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"Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino" Capítulo 055

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Capítulo 055: Thiago Bêbado

Arthur sentiu um arrepio por todo o corpo.

Este definitivamente não era o herdeiro da família que ele conhecia!

Além disso, com Íris totalmente camuflada, Thiago ainda ser capaz de reconhecê-la à primeira vista em meio à embriaguez... era amor verdadeiro, sem dúvida!

Íris não deu atenção a Arthur. Com um suspiro baixo e resignado, ela caminhou até Thiago e tirou a taça de sua mão.

Curvando-se levemente, seus cabelos soltos deslizaram com o movimento, roçando as costas da mão de Thiago com uma carícia sutil.

— Por que bebeu tanto?

— Acabei bebendo demais sem querer... não foi por mal.

Thiago permaneceu encostado no sofá, olhando para cima, para ela.

Havia uma docilidade inesperada em seu rosto.

Aquilo amoleceu o coração de Íris.

— Não estou te dando bronca, só queria saber se aconteceu algo que te deixou aborrecido.

Thiago desviou o rosto. — Nada.

Mentira.

Ela o conhecia bem demais; se não tivesse acertado em cheio, ele não estaria evitando o contato visual.

Mas, para ser sincera, ela nunca o vira bêbado antes.

Apesar de terem vivido tantos anos juntos na vida passada.

Em sua memória, Thiago sempre fora o ápice da calma e do autocontrole.

Quem diria que ele ficaria tão comportado quando alcoolizado?

— Sério, não foi nada. E mais... eu não sou assim normalmente. Bebo raramente, não sou irresponsável. Eu sou muito equilibrado e confiável.

Lucas e Arthur: — ...

Insuportável de assistir!

A visão de mundo deles estava sendo destruída!

Íris comprimiu os lábios para não rir e assentiu repetidamente: — Sim, sim. Você é muito equilibrado e confiável.

— Então, Senhor Thiago, tão equilibrado e confiável, posso te levar para casa agora?

Thiago não respondeu de imediato. Em vez disso, olhou seriamente para ela e disse: — Não me chame de Senhor Thiago. Isso é para os outros chamarem.

Íris conteve o riso, com um olhar imensamente terno. — E como devo te chamar?

— Thiago. Você deve me chamar de "Irmão Thiago".

Os dois espectadores: — ...

Arthur teve vontade de cobrir o rosto. Que vergonha alheia!

Ele queria gravar aquela cena para zombar de Thiago no futuro, mas, infelizmente, tinha o desejo, mas faltava-lhe a coragem.

Íris, porém, não viu nada de errado. Apenas não conseguiu se segurar e soltou uma risadinha.

— Está bem, Irmão Thiago.

— Já está muito tarde. Posso levar o Irmão Thiago para casa?

Thiago assentiu.

Íris guardou o celular dele em sua bolsa e o ajudou a levantar.

Olhando para os dois homens de expressões indecifráveis, ela fez um aceno educado: — Vou levar o Thiago primeiro. Primo Lucas e Senhor Arthur, como vieram de longe, peço desculpas por qualquer falta de hospitalidade. Quando o Thiago estiver sóbrio, faremos as honras da casa e os receberemos adequadamente.

Com essas palavras, ela incluiu a si mesma e a Thiago em um mesmo grupo.

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Lucas não demonstrou muita reação, mas Arthur arqueou a sobrancelha.

Pelo visto, talvez Thiago consiga o que deseja no final das contas.

O gerente, vendo Thiago ser levado, estava ansioso, mas não ousava questionar ou perguntar nada a Íris, com medo de ofender quem não devia e levar uma bronca do patrão depois. Mas também não podia simplesmente ignorar...

Correu para a cabine: — Senhor Lucas, Senhor Arthur, o nosso patrão...

— Ela é a primogênita da família Paes. Tenha discernimento — disse Arthur.

O gerente era um homem de confiança de Thiago. Mesmo que não soubesse dos sentimentos do patrão por Íris, sabia bem que aquele noivado fora por vontade própria de Thiago.

De repente, pensou que, com as habilidades de seu patrão, mesmo estando em coma alcoólico, seu senso de alerta jamais desapareceria.

Se ele permitiu que alguém o levasse, só havia uma possibilidade.

Ele quis.

Além disso, se não fosse desejo do patrão, os dois senhores na cabine jamais permitiriam que ele fosse levado.

Limpando o suor frio, ele percebeu que quase estragou os planos do patrão!

— Está ficando tarde, vou providenciar acomodações para os senhores — disse o gerente, sendo prestativo.

Lucas e Arthur não recusaram. Tendo crescido juntos, eles não fariam cerimônia com Thiago por algo tão pequeno.

— Lucas, você não foi prender alguém? Conseguiu? Como encontrou a Senhorita Paes? E por que a trouxe aqui para cima?

— Prendi. A Senhorita Paes ajudou. Quanto ao motivo de trazê-la, você ainda não percebeu?

Claro que percebeu.

Era um evento que acontecia uma vez a cada cem anos!

Quem diria que Thiago teria um lado tão dócil e carente?

Que revelação!

Mas como uma dama delicada como a Senhorita Paes ajudou? Arthur sabia bem quem era o alvo; não era alguém que seria pego por qualquer amador.

Lucas não se deu ao trabalho de explicar verbalmente. Simplesmente acessou as câmeras de segurança do corredor e mostrou a ele, deixando Arthur boquiaberto.

Enquanto isso, Íris conseguiu colocar Thiago no carro.

Ao ajudá-lo a sentar no banco do passageiro — e como ele estava muito pesado devido à embriaguez —, Íris se esforçou bastante. No momento em que o acomodava, ela perdeu o equilíbrio e caiu direto no peito dele.

Thiago não fumava, então não havia cheiro de cigarro.

Um aroma fresco misturado com uma leve fragrância de vinho envolvia seus sentidos.

Talvez o cheiro do álcool estivesse forte demais, pois Íris sentiu sua cabeça um pouco tonta.

Acabou ficando ali, encostada nele, por um bom tempo.

Thiago, não se sabe se intencionalmente ou não, envolveu a cintura dela com o braço, mantendo-a presa.

Através da camisa, Íris podia ouvir os batimentos cardíacos fortes dele.

Seu rosto esquentou de repente.

Ela se levantou apressada.

Levou um certo esforço para tirar a mão dele de sua cintura e colocar o cinto de segurança.

Ao terminar, pequenas gotas de suor brotavam em sua testa. Não se sabe se pelo esforço físico ou por outra coisa.

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Íris sabia onde Thiago morava.

Uma vila com um pequeno jardim.

Não era tão grandiosa quanto a mansão dos Paes, mas ainda assim era um lugar de luxo.

Na vida passada, após ser salva por Thiago, ela morou ali muitas vezes. Thiago não voltava com frequência, mas sempre que pernoitava na cidade, era para lá que ia.

O portão externo tinha biometria; com Thiago ali, entraram facilmente.

A porta da casa tinha senha numérica.

Íris lembrava da senha. Era uma data.

Mais tarde, ela descobriu que era o dia em que Thiago se transferira para a Primeira Escola de Ensino Médio da cidade.

Não foi por tentativa e erro; ela sabia que Thiago não mudava senhas frequentemente. Faltavam apenas alguns meses para o momento em que, na outra vida, ele a salvaria, e ela acreditava que a senha ainda seria a mesma.

Dito e feito. Assim que inseriu os números, a porta se abriu.

Levou-o para dentro e acendeu as luzes.

A decoração era minimalista e monótona. Além dos móveis essenciais, não havia um único adorno, nem sequer uma planta.

Exatamente como na primeira vez que ela entrara ali na vida anterior.

Parecia um hotel disfarçado de casa.

Naquela época, após se mudar, ela não tinha ânimo para decorar nada, mas Thiago, aos poucos, ia trazendo itens para a casa. Com o tempo, o lugar começou a ter cara de lar.

Ver aquela frieza novamente a deixou um pouco desconfortável.

Recuperando o foco, Íris ajudou Thiago a subir. O quarto dele ficava no segundo andar.

Estranhamente, não foi difícil.

Ela chegou a pensar que ele tivesse acordado, mas ao deitá-lo na cama e notar sua respiração regular, viu que se enganara.

Após cobri-lo, Íris desceu para a cozinha para preparar uma sopa para ressaca.

O que ela não sabia era que, no instante em que ela saiu do quarto, o homem na cama abriu os olhos.

Suas pupilas escuras estavam profundas e lúcidas.

 

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