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"O Destino em sua Pele" Capítulo 2

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Capítulo 2: Agravamento da Conexão

Sem coragem de observar por muito tempo aquela figura alta e fria, Thalita puxou ainda mais a gola para esconder o rosto e desviou o olhar para Samuel, agitando uma placa com o nome dele para torcer.

Pouco tempo depois, a primeira metade da partida estava chegando ao fim.

"Caio!"

Samuel gritou, preparando-se para passar a bola para o amigo e encerrar o primeiro tempo com chave de ouro.

Caio moveu-se habilmente para receber o passe.

No entanto, no segundo seguinte, ocorreu um imprevisto.

Antes que alguém pudesse reagir, um jogador do time de Finanças cometeu uma falta grave, atingindo violentamente o abdômen de Caio com o cotovelo.

"Ugh!"

Uma dor aguda e súbita atravessou o corpo.

Fora de quadra, Thalita soltou um gemido de dor, seus olhos reviraram e ela desmaiou imediatamente.

Quando Thalita acordou, percebeu que estava deitada na enfermaria da universidade.

"Thalita!"

Assim que abriu os olhos, Sophia se aproximou, parecendo aliviada ao ponto de chorar.

"Graças a Deus você acordou! Eu quase morri de susto!"

Antes que Thalita pudesse falar, sentiu uma mão grande, seca e de dedos longos tocar gentilmente sua bochecha.

Ela olhou para cima e encontrou Samuel com o rosto carregado de preocupação.

"Sua boba, se o calor estava insuportável, por que não foi descansar?"

Thalita: "Eu..."

Samuel a interrompeu: "O médico disse que você teve uma pequena insolação."

Ele retirou a mão e perguntou: "Está se sentindo melhor agora? Está com sede? Quer água?"

Thalita comprimiu os lábios e balançou a cabeça.

Ela não podia dizer que, na verdade, foi arrastada pela dor física de Caio através da conexão sensorial.

Céus, seria isso um castigo por ter beijado o rapaz à força?

Thalita queria chorar, mas não tinha lágrimas.

"Não, eu estou bem."

Thalita sentou-se e segurou os ombros de Samuel com firmeza, com uma expressão séria.

"Irmão, você não deveria estar aqui agora!"

Samuel não entendeu o que ela quis dizer e olhou inquisitivo: "Hã?"

Thalita olhou para ele suplicante: "O que eu quero dizer é que eu estou bem, você não precisa cuidar de mim. Seu melhor amigo, o Caio, também não se machucou? Vá vê-lo agora mesmo!"

Ao ouvir isso, Samuel soltou uma risada incrédula e tocou levemente a testa de Thalita com o dedo.

"Que bobagem é essa?"

"Você é minha irmã, se eu não cuidar de você, vou cuidar de quem?"

Dito isso, ele afagou a cabeça dela.

"Fique tranquila, com o vigor físico do Caio, aquele machucadinho não é nada para ele. Não se preocupe."

Nada o caramba! Ele estava morrendo de dor!

Thalita estava com o rosto péssimo e resolveu ser direta: "Não, ele não está nada bem! Vá agora mesmo e leve-o ao hospital. Se ele não colaborar, dê um nocaute nele e chame a ambulância!"

Mesmo sentindo a dor no estômago, ela começou a empurrar Samuel para fora sem aceitar discussões.

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Momentos depois, ela conseguiu expulsá-lo, restando apenas ela e Sophia na enfermaria.

"Thalitinha, você tem certeza de que está bem?"

Sophia olhou para ela preocupada. "Seu rosto está muito pálido. Quer que eu te leve a um hospital fora do campus para um check-up?"

Thalita balançou a cabeça. "Realmente não precisa, só preciso descansar um pouco."

Exames não adiantariam nada agora; para resolver a causa do problema, ela precisava lidar com o Caio.

Sua única esperança era que Caio se recuperasse logo.

Mas os fatos provaram que Caio era um mestre em se autodestruir.

Na manhã seguinte, no refeitório da universidade:

"Thalita, você ainda está com fome?"

No refeitório, Sophia olhava confusa para Thalita, que já havia devorado uma tigela enorme de sopa de capeletti e ainda estava pedindo mais duas porções para viagem.

Thalita tinha uma expressão de total impotência. "Eu estou satisfeita."

Mas seu estômago havia começado a doer de novo.

Além disso, mesmo tendo acabado de comer, sentia um vazio estranho, como se não tivesse ingerido nada.

Não restavam dúvidas: Caio não estava tomando café da manhã de novo, e o resultado era aquela dor gástrica.

Thalita olhou para as duas embalagens em suas mãos e finalmente entendeu o significado de estar mais preocupada com o "rei" do que o próprio "rei".

Vinte minutos depois, na Rua das Flores, no escritório de desenvolvimento de jogos Galaxy, na sala do designer chefe:

"Ei, pare um pouco com isso e coma primeiro."

Samuel colocou uma das embalagens de comida sobre a mesa de Caio e puxou uma cadeira ao lado para se sentar de forma descontraída.

Com o trabalho interrompido, Caio baixou o olhar para a refeição ainda quente e fumegante.

"Você foi ao refeitório principal?"

A comida do refeitório principal da universidade era famosa pelo sabor, e o aroma era inconfundível.

Mas aquele lugar não era nem um pouco perto dali.

"Não, minha irmã pediu para alguém entregar."

Samuel jogou um par de talheres para ele e brincou: "Por consideração a mim, ela comprou uma porção extra para você aproveitar. Não precisa agradecer."

"Sua irmã?" Caio pegou os talheres, girando-os distraidamente entre os dedos longos, e disse com voz calma: "Você não era filho único?"

"Não é de sangue", respondeu Samuel enquanto abria sua embalagem. "Mas não faz diferença."

Ele ergueu o olhar preguiçoso: "É aquela garota que desmaiou ontem."

"Como somos amigos, considere ela sua irmã também."

Ele bateu os dedos na mesa e avisou sem cerimônia: "Vou ter que viajar a trabalho nos próximos dias. Dê uma olhada na Thalita por mim lá na faculdade."

Ao ouvir isso, o movimento de Caio com os talheres parou, e seus olhos se estreitaram levemente.

"Heh..."

Foi um riso curto e extremamente gélido.

Samuel sentiu um calafrio com aquele som e olhou sério: "O que foi, seu raposo? Por que a risada?"

"Nada."

Caio abriu a tampa da embalagem plástica e, ao mergulhar os talheres, atravessou uma das massas com força. "Só achei que essa comida parece interessante."

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"Plaft!"

No ateliê de artes, Thalita estava dando os toques finais em sua pintura quando, de repente, ondas de dor atingiram seus dedos. Seus braços também começaram a formigar e a latejar com uma dor muscular intensa.

O pincel em sua mão desviou, estragando completamente a obra.

Thalita ficou em choque.

Só então percebeu que aquela dor repentina vinha novamente da conexão.

O que diabos o Caio estava fazendo?

Aquela pintura era o trabalho que ela precisava entregar amanhã para o professor carrasco!

Thalita sentiu as pontas dos dedos tremerem de raiva.

E aquilo era apenas o começo.

Às cinco e meia da tarde:

Thalita estava jantando no refeitório quando sentiu uma irritação forte na garganta, como se estivesse inalando fumaça.

Quando percebeu que Caio estava fumando, ela se engasgou tanto que acabou cuspindo a comida, sujando o rosto de Sophia, que passou meia hora lhe dando uma bronca épica.

Às onze da noite:

Thalita estava em seu período menstrual, com cólicas abdominais fortes, e estava deitada tentando descansar.

Para sua surpresa, Caio resolveu encher a cara de bebida.

Thalita foi torturada por uma sensação de queimação e tontura por um longo tempo, o que piorou ainda mais as suas cólicas. Ela não teve um minuto de paz a noite inteira.

Às seis da manhã do dia seguinte:

Thalita ainda dormia quando acordou sentindo um cansaço extremo, com o peito apertado e dificuldade para respirar.

Ela presumiu que Caio estivesse em sua corrida matinal.

Ela pensou em aguentar firme, mas não esperava que ele continuasse o exercício sem parar por quase duas horas.

Thalita quase desmaiou de exaustão.

Quando finalmente Caio parou os exercícios, Thalita se preparava para fechar os olhos e voltar a dormir, mas soltou um grito de dor e pulou da cama em um sobressalto.

Sophia acordou assustada e, com os olhos sonolentos, abriu a cortina da cama: "O que aconteceu, Thalita?"

Camila, na cama oposta, também acordou reclamando: "Que susto! O que deu em você para gritar assim?"

Apenas Débora, na cama vizinha, continuava roncando como se nada tivesse acontecido.

Thalita batia os dentes de frio. Por fim, respondeu: "Des... desculpe, tive um pesadelo."

Na verdade, ela havia sido despertada pelo choque térmico.

Isso porque, logo após o exercício, Caio havia tomado um banho gelado.

E Thalita sempre foi extremamente sensível ao frio.

Thalita sentia que ia enlouquecer.

Não, ela não podia continuar esperando sentada!

Os hábitos de vida e a rotina de Caio eram o oposto exato dos dela.

Se isso continuasse a longo prazo, ela realmente perderia o juízo.

Como a conexão não podia ser desfeita, o único plano viável era encontrar uma maneira de controlar o comportamento de Caio.

Pensando nisso, ela ficou angustiada.

Afinal, exceto por aquele beijo acidental e desastroso, ela nunca mais teve contato com ele. Eles eram completos estranhos. Como ela poderia, de forma legítima e aberta, começar a ditar regras para a vida de Caio?

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