localização atual: Novela Mágica Ele Me Humilhou Grávida… Sem Saber Que Eu Era Dona de Tudo Capítulo 5 — Minha Sogra Sabia Quem Eu Era
标题上

"Ele Me Humilhou Grávida… Sem Saber Que Eu Era Dona de Tudo" Capítulo 5 — Minha Sogra Sabia Quem Eu Era

正文开头

Teresa foi encontrada no Hotel Fasano, preparando-se para deixar São Paulo.

Bruno bloqueou a saída da garagem antes que seu carro alcançasse a rua.

Ela voltou à mansão sem algemas, acompanhada por um advogado. Ainda não havia mandado de prisão contra ela, apenas perguntas que já não podia evitar.

Isabela a esperava na sala onde fora humilhada.

A xícara quebrada continuava sobre a mesa.

“Por que escolheu Henrique?”, perguntou Isabela.

Teresa pousou a bolsa.

“Ele é meu filho.”

“Por que o enviou até mim?”

“Porque a família precisava de capital.”

“E a senhora sabia que eu controlava a Aurora.”

“Eu suspeitava.”

Isabela mostrou a anotação encontrada no cofre.

“A herdeira voltou para São Paulo.”

Teresa não negou.

“Camila fez questão de esconder você. Mudou seu sobrenome nos registros públicos e dividiu as ações entre fundos. Mas cometeu um erro.”

“Qual?”

“Deixou você usar o nome Ferraz na empresa pequena que mantinha.”

Henrique estava perto da janela.

“Você me usou.”

Teresa lançou-lhe um olhar frio.

“Eu lhe dei uma oportunidade. Você se apaixonou porque quis.”

“Disse que Isabela era uma empresária sem importância.”

“Se soubesse que ela era bilionária, teria estragado tudo no primeiro jantar.”

A crueldade daquela resposta fez Henrique recuar.

“Seu plano era conseguir acesso à Aurora através do casamento”, disse Rafael.

“Meu plano era recuperar o que Camila roubou dos Montenegro.”

Augusto bateu a bengala no chão.

“Camila não roubou nada. Ela comprou nossas dívidas quando nenhum banco aceitava nos ajudar.”

“Ela nos transformou em empregados dentro da empresa que meu pai fundou.”

“Ela salvou milhares de famílias.”

Teresa riu.

“Você sempre teve fraqueza por ela.”

Isabela percebeu a mudança no rosto de Augusto.

“Havia algo entre o senhor e minha mãe?”

“Respeito”, respondeu ele. “E uma dívida que nunca consegui pagar.”

Teresa levantou-se.

“Não preciso ouvir as lembranças de um velho culpado.”

Bruno colocou diante dela os relatórios do laboratório.

“Também precisamos falar dos medicamentos.”

“Não tenho ligação com isso.”

“As transferências para Vitória vieram de uma empresa sob seu controle.”

“Eu pagava serviços de comunicação.”

“Ela não prestava serviço algum.”

Vitória, conduzida por dois policiais, entrou na sala para uma acareação.

Ao ver Teresa, perdeu a coragem por alguns segundos.

Depois encarou Isabela.

“Ela me disse que as cápsulas não fariam mal ao bebê.”

Teresa permaneceu impassível.

“Está mentindo para reduzir sua pena.”

“Foi a senhora quem me entregou o frasco.”

“Tem provas?”

Vitória fechou os olhos.

Não tinha.

Teresa sorriu.

Era assim que operava: entregava ordens sem deixar assinaturas.

Rafael recebeu os registros de acesso do cofre. Uma pasta antiga havia sido retirada dois dias antes.

As câmeras mostravam Teresa entregando-a a um motorista.

Bruno localizou o homem e recuperou a pasta em um depósito.

Dentro estavam os documentos sobre Eduardo Ferraz.

Um relatório detalhava a investigação que ele fizera antes de morrer. O empresário descobrira transferências ilegais para contas estrangeiras.

O dinheiro saía do Grupo Montenegro por contratos falsos e depois desaparecia em empresas ligadas a aliados políticos.

Também havia a fotografia do acidente.

Isabela virou a imagem.

No verso estava a frase que já conhecia.

Sob ela, porém, havia uma segunda anotação quase apagada:

Camila possui a gravação. Encontrar antes dela.

“Onde está essa gravação?”, perguntou Isabela.

Augusto levou a mão ao bolso e retirou uma pequena chave.

“Em um cofre que Teresa nunca encontrou.”

Teresa perdeu a serenidade pela primeira vez.

“Augusto, não faça isso.”

“Esperei vinte e cinco anos.”

“Se abrir aquele cofre, destruirá Henrique também.”

O neto aproximou-se.

“O que ela quer dizer?”

Augusto entregou a chave a Isabela.

“Na noite em que Eduardo morreu, alguém ameaçou matar você. Você tinha dez anos.”

Henrique ficou imóvel.

“Minha vida foi usada para encobrir um assassinato?”

“Foi.”

“E o senhor ficou calado?”

“Eu era covarde.”

Teresa caminhou em direção à porta.

Bruno impediu sua passagem.

Isabela segurou a chave.

“De quem era o cofre?”

“Do seu pai.”

“E onde fica?”

“Na antiga agência bancária da Avenida Paulista.”

Augusto encarou Teresa.

“Lá está a prova de que Eduardo não morreu em um acidente.”

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部