeu seus ombros se moverem.

Dante Montenegro estava chorando.

Sem som.

Sem esconder-se atrás de ameaça alguma.

Ela virou o rosto, tentando lhe dar privacidade.

Uma mão segurou seu pulso.

“Não.”

Isabela olhou para ele.

正文1

Dante baixou as mãos.

Os olhos estavam vermelhos.

“Não vire.”

Ela ficou.

“Eu achei que elas tinham acabado.”

“Suas pernas?”

Ele assentiu.

“Eu acreditava neles.”

A voz falhou.

“Durante meses, eu acreditava.”

Isabela se ajoelhou.

“Você ficou de pé.”

Dante olhou para ela.

“Porque você entrou naquele banheiro.”

“Porque você não desistiu.”

“Eu tinha desistido.”

“Então ainda bem que eu sou teimosa.”

Dante riu.

Uma risada pequena e inesperada.

Isabela também sorriu.

Foi a primeira vez que o silêncio entre eles não pareceu perigoso.

Dante tocou o rosto dela.

O gesto foi tão inesperado que Isabela parou de respirar.

“Obrigado.”

Ela engoliu em seco.

“Não agradeça ainda.”

“Por quê?”

“Porque amanhã serão sete segundos.”

Dante riu novamente.

Isabela levantou.

Nenhum dos dois percebeu que aquela manhã seria a última em que o segredo pareceria seguro.

Horas depois, Isabela voltou para seu quarto de funcionária.

A porta estava entreaberta.

Ela parou.

Tinha certeza de que a havia fechado.

Entrou devagar.

A gaveta estava aberta.

Roupas no chão.

Bolsa revirada.

O colchão deslocado.

“Meu Deus...”

Isabela pegou o celular.

Então viu o travesseiro.

Havia uma fotografia sobre ele.

Ela se aproximou.

Seu sangue gelou.

Dante.

De pé.

Ela ao lado dele.

A imagem tinha sido capturada naquela manhã.

No verso, uma frase escrita com caneta preta:

**PARE ENQUANTO AINDA CONSEGUE ANDAR.**

Isabela correu para o escritório.

Dante estava com Bruno.

Ela jogou a fotografia sobre a mesa.

Bruno pegou primeiro.

Seu rosto endureceu.

Dante não disse nada.

“Alguém entrou no meu quarto”, Isabela falou.

Bruno virou a foto.

“Quando isso foi tirado?”

“Hoje.”

Dante pegou a imagem.

A expressão dele mudou.

Não havia mais emoção.

Só frieza.

“Quantas câmeras temos naquele corredor?”

“Quatro”, Bruno respondeu.

“Quero todas as gravações.”

“Agora.”

“E ninguém sai da propriedade.”

Isabela sentiu um arrepio.

“Dante...”

Ele apertou a fotografia.

“Eles sabem.”

Naquela noite, enquanto Bruno examinava o sistema, encontrou algo pior.

As quatro câmeras do corredor haviam sido desligadas durante exatamente onze minutos.

Todas ao mesmo tempo.

Somente uma pessoa com acesso interno poderia fazer aquilo.

Bruno voltou o vídeo.

Olhou para Dante.

“Quem fez isso conhece o sistema da casa.”

Dante virou lentamente para a porta.

A ameaça não estava chegando à Mansão Montenegro.

**Ela já morava ali.**

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部