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"O Destino em sua Pele" Capítulo 4

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Capítulo 4: Tornar-se Namorada Dele

"Ugh..."

No banheiro, em meio ao vapor, Thalita abraçava os joelhos, encolhida no chão.

Em sua pele, que deveria estar impecável, agora havia várias marcas de unhas alarmantes.

Caio estava tendo uma reação alérgica?

Thalita não entendia por que ele não ia ao médico ou tomava algum remédio.

Da última vez foi a mesma coisa: claramente com problemas de estômago, mas continuava negligenciando a alimentação.

Ele tinha tendências autodestrutivas?

Como ele tinha sobrevivido até hoje sendo assim?

O corpo de Thalita tremia, com as unhas quase cravadas na própria carne, suportando silenciosamente o desconforto que vinha da pele através da conexão.

No dia seguinte.

"Thalitinha, não temos aula agora de manhã, por que acordou tão cedo?"

Sophia, com os olhos sonolentos, perguntou em voz baixa ao ver Thalita já pronta e com a bolsa no ombro.

Thalita respondeu também em tom baixo: "Vou levar café da manhã para ele."

Não era preciso dizer quem era "ele".

Sophia brincou: "Ora, ora, que dedicada."

Thalita: "..."

Ela só não queria sentir outra onda de dor no estômago.

E, claro, agora ela precisava dar um jeito de se tornar namorada dele.

Levar o café da manhã... será que isso ganharia alguns pontos com o Caio?

Thalita não tinha certeza, mas queria tentar, então foi até o refeitório principal.

Como não sabia do que ele gostava, comprou um pouco de cada coisa.

Quinze minutos depois, na sala de Cálculo da turma 1 de Computação.

"Caramba, quem é essa garota linda?"

A chegada de Thalita despertou os alunos que estavam desanimados por terem aula logo cedo.

"Eu conheço ela, é a Thalita, a beldade das Artes!"

"Nossa, é ela mesmo? Quase não reconheci. Ela é muito mais bonita pessoalmente do que nas fotos!"

"Ela veio trazer café da manhã? Quem da nossa turma é o sortudo?"

Vários olhares e sussurros a cercaram.

O lado introvertido de Thalita atacou, deixando-a constrangida.

Ela correu os olhos pela sala, mas não viu quem procurava.

O horário que Samuel tinha passado dizia que era esta sala.

Será que ela errou de lugar?

Thalita ficou na dúvida e decidiu voltar até a porta para conferir o número da sala.

No entanto, no momento em que se virou:

"Plaft!"

Inesperadamente, ela colidiu com alguém que entrava na sala.

Thalita cambaleou alguns passos, e a ponta do seu nariz doeu com o impacto.

"Desculpe."

Antes mesmo de ver em quem tinha esbarrado, ela se desculpou por instinto.

Mas, ao erguer o olhar no segundo seguinte, deparou-se com um rosto familiar e incrivelmente belo.

Não era um estranho, era o próprio Caio.

Thalita congelou no lugar, encarando-o fixamente.

Naquele instante, ela sentiu como se tivesse tocado um iceberg eterno dos polos.

Frio, indiferente, um olhar que gelava a alma.

Ela ficou "congelada" por aquele olhar, esquecendo-se de reagir.

"Com licença."

Ele falou de repente, com uma voz grave e calma, mas de um tom extremamente frio.

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Thalita voltou a si num sobressalto.

"Me desculpe."

Com uma expressão embaraçada, ela saiu imediatamente da frente da porta.

Caio passou por ela sem qualquer expressão, caminhando em direção aos assentos do fundo.

Naquele momento, a turma que observava em silêncio voltou a burburinho.

"Céus, a aura do Caio é fria demais, né? Veja como ele assustou a menina!"

"O que você esperava? Por que acha que chamam ele de Iceberg?"

"Pois é, de que adianta ser bonito se ninguém tem coragem de chegar perto?"

"Quem disse que ninguém tenta? Esqueceu daquela outra que corre atrás dele há quase três anos?"

A chegada de Caio foi como uma gota de água gelada em uma panela de óleo quente, fazendo tudo borbulhar.

Ele era sempre o centro das atenções.

Thalita observava aquela figura austera, enquanto seus dedos apertavam nervosamente a sacola de café da manhã.

Toda a coragem que ela havia acumulado durante o caminho desmoronou ao ver o Caio.

"Ele é realmente um cara muito frio", pensou.

Ela até se perguntava por que ele não a agrediu quando ela o beijou no bar.

Talvez ele estivesse bêbado e sem reflexos na hora?

Mas agora ele estava totalmente lúcido.

Ela sentia que, se fosse lá entregar o café agora, ele provavelmente mandaria ela dar o fora.

Thalita sentiu um frio na barriga.

Após lutar internamente por alguns segundos, ela finalmente tomou coragem e caminhou até o lugar de Caio.

Então, sob os olhares curiosos de todos, ela colocou o café da manhã sobre a mesa dele com cuidado.

"É... para você."

Suportando o olhar gélido de Caio, Thalita baixou levemente os olhos, sem coragem de encará-lo, e disse baixinho: "Eu te mandei mensagem agora há pouco, mas você não respondeu."

"Meu irmão disse que seu estômago não é bom, então..."

As palavras "lembre-se de comer bem" acabaram não saindo completamente.

Ela sentia que seria congelada viva pelo olhar dele.

Pelo nervosismo, ela mordia o lábio inferior até ele ficar pálido. Finalmente, não aguentando a pressão, ela se preparou para fugir dali.

"Tente... comer."

Assim que terminou de falar, ela saiu da sala como se houvesse alguém a perseguindo com uma faca.

No instante em que Thalita deixou a sala:

"Ora, ora, então ela veio trazer um café da manhã carinhoso para o nosso Caio!"

O colega de quarto dele, Paulo, aproximou-se, colocando a mão no ombro de Caio com um sorriso malicioso: "Caio, é um café da manhã feito com amor pela beldade das Artes. Vai comer enquanto está quente?"

Outro colega, Lucas, também se aproximou rindo: "Caio, você até trocou WhatsApp com ela?"

"A outra beldade te pediu o número tantas vezes e você nunca deu", Lucas comentou fofocando: "E aí, será que finalmente o coração de gelo derreteu?"

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