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"Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino" Capítulo 065

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Capítulo 065

Cerca de vinte minutos depois, chegaram ao destino.

Durante o trajeto, Íris já havia contado a Thiago que a família Paes realizaria um banquete ali; como sua mãe estava ocupada com o trabalho, ela assumira a tarefa. Explicou que quase tudo já estava organizado e que agora ia apenas verificar se faltava algum detalhe.

Este era um dos hotéis mais prestigiados da cidade, com espaços amplos, frequentemente escolhido para grandes recepções e eventos corporativos.

O carro não foi estacionado no subsolo, mas sim do lado de fora, e os dois seguiram a pé.

— Ainda há uma certa distância daqui até lá, por que não entramos direto com o carro? — Após caminharem alguns passos, Thiago expressou a dúvida que tinha em mente.

— Não estamos com pressa, vamos considerar um passeio — disse Íris.

A realidade, obviamente, era outra.

Ela estivera ali muitas vezes nos últimos dias, mas nunca estacionara no subsolo do hotel.

Ela ainda guardava um rancor por aquele lugar ou, para ser mais precisa, sentia um medo inexplicável em seu interior.

Desde que renasceu, sempre que vinha sozinha, dava a volta pelo lado esquerdo; hoje era a primeira vez que caminhava pelo lado direito.

Ao olhar para cima, via o edifício imponente; ao olhar para baixo, via o gramado e os canteiros dispostos no chão.

Um daqueles gramados era exatamente o lugar onde, outrora, o sangue correra em abundância.

A borda do gramado era pavimentada com azulejos.

Naquela época, o sangue ficara metade na grama e metade fora; o corpo caíra diretamente sobre os azulejos, tingindo o branco de vermelho.

Agora, os azulejos pareciam impecavelmente brancos.

Contudo, Íris sentiu uma súbita vertigem.

Seu corpo balançou de forma descontrolada.

Thiago, que caminhava meio passo atrás dela, agiu rapidamente para ampará-la. Antes mesmo de tocá-la, ela recuperou o equilíbrio.

Ele não recolheu a mão imediatamente, mantendo-a posicionada logo atrás da cintura dela como suporte, e aproximou-se com preocupação:

— O que houve? Seu rosto parece muito pálido. Você está se sentindo mal?

O rosto dela estava realmente pálido. Íris não podia ver, mas Thiago enxergava com clareza. Estava branco, sem cor alguma.

Percebendo que perdera a compostura, Íris desviou apressadamente o olhar daqueles azulejos brancos e forçou um sorriso, balançando a cabeça:

— Não é nada. Deve ser porque não descansei bem nos últimos dias. Uma boa noite de sono resolverá.

— Que tal voltarmos agora para você descansar? Se confiar em mim, deixe que eu verifique tudo. Se houver algo faltando, eu te aviso. A empresa de entretenimento organizou muitos eventos ao longo dos anos, não sou estranho a preparativos de banquetes.

Era verdade que a empresa organizara muitos eventos, mas como isso chegaria às mãos do dono para ser preparado? Eram os subordinados que organizavam tudo, e ele apenas comparecia.

No entanto, Íris acreditava que, se entregasse a tarefa a Thiago, ele a realizaria com perfeição, mesmo sem experiência direta.

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— Eu confio em você, é claro, mas isso é algo pequeno que eu mesma posso resolver. Além disso, já estamos aqui, subir para dar uma olhada não tomará muito tempo.

Se soubesse, teria inventado outra desculpa para não deixá-lo tão preocupado.

Vendo que ela insistia, Thiago não tentou convencê-la mais, apenas disse:

— Então, se sentir qualquer desconforto, avise-me imediatamente.

Íris assentiu com um sorriso: — Tudo bem.

Aquele sentimento pesado e complexo de antes parecia ter aliviado um pouco. Ter alguém acompanhando-a realmente tornava as coisas muito melhores.

Os dois caminharam em direção ao hotel.

Embora Thiago tivesse recolhido a mão, ele permaneceu meio passo atrás dela, pensando que, se ela voltasse a vacilar, ele poderia segurá-la no primeiro instante.

O salão do banquete era muito amplo.

Quase tudo estava pronto; o que Íris dissera sobre verificar detalhes era apenas um pretexto. Ela viera especificamente para fazer outra coisa.

Após dar uma olhada casual pelo salão, levou Thiago até a varanda.

Sendo um local projetado para grandes banquetes, havia muitas varandas, mas esta para onde Íris o levou era uma das menores e com design mais simples. Justamente por ser pequena e simples, raramente era escolhida pelos convidados para apreciar a vista, tornando-se o lugar mais silencioso de todo o salão.

Se algo acontecesse ali de repente, dificilmente haveria testemunhas.

Claro, havia câmeras de segurança.

Mas câmeras são fáceis de danificar se houver intenção.

Íris achava que, após passar por tanto, já era corajosa o suficiente, mas ao pisar novamente naquela varanda, suas pernas fraquejaram.

De todo o salão de festas, este era o único lugar onde ela ainda não tinha vindo.

Thiago sentiu algo e, ao baixar o olhar, viu os dedos finos e longos da garota segurando firmemente a ponta de seu paletó. Ele ficou surpreso e, ao mesmo tempo, feliz.

Era um gesto de dependência instintiva.

Mas por que ela agiria assim? Ela não parecia ser alguém particularmente medrosa.

Tratava-se de um edifício de trinta andares; olhar para baixo dali era, de fato, muito alto.

Ele perguntou hesitante: — Medo de altura?

Íris estancou, percebendo seu gesto instintivo, e recolheu a mão apressadamente: — Um pouco.

Ao vê-la soltar sua roupa, Thiago sentiu uma pontada de desilusão. Suas mãos, caídas ao lado do corpo, esfregaram levemente os dedos. Ele, na verdade, queria segurar a mão dela, mas temia que ser tão abrupto pudesse assustá-la.

— O parapeito é alto e firme. E mesmo que não fosse, eu estou aqui e não deixaria você cair. Não tenha medo.

Ao dizer isso, ele se virou para olhar para Íris.

Parecia uma brincadeira, mas ele falava com extrema seriedade.

Íris ficou paralisada, perdida naqueles olhos amendoados profundos e brilhantes.

Após trocarem olhares por um longo tempo, ela virou levemente o rosto e respondeu em voz baixa: — Entendo.

Thiago olhou para o perfil dela e, de repente, sorriu sem emitir som.

Foi um sorriso leve e sutil, mas extraordinariamente radiante.

— Se estiver com muito medo, pode continuar me segurando.

Íris baixou os cílios e comprimiu os lábios sem responder, mas sua mão subiu lentamente e segurou de leve a ponta da roupa dele.

Um pequeno arco se formou no canto de seus lábios.

Ela não estava sozinha e, hoje, nada havia acontecido ainda; Pedro estava agora mesmo sentado em seu escritório ajudando com os negócios da família.

Realmente não havia o que temer.

Ficaram em silêncio na varanda por um tempo, até que Thiago disse:

— Não parece haver problemas aqui, mas...

Ele apontou para a câmera na parede, no final da varanda: — A vigilância aqui deve ser checada com cuidado. Banquetes têm muita gente misturada, é fácil algo dar errado. Sem câmeras, fica difícil resolver as situações.

— Eu também pensei nisso. Imaginei que, se eu notei as câmeras, quem quiser causar problemas no banquete também notará. Por isso, comprei algumas câmeras pinhole e pretendo instalá-las escondidas. Se ninguém causar problemas, ótimo; mas se alguém vier arranjar confusão sem motivo, essas câmeras serão um trunfo inesperado.

Dito isso, ela abriu a bolsa e tirou as pequenas câmeras.

Thiago, embora um pouco surpreso, não pensou demais. A posição da família Paes na cidade era proeminente, era impossível não ter inimigos, e não seria estranho se alguém tentasse sabotar o banquete para causar problemas à família.

— Você foi muito cautelosa — disse ele.

— Dê-me todas. Eu as instalarei de forma que ninguém consiga encontrar.

 

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