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"Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino" Capítulo 058

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Capítulo 058: Uma Pequena Lição

Após deixar Thiago no edifício da empresa de entretenimento, Íris voltou para a mansão Paes.

— Íris, voltou? — O sol da manhã estava agradável, e Cecília estava sentada no jardim.

— Sim, mãe. Só a senhora em casa?

— Seu pai e seu irmão foram para a empresa. Seu tio e a tia Fang também foram trabalhar. Só sobrou eu. Só ficarei em casa mais alguns dias, logo terei que viajar a trabalho. Mas não ficarei fora por muito tempo, voltarei antes do desfile da Fang. Ontem ela veio falar comigo, sugeriu antecipar o banquete de boas-vindas para o dia seguinte ao desfile, aproveitando para ser também a festa de celebração.

Influenciada pela atitude de Íris em relação ao casal, Cecília já não demonstrava a mesma animação de antes para organizar o evento. Mas, como já prometera, teria que cumprir o protocolo.

A Fang tomou a iniciativa de falar com a mamãe? Tanta pressa assim?

Íris semifechou os olhos, entregou a bolsa a um empregado e sentou-se ao lado de Cecília.

— Já que a senhora estará ocupada, por que não deixa os preparativos do banquete comigo?

— Com você? Eu tenho trabalho, mas você também tem. Lembro que sua agenda costuma ser mais cheia que a minha, e você já está de folga há algum tempo.

Íris tinha muito trabalho, tanto individual quanto com a orquestra, mas cancelara tudo.

— Pedi licença. Sinto que nunca tirei férias de verdade, então pretendo relaxar um pouco agora e, quem sabe, encontrar um namorado. — Olhou para Cecília rindo. — Senão a senhora e o papai vão ficar preocupados e começar a procurar pretendentes por todo lado.

Cecília riu: — Fazemos isso por quem, hein? E você ainda vem nos provocar. Mas descansar fará bem; desde pequena você raramente se permitiu parar.

— Falando em pretendentes, aquele Thiago... você não me pediu o contato dele? Chegaram a se falar?

Cecília perguntou sem esperanças. Por isso, quando Íris respondeu prontamente "Sim", ela chegou a se levantar de susto. Arrumou a roupa, sentou-se elegantemente de novo e olhou com desconfiança: — É sério? Não está apenas tentando me tranquilizar?

— Claro que não. Ontem fomos juntos ao parque de diversões. —

E até dormi na casa dele.

— Ontem? Parque de diversões? — Cecília lembrou de algo. — Você saiu cedo da escola ontem para ir ao parque com ele?

Cecília estava genuinamente chocada. Não apenas pelo fato de Íris sair sozinha com Thiago, mas pelo fato de Íris ir a um parque de diversões. Desde criança, por mais que Cecília tentasse convencê-la de como era divertido, Íris nunca se interessara.

— Sim, mãe. Se não acredita, pode perguntar aos funcionários; fomos ao maior parque do Grupo Paes.

É verdade mesmo...

Cecília ainda achava surreal.

— E o que achou dele?

— Ele é ótimo. Acho que podemos tentar nos conhecer melhor. — Antes, dizer isso era uma desculpa; agora, o sentimento era totalmente diferente. Em apenas um dia, sua mentalidade mudara drasticamente. Se alguém perguntasse o que sentia por Thiago, ela não saberia explicar. Não parecia uma paixão comum, mas Thiago era mais importante para ela do que ela mesma. Por ele, daria a vida. E estar com ele a fazia genuinamente feliz.

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— Então conheçam-se bem. Nós apenas damos uma referência inicial, mas quem decide é você. Se depois de um tempo sentir que não dá certo, não se force por nossa causa.

— Eu entendo, mãe. Sei o que estou fazendo.

— Eu confio em você, mas você sempre foi tão correta e nunca foi rebelde; tenho medo de que sua pureza te faça ser enganada.

Íris riu. Sua mãe a achava esperta, mas "pura". Ela nunca tivera um namorado e seus amigos eram todos conhecidos de longa data; Cecília temia que ela não conhecesse a maldade do mundo.

— Mãe, a senhora pensa demais. Acredite no seu instinto e no meu. Não sou tão boba assim.

— Tem razão. Seu pai o avaliou por muito tempo antes de te apresentar. — Cecília olhou para as roupas leves de Íris. — Foi assim que saiu ontem para ver a sua amiga? Você raramente usa esse tipo de roupa.

— Saí à noite, estava fresco. Vou subir, tomar um banho e trocar de roupa, depois volto para conversar com a senhora.

Os dias passaram tranquilamente. Cinco dias depois, Íris recebeu uma ligação de Gu Qing, a mulher maquiada do Alvorada, convidando-a para jantar. Íris já queria encontrá-la e estava esperando por esse contato.

Ao se dirigir ao portão para sair, seu carro foi barrado.

— Íris, vai sair? — Fang Ya veio correndo.

— Sim. Precisa de algo?

— É que meu carro teve um problema e está no conserto. Seu tio está ocupado e não pode vir me buscar. Posso pegar uma carona?

Eram quatro da tarde. Íris tinha um compromisso às cinco.

— Não faltam carros na casa dos Paes. Se precisar, fale com a governanta, ela providenciará um motorista.

Fang Ya travou, irritada. Ela queria mesmo a carona? Claro que não! Ela só via Íris em casa, sempre cercada por outros; queria uma chance de sondar a garota a sós.

— É uma saída rápida, não quero incomodar. Além disso, vou jantar com alguém e talvez beba um pouco; não seria prático dirigir na volta.

Íris olhou para ela friamente. — Suba.

O tom era tão seco que Fang Ya sentiu como se estivesse recebendo uma esmola. Tentou abrir a porta de trás, mas estava travada.

— Não tenho o hábito de ser motorista de ninguém. Sente-se no banco do passageiro — disse Íris, sem emoção.

Fang Ya, ainda mais irritada, sentou-se na frente. — Desculpe, foi força do hábito... Obrigada pela carona, Íris, me poupou um grande trabalho.

Íris sentiu um desconforto ao ver Fang Ya ocupando o lugar onde Thiago estivera na noite anterior. Sua aversão pela mulher era profunda.

Fang Ya queria a carona? Íris iria satisfazê-la. Estava mesmo procurando uma chance de lhe dar uma lição. As lições grandes viriam depois, mas uma pequena agora cairia bem.

Na vida passada, após a morte dos pais em um acidente, Íris teve medo de dirigir por muito tempo. Thiago, para ajudá-la a superar o trauma, levou-a a pistas de corrida e a incentivou a pilotar, sentando-se ao lado dela sem medo. Com ele ali, ela jamais ousaria falhar. Com o tempo, ela não apenas superou o trauma, como se tornou uma excelente motorista.

Ela se perguntava se Fang Ya seria corajosa o suficiente para sua condução.

— Espere, Íris! Este não parece o caminho para o centro! — As estradas estavam ficando desertas.

— A senhora ficou fora por muitos anos, talvez não conheça bem os atalhos. Por aqui também se chega ao centro. As outras rotas costumam congestionar, esta é a mais livre. Eu sempre venho por aqui. Fique tranquila, garanto que a entregarei inteira no centro da cidade.

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