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"Amada por Vingança" Capítulo 9

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Na segunda-feira, Yuri levou Nara a um restaurante sofisticado.

A decoração era luxuosa e elegante, com luzes suaves criando uma atmosfera romântica. Eles sentaram em uma mesa próxima à janela, com vista para a bela paisagem noturna da cidade.

Sendo o primeiro encontro com o irmão, Nara estava nervosa e mantinha a cabeça baixa.

Yuri, atencioso, puxou a cadeira para ela e esperou que ela se acomodasse antes de se sentar.

Ao vê-la tão tensa que se recusava a levantar o olhar, Yuri não conteve um sorriso e disse: — De agora em diante, quero que você mentalize uma frase, assim não ficará mais nervosa.

Nara paralisou: — O quê?

Yuri: — "Ele não é meu irmão, é o homem que me ama."

Na terça-feira, Yuri levou Nara à beira-mar.

Eles caminharam pela linha da costa, com as ondas quebrando na areia e emitindo um som agradável.

Nara vestia um vestido branco que flutuava levemente com a brisa marinha.

Yuri a observava com um olhar transbordando amor.

De repente, uma rajada de vento forte levou o chapéu de Nara, e ela instintivamente correu para pegá-lo.

Yuri foi mais rápido e agarrou o chapéu, colocando-o de volta na cabeça de Nara e dizendo docemente: — Cuidado para não cair.

Nara levantou o olhar para ele, seus olhos se encontraram, e o coração dela acelerou involuntariamente.

Na quarta-feira, Yuri levou Nara a um cinema particular.

Eles escolheram um filme de romance e sentaram em sofás confortáveis, em um ambiente silencioso.

Assim que o filme começou, Nara foi se envolvendo com a trama, enquanto Yuri a observava secretamente.

Quando os protagonistas se abraçaram apaixonadamente na tela, Yuri segurou suavemente a mão de Nara, e ela não o rejeitou.

Yuri lentamente colocou a mão dela sobre sua perna, acariciando-a com ternura.

O corpo de Nara estremeceu levemente, mas ela não retirou a mão.

A cada encontro, Yuri usava gestos para desconstruir os limites no coração dela.

No íntimo de Nara, aquela imagem de quem era apenas um irmão foi ficando borrada, sendo substituída pela de um homem que fazia seu coração disparar.

Capítulo 17

A noite em São Paulo tinha um vento gélido, e as ruas estavam desertas.

Na mansão de Sérgio, a luz estava baixa e o ar estava impregnado com um forte cheiro de álcool.

Ele estava sentado no chão, encostado no sofá, segurando uma garrafa de uísque, com o olhar vazio, como se sua alma tivesse sido drenada.

Ele estava naquele estado de embriaguez há exatamente um mês.

Durante esse mês, ele não ia a lugar nenhum, não fazia nada, apenas bebia sem parar.

Os amigos se revezavam para tentar convencê-lo, mas ele não ouvia ninguém. Em seu mundo, parecia restar apenas o álcool e a imagem daquela que havia partido.

Os amigos, parados a pouca distância observando o estado deplorável de Sérgio, começaram a cochichar entre si.

— O que deu no Sérgio? Nunca o vi assim, nem com problemas maiores — disse um, com preocupação na voz.

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— Acho que é por causa daquele plano. Três anos de trabalho para terminar assim, do nada... ele está frustrado e usando o álcool para desabafar — analisou outro.

— Será? O Sérgio já passou por tanta coisa, ia ficar assim só por causa de um plano fracassado? Acho que ele só está de mau humor e quer beber — contestou um terceiro.

— Mau humor? Por que estaria de mau humor? A Nara já foi embora, o plano falhou e o Yuri não deu sinal de vida. O que mais ele tem para se incomodar? — outro interrompeu.

— Vocês acham que poderia ser por causa da Nara? — alguém arriscou perguntar.

— Da Nara? Impossível! O Sérgio sempre a tratou como um objeto, como ficaria assim por causa dela? — alguém desdenhou.

— Mas vocês não acham que o Sérgio está agindo estranho demais ultimamente? Ele nunca bebeu desse jeito, ignorando tudo e todos — alguém comentou baixo.

— É, eu também acho estranho. Lembram do dia no salão de festas? Ele destruiu tudo, parecia um louco — relembrou outro.

— Eu acho que o Sérgio talvez esteja... — alguém hesitou.

— O quê? — os outros pressionaram.

— Talvez esteja... apaixonado pela Nara — a pessoa finalmente disse o que suspeitava.

Todos paralisaram por um instante e logo começaram a rir: — Impossível! Como o Sérgio se apaixonaria pela Nara? Ele é o Sérgio!

Nesse momento, uma voz feminina interveio friamente: — Parem de adivinhar. Ele está sofrendo por amor, bebendo para esquecer.

Todos se viraram e viram que Jéssica estava ali parada atrás deles. Seu rosto estava sério e seu olhar trazia um toque de ironia.

— Moça, você aqui de novo? — alguém perguntou tenso.

Jéssica riu com desdém: — Por que eu não poderia vir? Vocês não disseram que a Nara terminou com ele? Então agora ele é meu, qual o problema de eu vir vê-lo?

— Jéssica, não complique. O Sérgio não está bem, é melhor não provocá-lo — aconselhou um deles.

— Provocá-lo? — a voz de Jéssica subiu de tom. — Vocês sabem que ontem mesmo ele ligou para o meu pai dizendo que quer cancelar o noivado? Meu pai não aceitou e foi procurá-lo, mas acabou flagrando ele discutindo com o pai dele. O pai do Sérgio também se recusou a cancelar a união, mas ele insistiu. O pai dele quis aplicar o castigo da família, e ele levou 99 chicotadas! Mesmo assim, ele continuou exigindo o cancelamento do noivado!

Ao ouvirem isso, todos ficaram horrorizados. Alguém correu para abrir o paletó de Sérgio. De fato, suas costas estavam cobertas de marcas de chicote vermelho-sangue; os ferimentos não haviam sido tratados e o sangue já havia manchado a camisa.

— Sérgio, por que fez isso? Uma união entre as duas famílias seria poderosa, você nunca se opôs antes. Por que agora insiste tanto em cancelar? — alguém não conteve a pergunta.

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Jéssica riu amargamente: — Eu já disse: porque ele se apaixonou por outra pessoa. Ele se apaixonou pela Nara. Quis usá-la, mas acabou caindo na própria armadilha. Não é ridículo?

Todos trocaram olhares, sem saber como rebater. Alguém murmurou: — Não pode ser verdade... Como o Sérgio se apaixonaria pela Nara?

— Como não? — a voz de Jéssica era aguda. — Olhem para o estado dele agora! Se não estivesse apaixonado, por que cancelaria o noivado? Por que aceitaria levar 99 chicotadas por ela?

O silêncio se instalou. Ao recordarem o comportamento anormal de Sérgio nas últimas semanas, eles começaram a hesitar em suas certezas.

— Sérgio, você realmente se apaixonou pela Nara? — alguém sondou.

Eles olharam para Sérgio e perguntaram com cautela: — Sérgio, o que ela diz é verdade?

Sérgio, que estivera em silêncio o tempo todo, subitamente espatifou a garrafa que segurava no chão. O vidro se estilhaçou, espalhando bebida por todo lado.

Ele olhou para todos com os olhos injetados e a voz rouca: — Sim, eu me apaixonei por ela! E daí? Algum problema?

Capítulo 18

Nestes dias, ele estava vivendo uma agonia profunda.

Ao mesmo tempo em que bebia, segurava o celular, onde a tela exibia a mensagem que ele já havia lido mais de mil vezes: "Vamos terminar. Eu não te amo mais."

A cada leitura, os olhos sorridentes de Nara brilhavam em sua mente.

Era como se estivessem gravados em sua memória, impossíveis de apagar.

Acordado ou dormindo, ela ocupava todos os seus pensamentos.

A imagem dela, a voz dela, até o perfume suave que ela usava... tudo era como correntes invisíveis prendendo seu coração.

Sérgio nunca imaginou que ficaria assim.

Ele costumava ser o Sérgio superior, frio e implacável; o homem capaz de tudo por vingança. Mas agora, ele parecia um bêbado desolado, mergulhado em álcool e lembranças, incapaz de se libertar.

Ele não entendia o porquê de tanto sofrimento.

Nara havia partido, mas sua partida parecia ter levado o coração dele junto.

Ele começava a perceber o que sentia, mas se recusava a admitir — ou melhor, tinha medo de admitir.

Tinha medo de confessar que se apaixonara por ela; medo de aceitar que a mulher que ele outrora vira apenas como um instrumento tornara-se uma parte indispensável de sua vida.

Mas, naquele momento, ele não conseguiu mais se conter.

Olhando para o grupo de amigos chocados, ele reafirmou:

— Sim, eu me apaixonei por ela! Que se dane esse plano de vingança, eu acabei caindo nele sozinho! Agora ela se foi e eu estou aqui morrendo de dor!

Sua voz ecoou por toda a mansão, carregada de uma dor e fúria contidas por muito tempo.

Jéssica, parada ao lado, sentiu os olhos arderem instantaneamente.

Ver o homem que amava sofrendo daquela forma era como sentir uma faca rasgando seu próprio peito.

No segundo seguinte, ela espatifou a própria garrafa no chão e gritou agudamente:

— Se você gosta dela, então vá atrás dela! Peça perdão, agrade, implore de joelhos, seja persistente! Traga ela de volta! Beber aqui só vai te levar à morte, o que mais você espera?

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