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"Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino" Capítulo 045

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Capítulo 045: Protegendo o que é Seu

Embora ele não soubesse por que ela o fulminara com o olhar, nem por que ele mesmo estava em pânico, o gesto dela pareceu familiar e íntimo aos olhos de Thiago. Ele sentiu uma ponta de felicidade; era uma espécie de tortura doce.

Ao ver a expressão tensa de Thiago, a irritação de Pérola se dissipou. Ela suspirou internamente; não era justo culpá-lo. Ele provavelmente nem sabia que aquelas duas tinham segundas intenções com ele. Não era falta de inteligência, ele apenas não as considerava importantes o suficiente para notar.

Eu o conheço tão bem,

pensou ela. Mas então, como ele acabara se envolvendo com Beatriz na vida passada? Agora, ele mal lhe dirigia um olhar. Mais um enigma cujas respostas ela parecia ter esquecido.

Pérola sorriu para Beatriz: — Sim, nos encontramos de novo, Senhorita Beatriz.

— Senhorita Beatriz? — Helena mediu a outra de cima a baixo. — Então é a famosa estrela em ascensão. Se não me engano, a senhorita não estudou aqui. Também foi convidada?

O tom era de puro deboche. Helena esquecia que só estava ali por causa de Henrique. Beatriz, longe de ser boba, sentiu a ironia, mas manteve a classe: — Que engraçado. Realmente não estudei aqui, mas soube que era o centenário do colégio e quis prestigiar. Um amigo me trouxe. Já a senhorita, seu rosto não me é familiar dos eventos da elite. Como se chama?

Beatriz estava sutilmente chamando-a de "ninguém". Helena ferveu de raiva, mas conteve-se diante de Thiago e Henrique.

— Talvez frequentemos círculos diferentes — rebateu Helena. — Eu só a conheço da TV. Lembro de uma novela em que a senhorita interpretava uma mulher que destruía lares alheios... — Ela fingiu tapar a boca. — Oh, desculpe! Era só um personagem, claro. Quis dizer que sua atuação é ótima, não que a senhorita seja assim na vida real. Prazer, sou Helena, estudei aqui no ensino médio.

Beatriz empalideceu. Que mulherzinha audaciosa!

Thiago, percebendo que Pérola não parecia zangada, finalmente relaxou e dirigiu um olhar frio a Beatriz, assentindo brevemente como se levasse um tempo para lembrar quem ela era.

— Thiago, quanto tempo! — exclamou Helena, esperançosa.

Thiago olhou para ela com uma expressão de quem não fazia ideia de quem se tratava. O sorriso de Helena congelou. Pérola quase riu; Thiago sabia se defender sozinho. Não há nada mais humilhante do que ser ignorado por quem você deseja.

Para evitar o vexame total, Helena insistiu: — Thiago, não lembra de mim? Éramos da mesma sala no ensino médio. Sou a Helena.

Ele buscou na memória e, graças às fofocas constantes de Ricardo no passado, assentiu secamente: — Sim.

— Você também foi convidado? Não o vi no auditório. Acabou de chegar? — perguntou ela, ansiosa.

Thiago estava impaciente. Em tempos normais, sua educação o faria responder adequadamente, mas ele acabara de conseguir um encontro a sós com a mulher de seus sonhos e aquelas pessoas estavam roubando seu tempo.

— Não acabei de chegar. Já estou saindo — respondeu ele, antes de se virar para Pérola com um sorriso totalmente diferente: — Vamos?

— Thiago! — gritou Henrique, aproximando-se. — Por que essa arrogância? Não vê que a Helena está falando com você? Virar as costas assim é uma falta de consideração.

Thiago parou. Seu rosto, antes suave para Pérola, tornou-se gélido e afiado. Helena sentiu o sangue gelar; Henrique acabara de estragar qualquer chance de uma boa impressão.

Mas, antes que Thiago pudesse responder, Pérola interveio:

— Que interessante o seu comentário, Senhor Henrique. A Senhorita Helena cumprimentou o Thiago, e ele respondeu educadamente. Estamos de saída porque temos compromissos. Desde quando ter um horário a cumprir é "virar as costas com falta de consideração"? Ou será que o senhor é surdo e não ouviu as respostas dele?

Thiago olhou para ela, estupefato.

 

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