标题上

"Amamentei a Filha Faminta do Chefe da Máfia no Avião… E Ele Disse Que Eu Nunca Mais Voltaria Para Casa" Capítulo 4 — Meus Filhos Estão Vivos?

正文开头

"Eu quero ir ao hospital."

Isabela já estava atravessando o corredor quando Dante a alcançou.

"Agora não."

Ela continuou andando.

"Não estou pedindo."

"Nem eu."

Isabela parou.

Virou-se lentamente.

"Não faça isso."

"O quê?"

"Não vire aquele homem comigo."

Dante franziu a testa.

"Que homem?"

"O homem que acha que pode decidir quando eu saio, onde eu vou e o que eu posso saber."

"Se você entrar naquele hospital agora, quem apagou os registros saberá que descobrimos."

"Meus filhos podem estar vivos!"

A voz dela ecoou pelo corredor.

Teresa apareceu ao longe.

Isabela abaixou o tom.

"Três meses, Dante."

As lágrimas voltaram.

"Se eles estiverem vivos, passaram três meses sem mim."

Dante se aproximou.

"Então não vamos desperdiçar a única vantagem que temos."

"Qual?"

"Eles ainda não sabem quanto sabemos."

Isabela ficou olhando para ele.

"Você realmente acha que alguém roubou meus filhos?"

"Eu acho que dois recém-nascidos não desaparecem de todos os registros por acidente."

A resposta destruiu o pouco de esperança racional que ela ainda tinha.

Porque Dante acreditava.

E homens como Dante Montenegro não sobreviviam acreditando facilmente.

"Então o que fazemos?"

Foi a primeira vez que ela disse nós.

Dante percebeu.

"Encontramos a pessoa mais fraca da cadeia."

"Henrique?"

"Talvez."

Bruno apareceu no corredor.

"Encontramos outra."

Dante virou.

"Quem?"

"Enfermeira de plantão naquela noite. Patrícia Nunes."

Isabela conhecia o nome.

"Ela estava na sala."

Bruno assentiu.

"Demitiu-se onze dias depois."

"Por quê?"

"Motivos pessoais."

Dante soltou um riso frio.

"Claro."

Bruno continuou.

"Ela desapareceu das redes, mudou de endereço e não trabalha mais na área."

"Encontre."

"Já estou fazendo."

Naquela tarde, Isabela ficou com Lívia.

Não porque Dante pediu.

Precisava fazer alguma coisa com as mãos enquanto esperava.

A menina estava deitada em seu colo, olhando para ela.

"Você sabe onde eles estão?"

Lívia mexeu os dedos.

Isabela sorriu entre lágrimas.

"Claro que não sabe."

Lívia agarrou seu cabelo.

"Ai."

Pela primeira vez em meses, Isabela riu.

Foi um som pequeno.

Mas Dante ouviu da porta.

Ele parou.

Isabela percebeu sua presença.

"Há quanto tempo está aí?"

"Pouco."

"Você tem o hábito de observar pessoas escondido?"

"Na minha profissão, ajuda."

"Empresário?"

Dante quase sorriu.

"Claro."

Isabela olhou para Lívia.

"Ela precisa ser examinada por outro pediatra."

"Já marquei."

"Não Henrique."

"Henrique nunca mais chega perto dela."

A firmeza daquela resposta fez Isabela olhar para ele.

"Você acredita em mim?"

"Acredito nos documentos."

"Não foi o que perguntei."

Dante demorou.

"Sim."

Isabela não esperava.

"Por quê?"

"Porque você não ganhou nada contando essa história."

Antes que pudesse responder, Bruno entrou rapidamente.

"Temos uma coisa."

Dante pegou Lívia.

Todos seguiram para o escritório.

Bruno abriu um notebook.

"Os arquivos de vídeo do hospital daquela noite foram apagados."

Isabela sentiu o coração afundar.

"Então não temos nada."

"Eu não disse isso."

Bruno pressionou uma tecla.

"Uma empresa terceirizada mantinha cópia temporária por noventa dias."

"Hoje é o dia noventa e dois."

正文1

Dante observou.

"Sim. Mas consegui recuperar fragmentos."

A imagem apareceu.

Corredor de hospital.

Data do parto.

02h17.

Isabela levou a mão à boca.

"Eu estava na cirurgia."

Bruno avançou.

02h48.

Uma enfermeira apareceu empurrando dois berços hospitalares transparentes.

Dois bebês.

Isabela se levantou.

"Volta."

Bruno voltou.

Ela se aproximou da tela.

"Mais devagar."

A enfermeira entrou no elevador.

Bruno congelou a imagem.

Isabela começou a chorar.

"São eles?"

"Não conseguimos confirmar pelos rostos."

"Que horas eles foram declarados mortos?"

Bruno consultou a folha.

"Tomás, 02h26."

Outra.

"Miguel, 02h29."

Dante olhou para a tela.

"Então por que dois bebês saíram da ala às 02h48?"

Ninguém respondeu.

Bruno ampliou a imagem.

A enfermeira usava crachá.

PATRÍCIA NUNES.

"Encontre essa mulher."

Dante falou.

Bruno assentiu.

Então o telefone dele vibrou.

Olhou a mensagem.

Sua expressão mudou.

"O que foi?"

"Alguém entrou na rede do hospital há vinte minutos."

Dante ficou alerta.

"Procurando o quê?"

Bruno mostrou a tela.

"Os mesmos arquivos."

Isabela empalideceu.

"Então sabem que estamos investigando."

"Sim."

Dante pegou o telefone.

"Aumente a segurança."

Um ruído veio do andar de cima.

Algo caiu.

Isabela congelou.

"Lívia."

Dante já estava correndo.

Subiram.

A porta do quarto estava entreaberta.

Dante entrou primeiro.

O berço estava vazio.

"Não."

Isabela sentiu o coração parar.

Então Teresa apareceu na porta do banheiro com Lívia nos braços.

"Ela está comigo."

Dante fechou os olhos por um instante.

"Ouvi um barulho e vim buscá-la."

Bruno entrou atrás.

"Não toquem em nada."

Sobre a cômoda havia uma mamadeira.

Ao lado dela, algo que não estava ali antes.

Uma fotografia.

Isabela se aproximou.

Suas pernas perderam força.

Na foto havia dois bebês de aproximadamente três meses deitados lado a lado.

Dois meninos.

Um usava uma manta azul-clara.

O outro, verde.

"Meu Deus."

Ela pegou a fotografia com as mãos trêmulas.

Dante se aproximou.

"Você reconhece?"

"Não sei."

Isabela chorava.

"Eu não tive tempo suficiente com eles para saber como estariam agora."

Virou a fotografia.

Havia quatro palavras escritas à mão.

PARE DE PROCURAR POR ELES.

O silêncio tomou o quarto.

Isabela olhou novamente para os dois meninos.

Então percebeu algo no ombro esquerdo do bebê da manta azul.

Uma pequena marca escura.

Seu rosto perdeu toda a cor.

"Dante..."

"O quê?"

Ela apontou.

"Tomás nasceu com uma marca aqui."

Dante olhou para a fotografia.

Isabela apertou a foto contra o peito.

A dor deu lugar a algo diferente.

Raiva.

"São meus filhos."

Dante ergueu os olhos para Bruno.

"Feche a mansão."

Isabela encarou os dois bebês da fotografia.

Pela primeira vez em três meses, pronunciou as palavras que ninguém havia permitido que ela acreditasse.

"Meus filhos estão vivos."

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部