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"Amada por Vingança" Capítulo 11

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Os amigos ao redor também estavam boquiabertos, murmurando sem parar: — Caramba, caramba... o que está acontecendo? Minha cabeça vai explodir.

Suas expressões e tons de voz mostravam o impacto gigantesco daquela cena.

No íntimo de Sérgio, as chamas do ciúme ardiam, e o arrependimento e a dor atingiram um ápice sem precedentes.

Ele não conseguia acreditar que Nara, que outrora fora tão íntima dele, agora estava tão próxima de Yuri.

Antes que ele pudesse reagir totalmente, Yuri e Nara já caminhavam em direção ao carro para partir.

No instante em que o veículo ia arrancar, Sérgio correu e agarrou a janela com força, com os nós dos dedos brancos. Seu olhar era de loucura e desespero, a voz rouca saindo com dificuldade da garganta: — Nara, você gostava de mim, como pôde se apaixonar por outro? Me dê uma explicação, me dê uma explicação!

Dentro do carro, Nara levantou os olhos, com um tom de deboche: — Sérgio, que direito você tem de exigir explicações? Você me usou, me feriu e ainda quis me humilhar com aqueles vídeos. Você acha que eu te perdoaria?

Sérgio sentiu o peito ser esmagado, mal conseguindo respirar.

Sua mente era um caos, e as palavras de Nara ecoavam como facadas em seu coração.

— Nara, bebê, eu errei... quem erra não tem direito a uma chance de consertar? Não seja tão cruel, não vá... não pode ir com ele, muito menos gostar dele.

A voz de Sérgio era de súplica, os dedos agarrados à janela, recusando-se a soltar.

— Sérgio, acabou entre nós. Me deixe em paz.

Um estrondo ecoou na mente de Sérgio, como se tudo tivesse desmoronado.

E, naquele segundo de distração, o carro arrancou.

Ele ficou parado no lugar, observando as lanternas traseiras desaparecerem, sentindo um vazio absoluto.

No segundo seguinte, ele começou a correr atrás do carro como um louco.

Nunca imaginou que ficaria tão insano por uma mulher, a ponto de abandonar todo orgulho e dignidade apenas para recuperá-la.

Capítulo 21

— Nara! Nara!

Seus gritos ecoavam pela rua, carregados de uma dor e arrependimento guardados por muito tempo.

No carro, Yuri observava pelo retrovisor a figura frenética de Sérgio e olhou para Nara.

Ele respirou fundo: — Nara, pode contar para o seu irmão como tudo aconteceu?

Nara levantou a cabeça, com os lábios trêmulos.

Ela contou detalhadamente tudo o que houve entre ela e Sérgio, desde o início, o envolvimento, a descoberta de que fora usada, até o término.

Ao terminar, ela baixou a cabeça, a voz vacilante: — Mano, você me acha suja? Se você achar...

Antes que ela terminasse, Yuri a envolveu em um abraço apertado e disse docemente: — Você é a garota mais pura que existe, eu sempre vou te amar.

Nara encostou-se no peito de Yuri, e as lágrimas fluíram sem parar.

Yuri a segurava, mas, ao pensar no quanto Sérgio havia machucado seu tesouro, um brilho de crueldade passou por seus olhos.

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Ele olhou para Sérgio, que ainda corria atrás do carro, e disse ao motorista: — Dê a volta e atropele ele.

O motorista hesitou por um segundo, mas, ao ver o olhar impiedoso de Yuri, obedeceu.

Sérgio, ao ver o carro manobrando, sentiu uma ponta de alegria, achando que Nara havia mudado de ideia. Porém, no instante seguinte, o carro acelerou bruscamente em sua direção.

— BANG! —

Um estrondo alto. O corpo dele voou pelo ar e caiu pesadamente no chão.

Sérgio sentiu uma dor lancinante, cuspiu sangue e, com a visão escurecendo, desmaiou.

Em meio ao torpor, Sérgio sentiu como se estivesse de volta ao primeiro encontro com Nara.

Naquele dia, os amigos apontaram para Nara ao longe e riram: — Sérgio, aquela é a irmã do Yuri. Já arranjei um carro para atropelá-la, aí você aparece para bancar o herói. Ela vai se apaixonar na hora, e você terá sua vingança contra o Yuri.

Um zumbido ecoou na mente de Sérgio.

Ele empurrou os amigos com urgência: — Não! Não! Não quero mais vingança! Dou tudo o que o Yuri quiser, só quero a irmã dele, só quero a Nara!

Mas já era tarde demais.

O carro já avançava contra Nara.

Sérgio correu como um louco e a empurrou para longe. Nara olhou para ele aterrorizada e, enquanto ela corria em sua direção, ele sorriu e disse suavemente: — Oi, pequena. Meu nome é Sérgio. Podemos nos conhecer?

No quarto de hospital, o cheiro de desinfetante era forte. Sérgio sentou-se bruscamente na cama, pálido como papel.

Seu peito estava envolto em ataduras grossas com manchas de sangue, mas, ignorando a dor, ele tentou levantar.

Os amigos que vigiavam o quarto ficaram eufóricos: — Sérgio! Você finalmente acordou!

A mente de Sérgio era uma confusão, a voz rouca: — Quanto tempo... eu dormi? E a Nara? Onde ela está?

Os amigos trocaram olhares e gaguejaram: — Sérgio, você dormiu por duas semanas. O médico disse que você quase ficou em estado vegetativo e não acordaria mais.

O rosto de Sérgio empalideceu: — Onde está a Nara?

Houve um silêncio, até que alguém disse baixo: — Nara e Yuri... o casamento é hoje.

Um estrondo ecoou na mente de Sérgio.

Ele se sentou ereto, com a voz trêmula: — Casamento? Eles... se casaram?

Capítulo 22

Os amigos assentiram, com um olhar de total impotência.

Sérgio sentiu o coração ser esmagado, a dor era tamanha que mal conseguia respirar.

Seu peito estava envolto em ataduras grossas, com o sangue começando a vazar, mas ele parecia não sentir a dor física ao tentar levantar da cama.

— Não pode ter casamento, eu tenho que impedir.

— A Nara é minha, a Nara é minha!

— Sérgio! Você enlouqueceu?! — Os amigos correram para segurá-lo, com vozes carregadas de ansiedade e frustração. — Seus ferimentos nem cicatrizaram! O Yuri foi um desgraçado, quebrou cinco costelas suas, e você ainda quer ir atrás? Quer morrer?!

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O olhar de Sérgio transbordava loucura, a voz rouca saindo com dificuldade: — Perdê-la é pior do que a morte! Não me segurem!

Sua voz carregava uma dor e um desespero guardados por muito tempo, como se quisesse colocar todas as emoções para fora. Os amigos paralisaram; nunca tinham visto Sérgio assim — aquele homem superior, que não se importava com ninguém, agora parecia um louco que perdera tudo, com os olhos cheios de lágrimas.

— Sérgio... — alguém o chamou baixo, com um tom de piedade.

Sérgio parecia não ouvir; empurrou as mãos dos amigos e caminhou cambaleante para fora. A dor no peito quase o impedia de ficar de pé, mas ele rangia os dentes, avançando passo a passo.

Os amigos trocaram olhares e, por fim, alguém suspirou: — Esqueça, ajudem ele a ir. Se continuar assim, ele vai perder o juízo de vez.

O grupo amparou Sérgio, seguindo às pressas para o local do casamento.

O cenário estava decorado de forma romântica e luxuosa; flores, luzes, música — tudo parecia perfeito.

Mas, para Sérgio, tudo aquilo soava como um deboche à sua própria estupidez e arrogância.

Ele empurrou as portas e entrou cambaleante no salão. Todos os olhares se voltaram para ele, e os sussurros começaram a ecoar por todos os lados.

Mas Sérgio não via nada disso; seu olhar estava fixo apenas em Nara.

Ela vestia um vestido de noiva branco imaculado, bela como uma fada saída de uma pintura.

Seu rosto trazia um leve sorriso, e seu olhar era doce e firme. Mas aquele sorriso não era para ele.

Sérgio sentiu o peito ser esmagado. Ele caminhou apressadamente até Nara, com a voz rouca: — Nara, não se case com ele... não se case com ele...

Nara levantou o olhar, com uma expressão complexa: — Sérgio, o que você está fazendo aqui?

A voz de Sérgio trazia uma súplica: — Nara, eu sei que errei. Eu não devia ter te usado, não devia ter te machucado. Mas eu... eu realmente me apaixonei por você. Me dê uma chance, por favor? Vou passar o resto da vida te compensando, te amando.

O olhar de Nara esfriou, e sua voz não tinha nenhum calor: — Sérgio, eu não gosto mais de você. Eu deixei bem claro naquela mensagem — eu não sou como você, não finjo amar quando não amo, nem finjo não amar quando amo. O que eu disse é a verdade. Deixei de amar, é simples assim. Agora, no meu coração, só existe o Yuri.

Ao ouvi-la mudar até a forma de chamá-lo, de "mano" para "Yuri", a mente de Sérgio deu um estalo, como se tivesse sido atingido por um raio.

Seu rosto empalideceu instantaneamente, a voz trêmula: — Nara, não faça assim... não faça assim...

Nara não disse nada, apenas o encarava friamente, sem qualquer sinal de hesitação.

Sérgio sentiu o coração ser esmagado, a dor o impedia de se manter firme.

Ele virou-se bruscamente para Yuri, com a voz suplicante: — Yuri, você não disse que queria me ver de joelhos? Pois bem, eu me ajoelho agora! Quer que eu fique quanto tempo? Eu fico! Só te peço que me devolva a Nara, devolva o meu tesouro!

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