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"Renascendo para Mim Mesma: Adeus, CEO" Capítulo 4

正文开头

Romperam o compromisso? Por que Gustavo não... contou para ela?

No caminho de volta, Melissa refletiu. No fundo, Sophia não estava errada. No passado, fora Melissa quem usou as ações para forçar o casamento, impedindo Sophia de ocupar o lugar de Senhora Cavalcante ao lado dele.

Melissa fora a vilã da história, o obstáculo no caminho dos amantes.

Ao sair da cafeteria, Sophia manteve o cenho franzido. Após hesitar muito, decidiu ir até a sede da Cavalcante Corp.

Naquele momento, Gustavo estava saindo para uma reunião. Ao vê-la entrar, perguntou com frieza: "O que foi?"

Sophia mordeu o lábio: "Gu... ouvi dizer que você e a Melissa cancelaram o noivado?"

Ele franziu a testa: "Quem te contou isso?"

"Se eu não soubesse, você pretendia esconder de mim para sempre?" Sophia olhou para ele com os olhos marejados: "Gu, por que você fez isso? Você se apaixonou pela Melissa? Por acaso esqueceu que ela..."

"Chega." Gustavo a interrompeu com impaciência. "Quem disse que eu a amo?"

Nesta vida, ele poderia amar qualquer pessoa, menos ela. Por ela, sentia apenas desprezo e ódio.

Ao ouvir isso, Sophia sentiu-se aliviada. Mas, antes que ele saísse, ela deu um passo à frente e o abraçou pela cintura, por trás: "Então, Gu... eu te esperei por todos esses anos. Você pode me amar? Aquela garota feia morreu há tantos anos, você não pode... esquecê-la?"

...

Uma semana depois.

Melissa levou um buquê de flores ao cemitério. Na lápide, o sorriso do idoso permanecia gentil e acolhedor.

"Vovô Antônio, vim te ver." Ela depositou as flores e sentou-se no chão em frente à lápide. Tirou duas latas de cerveja do bolso, abriu-as, colocou uma no chão e ficou com a outra.

O olhar de Melissa era melancólico: "Vovô, eu sempre achei que a morte fosse algo terrível. Mas, depois de morrer uma vez, descobri que é, na verdade, um alívio. Talvez o destino tenha pregado uma peça em mim e eu tenha renascido, mas..."

Ela fungou e continuou: "Desta vez não cumpri o que te prometi. Eu realmente fiquei com medo. Medo de acordar todos os dias em uma casa fria e vazia; medo do olhar de desprezo do Gustavo que nunca mudou em três anos; medo de que tudo o que eu desse fosse visto por ele como um segredo obscuro."

Não importava o quanto amasse Gustavo, seu entusiasmo acabaria sendo sufocado e extinto.

Naqueles inúmeros dias e noites passados, sua única companhia fora a solidão e o desespero.

Seu amor e sua entrega foram pisoteados sem piedade. Em três anos de casamento, as palavras que ele trocou com ela não somavam dez frases.

Divórcio?

Não, ela não podia se divorciar. Se o fizesse, tudo o que fizera antes seria em vão. As ações que ele finalmente estabilizara nas mãos causariam uma nova tempestade.

Mas ela realmente não suportava mais aquela vida de falar apenas com o ar. Antes de pular do prédio, ela desenvolvera depressão.

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Melissa riu amargamente, engolindo a cerveja: "Vovô, me desculpe. Desta vez, não quero casar com ele. Já assinei a transferência das ações. Gustavo é um homem muito capaz; acredito que, mesmo sem esse casamento como fachada, ele saberá lidar bem com tudo."

Capítulo 9: Lembre-se desta sensação

O Vovô Antônio a procurara pouco antes de falecer, dizendo que a situação na família Cavalcante era instável. Muitos cobiçavam o cargo de herdeiro. Se ele entregasse as ações diretamente a Gustavo, causaria revolta e perigos desnecessários.

A única forma legítima de garantir que os outros não tivessem desculpas para atacar Gustavo era ele se casar. Assim que as ações se tornassem bens do casal, Gustavo poderia geri-las livremente.

Na época, o Vovô perguntou se ela aceitava ser essa pessoa.

Ela não hesitou e aceitou imediatamente. Ela o amava desde a infância; como poderia recusar?

Por causa desse amor, ela se rebaixou até a poeira.

Mas quem diria que ela mesma se enviaria para aquele abismo gelado sem salvação.

Ninguém entendia por que o velho Antônio deixara as ações para uma mulher de origem desconhecida. Havia até boatos de que ela o drogara para fazê-lo assinar a transferência enquanto ele não estava lúcido.

Ela não se importava com a opinião alheia; apenas levou o acordo a Gustavo com mãos trêmulas e propôs o casamento.

Naquele momento, o olhar dele já era de pura repulsa.

Não se sabe quanto tempo passou, mas as latas vazias já se acumulavam ao seu lado. Melissa viu o pôr do sol, massageou a cabeça e, quando ia se levantar para ir embora, a luz diante dela foi subitamente bloqueada.

Uma voz masculina sarcástica veio de cima: "Meu avô nunca bebeu álcool. Se vai atuar, pelo menos faça o dever de casa."

"Isso é porque você não o conhecia." Melissa revirou os olhos. Por causa da bebida, sua língua estava um pouco pesada e as palavras saíam meio enroladas.

Ela apoiou a mão no chão, levantou-se cambaleando e encarou o homem inexpressivo à sua frente. Franziu a testa, falando entre dentes: "Como um homem de temperamento tão bom como o Vovô pôde ter um neto tão insuportável como você? Você é uma mutação genética?"

O olhar de Gustavo era gélido; ele não respondeu.

Melissa não esperava resposta. Riu curto, recolheu as latas e deu um tapinha no ombro dele: "Quando você se casar, me convide, tá? Quero celebrar o luto..." Ela soltou um soluço de embriaguez e continuou: "...celebrar o luto pelo meu amor morto."

"Até quando você pretende fingir?" Ele agarrou o pulso dela, com um tom de voz desagradável.

Melissa deu um sorriso bobo e fez um sinal para que ele se aproximasse: "Abaixa a cabeça aqui, eu te conto."

Gustavo não se mexeu.

Melissa não se fez de rogada. Puxou-o pelo colarinho da camisa, ficou na ponta dos pés e o beijou nos lábios, passando a língua anestesiada pelo álcool por eles.

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As pupilas de Gustavo se contraíram. Ele a empurrou bruscamente, com o olhar transbordando nojo, e limpou a boca com força.

Ela não se irritou. Apenas soltou uma risada boba e limpou os próprios lábios com as costas da mão: "Odiou, né? Para mim, cada palavra que sai da sua boca é tão detestável quanto esse beijo. Espero que, na próxima vez que falar comigo, você se lembre desta sensação."

Ao terminar, ela pegou as latas vazias e saiu cambaleando.

Sim, naquele momento Gustavo provavelmente queria matá-la.

Que satisfação!

Melissa começou a cantarolar enquanto se afastava. Estava radiante.

Atrás dela, o rosto do homem estava no limite da fúria.

Capítulo 10: Ele não assinou

O celular no bolso de Gustavo tocou. Ele atendeu com impaciência: "Fale."

Do outro lado, Henrique estremeceu com o tom de voz do patrão, mas manteve a voz firme: "Senhor, por algum motivo, os outros acionistas descobriram que a Senhorita Duarte assinou a transferência das ações. Agora eles estão na empresa fazendo um escândalo, dizendo que aquelas ações pertenciam ao antigo presidente e que não deveriam ser herdadas apenas pelo senhor, mas... divididas entre todos."

Gustavo deu um sorriso frio, avançou e arrastou a mulher que ainda estava de bom humor para dentro do banco de trás do carro.

Melissa nem teve tempo de reagir antes que o carro arrancasse em alta velocidade.

Com a cabeça confusa, ela se debruçou sobre o banco do passageiro, soltou um soluço e olhou com seus olhos límpidos para o homem de perfil severo: "Gustavo... você é mesmo muito bonito."

"..."

Sem resposta, ela caiu de volta no banco. Massageou a barriga inchada e, de repente, sentiu uma onda de mágoa. Lágrimas pesadas começaram a cair: "Por que em três anos de casamento você nunca olhou para mim? Por que sempre me odiou tanto? Eu gostava tanto, tanto de você... mas o médico disse que eu estava com depressão e que só me curaria se me divorciasse. Mas eu não podia... você é tão cruel, nem mesmo quando eu ia morrer você quis me dizer uma mentirinha."

Ela continuou, limpando as lágrimas: "Mas não tem problema, porque eu não gosto mais de você! Vou buscar uma vida nova!"

Dito isso, ela começou a tentar escalar para fora da janela. Por sorte, ela foi rápida, pois o vidro subiu subitamente sem aviso prévio, quase prendendo sua mão.

"Você quer morrer?" A voz masculina e fria veio da frente, trazendo um pouco de lucidez à mente de Melissa.

Subitamente, ela sentiu como se estivesse envolta em uma chuva úmida, caindo em um abismo sem fim.

Na vida passada, antes de pular, ele também perguntara: "Melissa, você deseja tanto assim a morte?".

O desespero e a tristeza daquele momento voltaram como uma mão invisível apertando seu pescoço, fazendo a embriaguez sumir instantaneamente.

Ela não perguntou para onde ele a levava. Apenas sentou-se, de cabeça baixa, quieta como um ratinho.

Meia hora depois, o carro parou em frente ao prédio da Cavalcante Corp.

Gustavo a arrastou até a sala de reuniões. Ele lançou um olhar gélido para os acionistas que esperavam para dividir o espólio e sinalizou para Henrique, que imediatamente colocou um documento diante dele.

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