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"Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino" Capítulo 053

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Capítulo 053: Procurando Alguém no Alvorada

Thiago não tinha nenhuma lembrança disso e não pôde deixar de perguntar: — Quando foi isso?

Não se lembrar lhe trazia um certo pesar. Então eles tiveram a chance de se conhecer há tanto tempo?

— Foi no aniversário de três anos da irmã do Lucas. Na época, a Senhorita Paes parece ter acompanhado a mãe dela na festa na casa dos Fu. Ela e a irmã do Lucas têm a mesma idade, então ambas tinham três anos, enquanto nós tínhamos seis.

Arthur olhou para eles com desconfiança: — Não pode ser, a memória de vocês é pior que a minha? Eu lembro disso e vocês não têm a mínima ideia?

Não era uma questão de memória ser boa ou ruim. Thiago lembrava-se da festa de três anos de Bianca (傅陌幽), mas isso não significava que ele guardaria o rosto de todos os convidados. Além disso, naquela época, ele não era como agora. Ninguém era mais brincalhão que ele; ele passava a maior parte do tempo no quarto de Lucas jogando videogame e quase não saía para o salão, como veria alguém?

— Eu lembro — disse Lucas. — Parece que, desde então, Bianca e a Senhorita Paes se dão bem. Mantiveram contato ocasional e depois ambas entraram para a Orquestra Sinfônica Estelar, tornando-se grandes amigas.

Bianca Fu, a primogênita da família Fu, também era membro da orquestra e tocava pipa. Ela entrou para o grupo dois anos depois de Íris.

Thiago não estava muito interessado nesses detalhes. Ele nunca perdera uma única apresentação de Íris, então como não saberia que Bianca estava no mesmo grupo? Ele apenas não imaginava que houvesse tal conexão antiga. Se soubesse que tivera a chance de encontrá-la tão cedo, jamais teria passado o dia todo jogando videogame.

Não, se o "ele" daquela época tivesse encontrado a "ela" de então, talvez não tivesse sentido esse impacto imediato que o marcou para sempre. Foi justamente naquele ponto específico do tempo que o encontro se tornou inesquecível. Pensando bem, além de um leve pesar por não ter visto sua versão infantil, ele não sentia nada negativo. Mais do que o passado imutável, ele se importava com o presente e o futuro.

— Lucas, se não me engano, a Senhorita Paes tem algum parentesco com você, certo?

— Sim — respondeu Lucas secamente, como se não fosse um grande detalhe, e não se alongou no assunto. Arthur também não insistiu.

Arthur voltou-se para Thiago: — Voltando ao assunto sério, Thiago, o que você realmente pretende fazer? O Lucas já avisou que o seu primo está difícil de lidar. Deixo claro: já que você gosta da Senhorita Paes, não sou a favor de desistir, mas o momento parece inadequado. Você não pode estar ao lado dela o tempo todo para protegê-la...

Thiago silenciou por um momento: — Eu... sei o que estou fazendo.

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Esse "sei o que estou fazendo" soou sem confiança. Era nítido que Thiago não estava bem. Vendo isso, os dois trocaram olhares e mudaram de assunto para não machucá-lo ainda mais. Ele dizer que estava de bom humor já era algo raro o suficiente.

— Certo, chega disso. Vamos beber.

Arthur serviu os três. A partir daí, Thiago começou a beber uma taça atrás da outra. Os avisos de Arthur não surtiam efeito. Lucas não o impediu, apenas o acompanhou em algumas taças. Como estavam em missão, os dois não beberam muito.

Uma missão que exigia a presença de Lucas e Arthur não era simples. Embora devessem agir juntos, após receber uma mensagem, Lucas levantou-se sozinho para sair, deixando Arthur vigiando Thiago. Afinal, o Alvorada era território de Thiago. Mesmo tendo dito que não precisavam de ajuda, Thiago certamente lhes facilitaria as coisas. Com a dificuldade da missão reduzida, Lucas voltou em menos de meia hora e continuou a beber.

Às onze da noite, Íris já se preparava para dormir quando recebeu uma mensagem.

Ela não trabalhava sozinha. Embora fosse habilidosa com computadores, isso só servia para coletar informações online. Para localizar pessoas, ela precisava de investigadores particulares. Dez dias atrás, ela contratara um para encontrar alguém, e só hoje recebeu a localização: a pessoa estava no Alvorada.

Íris vestiu roupas leves, colocou um boné e uma máscara e saiu. A essa hora, sua família já dormia ou estava em seus escritórios. Ela não encontrou ninguém ao descer. Como não passava táxi na porta da mansão Paes àquela hora, ela teve que dirigir. Para justificar o barulho do carro, enviou uma mensagem para Cecília dizendo que sua amiga precisava dela e que iria para a casa dos Amarante.

Cecília confiava plenamente no discernimento da filha e não suspeitou. Perto da meia-noite, o horário em que Íris costumava descansar, o Alvorada estava em seu auge. Ao entrar, Íris foi atingida pela música ensurdecedora. Ela foi direto para um balcão específico, onde um homem jovem abraçava uma mulher enquanto bebiam. A mulher estava muito maquiada; o homem tinha um olhar sorrateiro e vil.

Íris franziu o cenho e ficou em um canto, observando sem se aproximar. De repente, viu uma figura familiar na multidão: Lucas Fu. Ela o reconhecia por ser irmão de Bianca e amigo de Thiago, mas sua memória dele vinha principalmente da vida passada. Quando Thiago sofreu o acidente, Lucas estava em missão e não pôde ir ao funeral. Mais tarde, ele a ajudou muito em sua vingança.

Lucas parecia estar em operação. Íris notou que os olhares dele e de sua equipe se voltavam frequentemente para o casal no balcão que ela estava vigiando. Para que Lucas agisse pessoalmente, os alvos não deviam ser amadores. Se houvesse confusão, o Alvorada seria prejudicado. Sendo o lugar de Thiago, ela não queria que isso acontecesse.

Ela se aproximou, pegou a taça que o homem oferecia à mulher e puxou a moça para trás: — O que você colocou na bebida da minha amiga?

O homem não se assustou. Pelo contrário, cobiçou Íris ao notar seu corpo esbelto. — Do que está falando, beldade? Não entendi. Já que são amigas, que tal bebermos todos juntos?

A mulher maquiada olhou para a bebida e um lampejo de compreensão e amargura passou por seus olhos. Ela ficou em silêncio atrás de Íris.

— Quer beber? Ótimo. Aqui tem muita gente, vamos para outro lugar.

O homem sorriu maliciosamente: — Excelente ideia.

— Minha amiga bebeu demais, não vai nos acompanhar. Vou pedir para alguém levá-la. — Íris chamou um garçom, deu-lhe dinheiro para levar a mulher em segurança a um hotel da rede Paes e anotou o número do crachá dele.

A mulher tentou segurar o braço de Íris: — Senhorita... eu bebi demais, venha comigo. — Ela percebeu que Íris estava tentando ajudá-la e não queria que a jovem se sacrificasse.

— Não se preocupe. Já que é seu amigo, eu beberei com ele. Conheço o Alvorada como ninguém, cuidarei bem do seu convidado. — Íris apertou a mão dela levemente, sinalizando segurança. — Vá descansar, eu te ligo mais tarde.

A mulher hesitou, mas o olhar firme de Íris a convenceu de que a jovem sabia o que estava fazendo. Antes de sair, elas trocaram números de telefone. Assim que a mulher partiu, Íris pegou uma garrafa e duas taças: — Agora, vamos encontrar um lugar calmo.

O homem, ansioso, esfregou as mãos e a seguiu. Lucas, que observava tudo, franziu a testa e foi atrás deles. Íris levou o homem para um corredor isolado, cercado por muros altos.

Quando ele achou que teria sua chance, Íris girou e esmagou a garrafa de vinho na cabeça dele. Lucas chegou a tempo de ver a cena.

 

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