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"Renascendo para Mim Mesma: Adeus, CEO" Capítulo 21

正文开头

Quando Gustavo voltou, o relógio na parede marcava exatamente meia-noite.

Ele afrouxou a gravata. Assim que se sentou no sofá, viu o papel sobre a mesa de centro; suas pupilas se contraíram bruscamente e sua expressão tornou-se gélida ao extremo.

Gustavo levantou-se num salto e discou um número: "Onde está a Melissa?"

Do outro lado da linha, Henrique hesitou por um momento e respondeu apressadamente: "Nossos homens seguiram a senhora ao sair do hospital e, ao vê-la chegar em casa em segurança, retiraram-se..."

Gustavo guardou o celular e saiu a passos largos.

No quarto do hospital.

Lucas folheava uma revista por tédio quando a porta foi aberta com um chute violento. Ele quase saltou de susto. Contudo, antes que pudesse reclamar, ouviu a voz gélida e sem emoção do recém-chegado: "Onde foi a Melissa?"

"..." O canto da boca de Lucas teve um tique nervoso. "Você me pergunta o paradeiro da sua esposa?"

Havia uma fina camada de gelo nos olhos sombrios de Gustavo, que escondiam sua fúria: "Onde ela está?"

"Foi para casa." Lucas franziu a testa, sentindo que algo estava errado. "Ela me disse que ia para casa. Aconteceu alguma coisa?"

Capítulo 51: Uma pedra fedorenta e dura

"Ela assinou o acordo de divórcio." Gustavo virou-se para sair, mas Lucas o chamou: "Já que você está tão preocupado com ela, por que quase nunca volta para casa?"

"Eu te avisei: fique longe dela."

"Gustavo, você já olhou claramente para o seu próprio coração? Se você a ama, trate-a bem. Qual é o sentido dessa frieza constante? Se você não a ama e ela te entregou o divórcio assinado, você não deveria estar feliz? Para onde ela for, não seria mais problema seu."

A mão de Gustavo ao lado do corpo cerrou-se em um punho. No final, ele não disse nada e saiu a passos largos.

"É realmente uma pedra de latrina: fedorenta e dura!"

Lucas praguejou baixinho, retirou o cobertor e saiu da cama mancando. Aqueles dois pareciam não sossegar enquanto não o levassem à loucura.

Assim que Gustavo chegou à porta do hospital, Henrique aproximou-se apressadamente e lhe entregou algo: "Senhor, descobrimos pelas câmeras que o último rastro da senhora foi na zona oeste da cidade. Algo deve ter acontecido; no local, ficaram apenas a mala e este boneco."

Sob a luz, o sorriso do boneco feio permanecia inalterado, como se estivesse zombando silenciosamente da sua estupidez.

Ao ver o boneco, as pupilas de Gustavo se contraíram bruscamente e seu rosto mudou drasticamente. Sua voz soou como se carregasse uma nevasca: "Onde está a Sophia?"

"Mantivemos pessoas seguindo-a o tempo todo, mas parece que, desta vez, o que aconteceu com a senhora não foi obra dela."

Gustavo arrancou o boneco da mão dele e entrou no carro rapidamente.

O sedã preto partiu como uma flecha, rasgando o silêncio da noite escura.

Henrique nunca vira o patrão com tanta raiva e ordenou apressadamente aos subordinados que continuassem as buscas.

正文1

...

No apartamento.

Sophia estava sentada no sofá, satisfeita, olhando para os remédios que trouxera do hospital hoje. Ela estava apenas com um leve resfriado, não esperava encontrar Melissa lá.

Mas o céu lhe dera uma excelente oportunidade. Afinal, Melissa não sabia o que Gustavo fazia fora de casa, apenas que ele não voltava; por isso, ela pôde se aproveitar da situação.

Grávida? Haha. Gustavo nunca teve sentimentos por ela, como ela poderia estar grávida?

No entanto, se isso fizesse Melissa desistir, seu objetivo estaria cumprido.

Melissa realmente não sabia o seu lugar. Desde quando era a "garota feia" já cobiçava Gustavo, e agora pretendia obter o seu amor.

Bastou um pequeno truque para que eles se distanciassem cada vez mais.

Por isso, Gustavo só podia ser dela.

Enquanto Sophia se deliciava com seus pensamentos, a porta foi aberta subitamente. Ela recuperou a compostura rapidamente e disse com surpresa: "Gustavo, o que faz aqui?"

Gustavo aproximou-se, sua voz gélida como gelo: "Vou te perguntar mais uma vez: quem morreu naquela época, afinal?"

"Foi a garota feia que morreu, por quê?"

"Tem certeza?" Seu tom de voz era plano, sem oscilações, mas inexplicavelmente fazia a espinha arrepiar.

Sophia levantou-se, mordeu o lábio e disse: "Gustavo, será que a Melissa te disse algo de novo? Você sabe que ela faz e diz qualquer coisa para conseguir o que quer, não acredite..."

Gustavo soltou uma risada fria repentina: "Você sabe por que eu ainda te mantenho por perto?"

"O-o que quer dizer?"

"A razão pela qual você ainda está viva é porque ainda tem valor utilitário. Sophia, será que você é estúpida, ou eu sou o estúpido?"

"Gustavo, deixe-me explicar! Foi tudo culpa da Melissa, ela se aliou ao Lucas para me incriminar, eu sou realmente inocente!"

Capítulo 52: O senhor de sobrenome Cavalcante

Sophia já estava em pânico. Ela estendeu a mão para segurá-lo, mas foi repelida friamente: "Naquela época, quem morreu foi outra menina do orfanato, e quem sobreviveu foi a garota feia, ou seja, a Melissa. Correto?"

Ele deveria ter percebido antes. Desde o momento em que soube por que o avô entregara as ações a ela, ele deveria ter percebido!

Mas, por causa daquelas acusações infundadas, ele a odiou por três anos.

Depois que ela pulou do prédio, a verdade já havia começado a emergir.

A razão pela qual ele não quis ouvir as explicações dela era porque, assim que acordou, ela tentou morrer de novo, e porque, ao ver Lucas, ela o ignorou completamente.

Talvez Lucas estivesse certo: ele não ousava encarar o próprio coração.

"Não... não é verdade..." Sophia tremia inteira, balançando a cabeça freneticamente. "Quem morreu foi a garota feia! Foi a Melissa quem a empurrou! A Melissa também quis me matar! Gustavo, por favor, acredite em mim."

"Acreditar? Por que não acreditaria?" Gustavo riu com desdém, sua voz soando como a de um carrasco: "Sophia, antes você vivia para pagar pelos seus pecados. Mas agora, se algo acontecer com a Melissa, você irá para a cova com ela."

正文2

"Não! Não! Eu não fiz nada de errado, você não pode fazer isso comigo!"

BAM —

A porta foi fechada com um estrondo, deixando-a paralisada e ajoelhada no chão.

Quem morreu foi a garota feia, quem empurrou foi a Melissa...

Ela não estava errada, ela era a mais inocente de todas!

Não, não estava certo.

Ela era a garota feia, todos queriam prejudicá-la, todos queriam a sua morte!

Sophia encolheu-se em um canto e começou a arranhar violentamente a própria bochecha direita. Ela era a garota feia, ela tinha uma cicatriz horrível no rosto, era dela que Gustavo gostava...

A noite escureceu ainda mais.

Melissa acordou em meio a um barulho caótico. Suas mãos e pés estavam amarrados. Alguns homens ao redor fumavam e jogavam cartas. Ao vê-la acordar, não ficaram surpresos, apenas zombaram: "Olha só, a bonequinha acordou."

"Pois é, vejam que pele clarinha e corpo macio. Deve ser uma delícia na cama."

Aquelas palavras obscenas entraram nitidamente em seus ouvidos. Melissa recuou instintivamente, franzindo a testa: "Quem são vocês? Foi a Sophia quem mandou?"

"Não conhecemos nenhuma Sophia. Foi um senhor de sobrenome Cavalcante quem nos contratou. Ora, estou nessa vida há anos, mas é a primeira vez que me pedem para gravar um vídeo desse tipo. É bem excitante."

Dito isso, o homem fez um sinal, e dois subordinados seguraram os braços dela imediatamente.

Melissa ainda estava processando a frase "senhor de sobrenome Cavalcante" quando sentiu a picada de uma injeção.

Gustavo?

Impossível. Por mais que ele a odiasse, jamais usaria métodos tão baixos.

Mas, além dele, que outra pessoa com o sobrenome Cavalcante ela conhecia?

Melissa sorriu de repente. Talvez esse fosse o seu destino.

Ela fechou os olhos lentamente, sua consciência tornando-se cada vez mais turva.

O homem à sua frente não entendeu por que ela sorria, mas eles estavam lá para cumprir o serviço e receber o dinheiro. Além disso, ela era bonita, por que não aproveitar?

Quando ele retirou o casaco de Melissa e estava prestes a tirar suas calças, a porta foi aberta com um estrondo.

O vento gélido soprou para dentro, cortando os rostos como facas.

Nesta noite, a tempestade caiu subitamente.

Encobrindo todo o barulho e o caos.

Quando Melissa acordou, o pé engessado de Lucas estava apoiado ao lado de sua cama, enquanto ele comia uma maçã tranquilamente: "Não querendo me meter, mas você é engraçada. Em vez de ser a Senhora Cavalcante, prefere ir namorar com aqueles marginais."

Capítulo 53: Para a felicidade deles

"..." Cala a boca, desgraçado.

Melissa revirou os olhos e fez menção de sair da cama: "Quanto tempo eu dormi?"

"Apenas um dia, não foi muito. Pode continuar dormindo se quiser."

Melissa não quis discutir. Olhou ao redor e massageou as têmporas: "Preciso ir embora."

Lucas jogou o resto da maçã no lixo com precisão e disse com frustração: "Ir para onde, caramba? A lição desta vez não foi suficiente? Você..."

"A Sophia está grávida."

"O quê?" Lucas limpou os ouvidos, sem acreditar. "Você dormiu demais e ficou doida? Como ela engravidaria do nada? Comeu algum fruto mágico?"

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