标题上

"Expulsa de Casa, Fui Trabalhar Como Babá… Mas o Bilionário Queria Que Eu Fosse Sua Esposa" Capítulo 5

正文开头

A imponente mansão do Morumbi parecia mergulhada em uma calmaria enganosa naquela tarde de outono em São Paulo.

Enquanto Antonella resolvia pendências ligadas à sua recém-conquistada empresa na Faria Lima, a ala nobre da residência virou alvo de uma conspiração barata.

Aproveitando-se da ausência da nova senhora von Strauss, a madrasta Sophia e a meia-irmã Beatriz puseram em prática um plano sórdido.

Elas haviam subornado uma das empregadas mais antigas da casa, uma mulher gananciosa chamada Inês, para infiltrar o caos no quarto de Antonella.

Inês carregava uma pesada caixa de veludo contendo joias raríssimas da família, peças de colecionador que valiam milhões de reais.

Com passos sorrateiros e um sorriso cínico nos lábios, a empregada escondeu a caixa no fundo falso do armário de Antonella.

O plano das vilãs era simples e previsível: chamar a segurança e o próprio Raimundo para uma suposta vistoria, flagrando o "roubo".

Dessa forma, elas pretendiam manchar a reputação da jovem perante os empregados e expulsá-la da mansão sob acusações graves.

No entanto, o que Sophia e Beatriz ignoravam completamente era a inteligência assustadora do pequeno herdeiro da casa.

Enzo von Strauss, com seus sete anos e olhar de gelo idêntico ao do pai, presenciara toda a movimentação suspeita pelos cantos.

O garoto estava sentado no tapete da sala de estar principal, fingindo montar um complexo quebra-cabeça tecnológico em seu tablet.

Inês desceu as escadas apressada, ajeitando o avental e disparando mensagens de texto encriptadas para o celular de Sophia.

"Prontinho, patroa. A armadilha já está armada. Daqui a pouco aquela intrusa vai ser escorraçada daqui", cochichava Inês ao telefone.

Minutos depois, a campainha do portão social tocou, e a própria Sophia e Beatriz forçaram a entrada, acompanhadas por dois seguranças particulares.

"Viemos aqui fazer uma denúncia em nome da moralidade da família!", berrou Sophia, estufando o peito com falsa indignação.

"Aquela mulher que o Lorenzo trouxe para dentro de casa é uma ladra ordinária! Tenho certeza de que ela surrupiou joias valiosas!"

Beatriz cruzou os braços, ostentando um sorriso venenoso e desfilando pelo salão como se já fosse a dona de tudo.

"Exigimos que revistem o quarto dela agora mesmo! Gente de periferia não sabe o valor das coisas e acaba roubando!", acrescentou Beatriz.

Raimundo, o mordomo-chefe, franziu o cenho com severidade, bloqueando o caminho das intrusas com postura irredutível.

"A senhora von Strauss não está presente, e ninguém vai revistar aposento algum sem a autorização direta do senhor Lorenzo", retrucou Raimundo.

"Ora, não defendam a vigarista!", gritou Inês, fingindo desespero para dar credibilidade à farsa armada.

"Eu mesma vi quando ela escondeu uma caixa de joias no armário! Subam lá e vejam com seus próprios olhos!"

O alvoroço no hall de entrada crescia a cada segundo, com vozes alteradas ecoando pelas paredes de mármore de Carrara.

Foi exatamente nesse instante de máxima tensão que um som metálico e gélido cortou o barulho da discussão.

正文1

Clique.

Todas as cabeças viraram-se simultaneamente na direção da grande tela de LED embutida na parede do fundo da sala.

O telhado inteligente da mansão, integrado ao sistema de segurança de mais alta patente, acabara de ser ativado manualmente.

Sentado no sofá de couro preto, com as pernas cruzadas e o tablet corporativo do pai nas mãos pequenas, estava Enzo.

O menino não exibia nenhuma expressão de medo; seu rosto era uma máscara de pura altivez e desprezo gélido.

"Vocês são barulhentas demais para quem não passa de um bando de palhaças invasoras", disse Enzo com voz cristalina.

Inês empalideceu instantaneamente, sentindo o sangue sumir do rosto ao ver o herdeiro manusear o painel de controle.

"Menino... o que pensa que está fazendo? Saia daí e deixe os adultos resolverem isso", gaguejou Sophia, tentando disfarçar o pavor.

Enzo ignorou completamente a mulher, tocando levemente na tela de alta definição com uma destreza impressionante para sua idade.

"Meu pai me ensinou que lixo a gente joga fora antes que comece a feder", murmurou o garoto, acionando o play do arquivo de vídeo.

Imediatamente, o telão gigante da sala exibiu imagens em 4K cristalinas de câmeras ocultas instaladas estrategicamente no teto.

O vídeo mostrava com riqueza de detalhes a exata hora em que Inês entrava sorrateiramente no quarto de Antonella.

A gravação registrava o momento em que a empregada abria o armário, escondia a caixa de veludo e trocava mensagens cúmplices.

Não havia como negar, distorcer ou inventar desculpas; a farsa inteira estava nua e crua diante de todos os presentes.

O silêncio que se abateu sobre o salão foi sepulcral, quebrado apenas pelo som da respiração trêmula de Inês.

Sophia abriu e fechou a boca várias vezes, parecendo um peixe fora d'água, incapaz de articular qualquer defesa coerente.

Beatriz deu dois passos para trás, esbarrando em um vaso de porcelana chinesa e quase caindo no chão de puro desespero.

"In-Inês... sua imbecil!", gaguejou Sophia, virando-se furiosa para a cúmplice que acabara de arruinar o plano delas.

"Foi você que estragou tudo com essa incompetência!"

Inês caiu de joelhos no mármore, puxando a barra do casaco de Sophia e chorando de desespero absoluto.

"Me ajude, dona Sophia! A senhora disse que o plano era infalível! Não me deixe na mão!", pranteava a empregada corrupta.

Raimundo deu um passo à frente, com o rosto retorcido de raiva e desgosto pela traição dentro da própria mansão.

Enzo levantou-se lentamente do sofá, mantendo os olhos de um azul cortante fixos nas mulheres que tentaram atacar sua mãe.

O garoto caminhou até a mesa de centro, ergueu o pesado tablet e o bateu com força contra a madeira polida.

Um som seco ecoou pelo ambiente, marcando o encerramento implacável daquele julgamento sumário.

Enzo apontou o dedo indicador diretamente para a cara de Inês, desferindo as palavras que selaram o destino da traidora:

"Joguem toda essa porcaria e esse lixo para fora, antes que achem um jeito de sujar os olhos da minha mãe."

Raimundo acenou imediatamente com a cabeça, e quatro seguranças corpulentos avançaram para arrastar Inês pelos braços.

A mulher gritava e esperneava, sendo escorraçada para fora do portão da mansão sob olhares de total desprezo.

Sophia e Beatriz, acuadas e com o rosto tomado pela vergonha, tentaram caminhar de fininho em direção à saída.

"E quanto a vocês duas...", a voz de Enzo soou novamente, carregada de uma autoridade assustadoramente parecida com a de Lorenzo.

"Se voltarem a colocar os pés nesta propriedade, eu farei questão de que meu pai apague o nome da sua família de São Paulo."

Ameaçadas e totalmente derrotadas, mãe e filha saíram correndo em disparada, entrando no carro e sumindo na neblina.

A mansão voltou a silenciar, mas um detalhe técnico na gravação exibida na tela continuava a intrigar o sistema de segurança.

Enquanto a câmera principal rastreava a movimentação de Inês, um reflexo sutil nas lentes do corredor lateral capturou algo inesperado.

Por uma fração de segundo, o contorno de uma figura masculina desconhecida apareceu espiando pela fresta da porta de serviço.

Aquele rosto misterioso, oculto sob a aba de um boné escuro, trazia uma cicatriz profunda cruzando a bochecha direita.

Era um sinal claro de que os inimigos dos Strauss não agiam apenas externamente, mas mantinham espiões infiltrados na fundação.

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部