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"Amada por Vingança" Capítulo 4

正文开头

Quando Nara foi puxada por Jéssica, sentiu uma inquietação crescente.

Ela pressentia que eles estavam tramando algo e só queria terminar logo a dança para ir embora.

No entanto, assim que ela e Jéssica chegaram à pista, Jéssica subitamente torceu o pé e caiu no chão.

Ela segurou o tornozelo, chorando copiosamente: — Sérgio, meu pé dói muito. Leve-me ao hospital.

Sérgio franziu a testa com impaciência, mas Jéssica agarrou sua manga, com a voz embargada: — Nossas famílias são amigas de longa data, você não pode simplesmente me ignorar, pode?

Sérgio finalmente cedeu e virou-se para Nara: — Nara, vou levá-la ao hospital. Fique aqui um pouco, se cansar, pode ir embora; o motorista está esperando lá fora.

Nara assentiu, mas seu coração ficou ainda mais inquieto.

Após a partida de Sérgio, ela tentou sair, mas foi barrada pelos amigos, que diziam que era raro saírem juntos e que ela não deveria estragar o clima.

Ela estava cercada, sem conseguir escapar, sendo forçada a sentar e ouvir a música da pista.

Os homens ficaram com ela por um momento e, de repente, disseram: — Cunhada, vamos dar uma saída para fazer uma ligação e voltamos logo.

O coração de Nara disparou. Ela sabia que algo estava errado.

Assim que todos saíram e a pista ficou vazia, ela pegou sua bolsa imediatamente para partir.

Porém, nesse exato momento, a porta do camarote foi aberta com força.

Quem entrou não foram os amigos de Sérgio, mas um grupo de mendigos com roupas esfarrapadas.

Assim que entraram, seus olhares fixaram-se em Nara, e começaram a soltar risadas obscenas.

— Hahaha, que garota novinha! Hoje os irmãos estão com sorte!

Nara empalideceu de horror e recuou alguns passos, mas os homens avançaram como lobos famintos.

Ela lutou desesperadamente, mas como sua força poderia se comparar à de vários homens?

Suas roupas foram rasgadas e seus gritos foram abafados pelo som alto da música.

— Saiam! Não me toquem! — A voz de Nara tremia, e as lágrimas transbordavam.

Ela chutava e batia com todas as forças, mas eles pareciam loucos, agarrando seus pulsos e pressionando-a contra o chão.

Seu vestido foi rasgado, deixando sua pele exposta ao ar frio.

Ela sentiu uma náusea profunda, seu estômago revirava e ela quase vomitou.

— Socorro! Alguém me ajude!

— Socorro!

Ela gritava desesperadamente, mas não havia resposta. Sua visão tornou-se turva, e em seus ouvidos restavam apenas as gargalhadas e a respiração pesada daqueles homens.

Quando ela estava prestes a perder as esperanças, a porta do camarote foi arrombada com um chute.

Sérgio invadiu o lugar como um demônio vindo do inferno, com os olhos transbordando brutalidade.

Ele agarrou um dos mendigos pelo colarinho e desferiu um soco violento em seu rosto.

O homem gritou e caiu no chão.

Sérgio não parou. Seus punhos caíam como chuva sobre eles, até que todos estivessem prostrados no chão, gemendo de dor.

正文1

Nara tremia violentamente. Sua visão escureceu e ela desmaiou.

Capítulo 7

Ao acordar novamente, percebeu que estava na cama da mansão.

Gritos lancinantes vinham da sala de estar. Com dificuldade, ela saiu da cama e abriu uma fresta da porta, vendo Sérgio parado no centro da sala, com os mendigos rastejando aos seus pés.

Sérgio segurava uma faca, sua voz fria como gelo: — Com qual mão você tocou nela?

O mendigo tremia tanto que não conseguia falar.

Sérgio soltou um riso gélido: — Então quer dizer que foram as duas.

Assim que terminou de falar, a faca desceu, cravando-se profundamente na palma da mão do homem.

Um grito agonizante ecoou, e o sangue manchou instantaneamente o chão.

Os outros, aterrorizados, começaram a gritar: — Foi a esquerda! Foi a direita!

Sérgio, sem hesitação, inutilizou as mãos de cada um deles, um por um.

Os amigos assistiam de lado, com expressões complexas: — Sérgio, precisava disso tudo? Afinal, você também concordou com o plano da Jéssica, não foi?

— É verdade, a Jéssica fingiu torcer o pé para que você a levasse ao hospital, dando um motivo legítimo para você sair. Depois, nós inventamos uma desculpa para ir embora e, em seguida, trouxemos os mendigos para abusarem da Nara enquanto ela estivesse sozinha no clube. Naquele momento, não haveria ninguém para ajudá-la. Ao saber que sua irmã querida foi violada por mendigos, o Yuri certamente morreria de dor. Por que você se arrependeu de repente e voltou correndo desesperado, quase matando esses caras? Fazia anos que você não ficava tão sedento de sangue. Você enlouqueceu.

Ao ouvir isso, Nara sentiu que suas pernas não a sustentariam mais e quase caiu.

Ela jamais imaginaria que aquele grupo de mendigos também fazia parte do plano deles.

Com razão Jéssica sussurrara com o amigo, e o amigo com Sérgio...

Sérgio não disse nada, apenas observou friamente os mendigos serem arrastados para fora.

O grupo de amigos trocou olhares, e o clima ficou ainda mais pesado.

Finalmente, alguém não resistiu e perguntou: — Sérgio, você não teria se apaixonado de verdade pela Nara, teria? Se esqueceu, eu te lembro: ela é a irmã do seu inimigo mortal! Você e o Yuri brigam há anos. Se você realmente se apaixonar pela irmã dele, você vai estar...

O rosto de Sérgio tornou-se sombrio instantaneamente. Ele chutou a mesa de centro com violência, sua voz carregada de uma fúria reprimida:

— Eu não estou apaixonado! Se eu me apaixonar pela irmã do Yuri, eu corto minha cabeça e entrego para ele usar como bola! Satisfeitos? Sumam! Sumam todos daqui! Não venham me irritar nos próximos dias!

Após expulsar a todos, Sérgio parou diante da janela e acendeu um cigarro.

Em meio à fumaça, sua expressão parecia excepcionalmente melancólica.

Ele deu uma tragada profunda, sentindo a fumaça circular nos pulmões antes de soltá-la lentamente.

Sua mente era um caos, com a imagem de Nara sob aqueles homens voltando repetidamente. O desespero e a dor dela eram como uma faca cravada em seu coração.

正文2

Ele não entendia seus próprios sentimentos por Nara. No início, aproximar-se dela era apenas para se vingar de Yuri.

Mas por que, ao vê-la ser tratada daquela forma, ele sentiu um desejo incontrolável de matar?

Ela não deveria passar por aquilo.

Sempre que estava com ele, ela era doce e submissa, com os olhos cheios de amor, como uma gatinha dócil.

Mas naquele dia, só havia medo e desespero em seu olhar.

Ele não ousava pensar profundamente, sentindo apenas um aperto sufocante no peito.

No meio do cigarro, lembrou-se de que Nara detestava o cheiro de fumaça. Franziu a testa e esmagou o cigarro no cinzeiro.

Ele caminhou em direção ao quarto, com passos leves para não acordá-la.

Nara, ouvindo seus passos, fechou os olhos rapidamente e segurou as lágrimas, fingindo estar dormindo.

Seu coração batia forte, e seus dedos apertavam o lençol, com medo de ser descoberta.

Sérgio parou ao lado da cama, observou-a por um momento, acariciou levemente sua cabeça e então saiu do quarto.

Nos dias seguintes, Sérgio não foi à empresa, dedicando-se inteiramente a Nara.

Ele gastou fortunas em joias, enviava-lhe flores todas as manhãs e até cozinhava pessoalmente para ela.

Nara olhava para a pilha de presentes sem um pingo de alegria.

Ela sabia que ele estava tentando agradá-la, mas seu coração já estava frio como gelo.

Ninguém mencionava o ocorrido naquele dia, mas todos sabiam que Nara não estava feliz.

Seus sorrisos tornaram-se raros, e seu olhar, cada vez mais apático.

Sérgio finalmente não aguentou e, após um jantar, envolveu-a em seus braços, com a voz rouca: — Querida, a culpa foi minha, eu não te protegi. Esqueça aquele dia, está bem? Eu faço o que você quiser.

Nara levantou a cabeça, encarando seus olhos profundos, e perguntou baixinho: — O que eu quiser?

Sérgio assentiu: — O que você quiser.

Nara silenciou por um momento e finalmente disse: — Quero saber a senha do seu celular.

Capítulo 8

Sérgio hesitou por um segundo e riu: — Só isso?

Ele disse uma sequência de números, e Nara ficou atônita.

Era a data do aniversário dela.

— Por que você colocou o meu aniversário como senha? — ela perguntou, com a voz levemente trêmula.

Sérgio inclinou-se e beijou sua testa, com ternura: — Porque eu te amo.

Nara ficou paralisada.

Ela não sabia se aquela frase era verdadeira ou falsa, mas, independentemente disso, não acreditaria mais nele.

Sérgio entregou o celular a ela e disse, sorrindo: — Pediu a senha para checar meu telefone? Eu sou limpo, querida. Pode olhar quando quiser.

Nara pegou o aparelho e finalmente esboçou um leve sorriso.

Sérgio suspirou aliviado e a abraçou com força: — Finalmente você sorriu.

Sua voz tinha um tom de carinho: — Daqui a dois dias é o seu aniversário, estou preparando uma festa grandiosa. Por isso, não poderei ficar com você o tempo todo nestes dias, tudo bem ficar em casa sozinha?

Nara assentiu e, após uma pausa, perguntou: — Vai convidar o meu irmão?

Sérgio ficou em silêncio por um longo tempo, tanto que Nara achou que ele não responderia, até que ele disse baixo: — Vou convidar.

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