"O Príncipe e a Vilã: Um Jogo de Sedução e Poder" Capítulo 16
Capítulo 16: A Abolição da Escravidão
A voz de Solana era estável e firme enquanto ela declarava: — Vou erradicar o sistema de escravidão e punir severamente os mercadores que traficam seres humanos. Não haverá leniência. — Em sua mão, o relógio de bolso tiquetaqueava ritmadamente.
Os nobres presentes permaneceram em silêncio; apenas Silvia mantinha-se firmemente ao seu lado em total apoio, enquanto a Santa, com uma face inexpressiva do outro lado, demonstrava indiferença.
Os Cavaleiros Reais, em sua maioria jovens vindos da plebe e da Cidade Baixa, abraçaram a decisão com uma determinação de quem está pronto para morrer por ela.
Agora, o exército não era mais propriedade privada da nobreza, mas sim dos milhares de cidadãos.
Embora ali estivessem reunidos apenas os apoiadores nobres de Solana, até mesmo eles ficaram chocados. A reação dos velhos aristocratas conservadores era previsível.
No entanto, o fato de estarem no Palácio Imperial significava que Solana já detinha a vitória; aquela reunião era mera formalidade de notificação.
Solana ergueu sua taça e disse suavemente: — Fiquem tranquilos. Para os nobres que não lucraram com o tráfico humano, tratarei cada caso com critério e não sentenciarei à morte levianamente.
Os outros nobres fitavam o chão, transparecendo insatisfação e estupor, independentemente de estarem envolvidos ou não.
Apenas um deles ergueu a taça tremendo, motivando os que estavam ao lado a segui-lo. Solana não esperou mais, virou a taça de uma vez, sendo seguida pelos quatro nobres. Os demais os fuzilaram com o olhar.
Solana bateu a taça com força e ordenou rindo: — Silvia, mate os desrespeitosos!
Os nobres que não brindaram arregalaram os olhos enquanto uma horda de cavaleiros invadia o salão, executando-os rapidamente.
O sangue quente espirrou nos quatro nobres que brindaram. Um deles gritou de pavor, desabou em prantos e golpeou a cabeça contra uma coluna de pedra.
Agora, restavam apenas três nobres do lado de Solana.
Sui observava tudo incrédula, questionando-se: "Será que Solana tornou-se tão forte que não precisa mais de aliados?" Solana deu um tapinha no ombro dela e disse: — Sui, como uma Santa bondosa, ore por eles.
Sui caiu de joelhos, cruzou as mãos e fechou os olhos, encostando a testa no dorso das mãos enquanto lutava contra o tremor do corpo: — Que a Deusa perdoe seus pecados... A Deusa está com vocês...
Silvia pegou o lenço oferecido por Solana, limpou o sangue do rosto e a seguiu.
Longe dali, ao saberem da notícia, os dois antigos Grandes Duques levantaram-se bruscamente, escreveram uma carta às pressas e designaram um mensageiro secreto para infiltrar-se no palácio e entregá-la pessoalmente a Ían. O assunto envolvia a sobrevivência de toda a casta nobre e da família real.
Ían estava sentado no ponto mais distante que sua contenção permitia.
— Por que está sentado aqui sozinho? — Solana sorriu, caminhando até ele com Silvia.
— Eu matei a Ciel. Ela já era uma morta de qualquer forma, não deve haver problema, certo? — Ían olhou para Solana com um sorriso cínico.
— O casamento entre vocês seria em breve, Ían. Está tentando me causar problemas de propósito?! — A voz de Solana subiu de tom, incapaz de esconder a fúria e o cansaço.
Silvia mostrou surpresa; raramente via Solana perturbada por algo.
Ían deu de ombros: — Não entendo o que quer dizer. Não é nada de mais, é?
— Na véspera do casamento, o Imperador mata a própria noiva. Como acha que a imprensa e o povo vão reagir? — questionou Solana.
— Isso não importa — Ían deu de ombros novamente.
Solana franziu o cenho e partiu. Ían continuou sentado à beira da fonte, banhado pelo sol radiante, com um humor estranhamente eufórico.
Silvia seguiu Solana de perto.
— O que as ações do Imperador têm a ver conosco? — perguntou Silvia suavemente.
Solana virou-se com um olhar profundo: — Silvia, nossas mãos estão cobertas de sangue. Isso realmente trará um bom resultado?
— Já discutimos isso. Você disse que o povo nos temeria, mas eu respondi que minha vida não importa, desde que o que façamos seja o correto — afirmou Silvia com firmeza.
Solana assentiu levemente: — Se não estivermos mais aqui, o Império não precisará de um Imperador, mas de um verdadeiro líder.
Silvia arregalou os olhos por um instante e depois os baixou.
— Condessa Solana, às vezes duvido se você realmente viu a Deusa, senão como poderia se sacrificar de forma tão altruísta? — comentou ela.
— Silvia, na Cidade Baixa, os cidadãos não têm nem a liberdade de comprar pão. Se assarem em casa, são presos pelos nobres e vendidos como escravos. Todos os anos, enfrentam o frio para catar lenha no rio para não morrerem no inverno. Isso é apenas a ponta do iceberg. Ouço você falar sobre a dor dos plebeus, agora entende minha amargura? A Deusa... ela realmente existe? — O olhar de Solana era afiado como uma lâmina.
Silvia ficou sem palavras, com a garganta embargada, e apenas retirou-se dizendo: — Talvez ele se torne um excelente líder. Confio na sua visão.
— Você foge rápido. As questões dos hospitais e orfanatos estão resolvidas? — perguntou Solana encostada na mesa.
Silvia parou e respondeu: — Deixei o hospital com o Andre; tarefas técnicas não são para mim. Ele disse que reportará na próxima semana. O orfanato está quase pronto.
— Ótimo. Vá para a sua missão; os remanescentes daqueles nobres astutos não são fáceis de lidar.
— De fato. Não durmo bem há dias caçando gente — Silvia sorriu amargamente e partiu.
A maioria dos servos do palácio fora dispensada, restando apenas os cavaleiros de confiança de Silvia.
Notícias:
"A noiva do Imperador sofreu um atentado, possivelmente ligado a um antigo nobre da facção imperial. Com isso, as três grandes facções da antiga realeza vieram à tona, e a Condessa Solana foi categorizada como parte da facção da Rainha!"
Solana sorriu ao ler o jornal. Ela publicara anonimamente as informações que coletara por anos, guiando a opinião pública e empurrando os velhos nobres para o palco. Ao mesmo tempo, espalhou entre os nobres que Ían matara Ciel, deixando-os num dilema: aceitar o fato ou ter que encobrir a notícia para proteger Ían.
Ela olhou para Ían, sentado à sua frente, e sorriu: — Obrigada.
Ían a encarou sem expressão, em silêncio.
— Como você a matou? Eu não percebi nada. Usou magia? — Solana agarrou o pulso dele; o limitador funcionava perfeitamente.
— A vela apagou, então apenas enterrei o castiçal no coração dela. Ela caiu — narrou Ían com calma.
Solana estancou. Um ferimento no coração era fatal e tão rápido que ela talvez nem tivesse sentido dor.
"Ían, você está cada vez mais difícil de controlar...", pensou Solana.
— Descanse bem, Vossa Majestade — tentou mudar de assunto.
No entanto, Ían segurou o braço dela e a puxou: — O Imperador subiu ao trono há muito tempo e ainda não nomeou uma Imperatriz. O que a Condessa pensa disso?
— Não tenho pensamentos sobre isso. Com a situação caótica, quem ousaria dizer algo? — Solana tentou se soltar, mas foi puxada para o peito dele.
— Você não quer ser Imperatriz, nem Imperador? — o tom de Ían era provocativo.
Solana riu: — Vossa Majestade pode casar com qualquer uma, menos comigo. Isso é impossível.
Ían franziu o cenho, roçando os dedos na pele dela.
— Não importa o que você quer. Já atuamos como Imperador e Imperatriz inúmeras vezes — afirmou ele com autoridade.
As roupas de Solana foram rasgadas bruscamente. Ela foi pressionada no sofá por Ían, com o suor escorrendo entre os fios de cabelo. Ela lutou, mas teve os pulsos presos e foi arrastada para trás do sofá. A dor nos joelhos tornou quase impossível ficar de pé, e ela acabou sendo levada cambaleante até a cama da sala de descanso.
Os cabelos de Solana estavam enrolados no pulso de Ían. Ela tentou sentar-se bruscamente, mas a dor no couro cabeludo a fez cair de volta, sentindo-se um tanto vulnerável.
Ían abriu os olhos — antes azuis claros, agora pareciam muito mais profundos. Ele inclinou-se e selou os lábios dela antes que ela falasse, desatando os fios de cabelo de seu pulso com um movimento ágil.
Solana arquejou; o ar parecia rarefeito.
— Você poderia ter me afastado a qualquer momento, mas não o fez — Ían sorriu levemente.
Solana tossiu, com a voz rouca: — Eu não ligo, eu até aproveito. E você não sabia? Eu já tive relações com muitos, tive até dois amantes antes.
Ían franziu o cenho e aumentou a força; Solana agarrou o travesseiro voltando a arquejar.
Ele acariciou o pescoço dela e sussurrou: — Solana, eu sempre estive observando ela, e você nem percebeu.
Solana deu uma gargalhada enquanto lágrimas escorriam; não se sabia se era riso ou choro. Depois, ambos silenciaram e fecharam os olhos.
"Olá, sou a nova criada, vim servir a Condessa para o banho."
Diante dos olhos arregalados da criada que aparecera com o Imperador, Solana tirou o robe, revelando marcas vermelhas e mordidas pelo corpo. A criada piscou e baixou a cabeça envergonhada. As outras criadas entraram para arrumar o quarto, já acostumadas com a cena.
Solana relaxou na banheira, olhando para a criada que lavava seu cabelo com cuidado.
— Você é nova? — perguntou.
— Sim, Condessa. Sou a irmã da Xiner, ela se machucou e vim substituí-la. Não trabalho pior que ela, prometo!
Olhando para o rosto corado da jovem, Solana sorriu: — Qual seu nome?
— Flo. — Seus olhos castanhos brilhavam como o sol, e seus cabelos verdes exalavam vitalidade.
— Nome bonito. Será minha criada pessoal a partir de agora. — Solana fechou os olhos.
Flo ficou animada; criadas pessoais tinham uma vida menos dura que as comuns e até podiam provar as iguarias que sobravam dos nobres.
— Obrigada pela promoção, Condessa!
— Condessa, o senhor Andre pede audiência.
— Deixe-o entrar — respondeu Solana, agora em seu escritório.
Eles estavam a sós. Andre sentou-se no sofá, tomou um gole de chá e sorriu: — Seu gosto por este chá continua o mesmo.
— Como está o hospital? — perguntou Solana.
Andre pousou a xícara, sério: — Está sob controle, mas os boatos de que o hospital é um matadouro estão se espalhando. — Ele entregou os relatórios.
Solana pensou por um momento: — Escolha alguns pacientes para tratamento gratuito e divulgue isso para abafar os rumores. Quanto aos nobres, eu cuidarei para que fiquem quietos. Além disso, o responsável pela outra mina perdeu a paciência e aliou-se à Sui. Só precisamos esperar o momento para pegá-los de uma vez.
Andre assentiu, parecendo querer dizer algo mais, mas calou-se.
— O que quer perguntar? — captou Solana.
— Na verdade, é sobre o traidor da Torre Mágica, estou investigando.
Mas o que ele queria perguntar era sobre os boatos dela com o Imperador. Ele engoliu a pergunta.
— Monitore os passos, controle as saídas e o uso das pedras mágicas. Preciso desse traidor antes da Lei da Plebe ser promulgada — ordenou Solana.
— Sim!
Nesse momento, um pequeno pássaro azul pousou na janela, observando tudo com um olhar calmo. Seu corpo era quase transparente, fundindo-se ao ar.
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 66
Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino
Pérola Paes, a renomada musicista e herdeira da maior família de São Paulo, morreu de tristeza após carregar o fardo de um império por vinte anos sozinha. Mas o destino lhe deu uma nova chance. Ela acordou no dia em que tudo começou: o dia em que rejeitou o noivado com Thiago Steiner. Na vida passada, ele morreu para salvá-la; nesta vida, ela será o seu escudo. Enquanto todos pensam que o CEO implacável é quem manda, Pérola está nas sombras, destruindo cada armadilha e afastando cada "erva venenosa" que tenta se aproximar do seu homem. "Thiago, desta vez, ninguém vai te tirar de mim."Moderno|Fantasia56.3 mil palavras5 280 -
TerminadoCapítulo 6
O Beijo Amargo da Serpente: Minha Segunda Chance de Reinar
Na vida passada, minha irmã escolheu o poderoso Dante, a Serpente Negra, enquanto eu fiquei com o frágil Mário, a Serpente Branca. Eu fui amada, e ela foi traída. Consumida pela inveja, ela me tirou a vida. Agora, voltamos ao dia da escolha. Ela rapidamente agarrou a mão de Mário, acreditando que teria um destino de rainha. Ela só não sabe de uma coisa: no covil dos Silveira, não existem serpentes boas. Enquanto ela se afunda em um pesadelo doce, eu vou domar a fera negra e governar este império.Fantasia|Romance7.7 mil palavras5 190 -
TerminadoCapítulo 5
Divórcio Recusado: O General Beastman Perdeu a Memória
Após um grave acidente, Hugo, um General Beastman de elite nível S, perdeu todas as memórias dos últimos três anos — inclusive o fato de estar casado com uma simples humana. Para ele, esse casamento só poderia ter sido um erro do passado. Assim que recebeu alta, sua primeira decisão foi enviar uma mensagem fria para Sâmia: "Vamos nos divorciar". Sâmia, que sempre sofreu com a possessividade selvagem do marido, suspirou de alívio e aceitou na hora. No entanto, quando ela começou a sair com outros "beastmans" fofos, o lobo desmemoriado sentiu um instinto possessivo que nem a perda de memória conseguiu apagar. Ele não se lembra dela, mas seu corpo e seu instinto se recusam a deixá-la ir.Fantasia|Romance6.2 mil palavras5 58 -
TerminadoCapítulo 5
Contrato de Amor Interstelar: A Herdeira e Seus Protetores Ferais
Alice Cavalcante perseguiu Dante, o híbrido de leopardo das neves mais cobiçado da academia, por três anos, apenas para ser humilhada publicamente. Sendo a única herdeira de um império bilionário de minérios galácticos, ela não pode perder tempo: precisa de uma linhagem para sua herança. Desistindo de Dante, ela solicita um novo parceiro ao Gabinete de Casamentos. No entanto, após o período de cio, o arrogante Dante a encurrala na parede com olhos vermelhos: "Tente procurar outro homem se tiver coragem!" Nesse exato momento, seu terminal toca: "Parabéns, Srta. Alice, seu segundo parceiro híbrido, um doce Gato Persa, acaba de ser aprovado." Agora, ela tem dois felinos gigantes em casa disputando seu amor e sua fortuna.Fantasia|Romance6.8 mil palavras5 48 -
TerminadoCapítulo 5
O Coração Errado: Casada com o Gêmeo Feroz
Alice sempre soube que era a "peça de reposição" na vida de sua irmã gêmea, Luna. Casada com o frio e poderoso CEO Bernardo por um erro do destino, ela aceitou viver sob o peso da indiferença. No entanto, em uma noite de tormenta, Bernardo pede ao seu irmão gêmeo rebelde, Breno, para substituí-lo em casa por uma semana. O que Bernardo não sabia é que Breno era o misterioso lutador "R9", o único homem que Alice amou em segredo. Em um jogo perigoso de identidades trocadas e desejos proibidos, o coração de Alice começa a bater por quem ela acredita ser seu marido. Mas quem é o verdadeiro mestre desse jogo?Fantasia|Romance7.0 mil palavras5 59 -
TerminadoCapítulo 5
O Juramento de Sangue Quebrado: A Fuga da Serva
Sete anos de submissão e uma corrente de sangue que nos unia. Bia pensou que Santiago a amava, mas para ele, ela era apenas uma fonte de alimento, uma "serva de sangue" descartável. Quando a maldição do contrato atingiu seu ápice e Bia lutava pela vida, Santiago estava nos braços de outra mulher humana, transformando-a em sua nova obsessão. O limite foi alcançado. No silêncio da noite, Bia queimou a corrente de prata, quebrou o vínculo eterno e desapareceu nas sombras. Mas o que ela não esperava era cair nos braços de Eduardo, o Príncipe Vampiro original, que odeia a luz, mas que está disposto a dar a ela todo o sol que ela merece. Agora, Santiago está perdendo o juízo, caçando desesperadamente a única gota de sangue que ele nunca deveria ter deixado escapar.Fantasia6.6 mil palavras5 44 -
TerminadoCapítulo 6
O Comandante Feroz: A Noiva Humana do Lobo Prateado
Casada há dois anos com o comandante mais frio e implacável da galáxia, Valentina acreditava que seu destino estava selado por uma compatibilidade genética de 100%. Ela tentou de tudo para derreter o coração de gelo de Thiago, até que uma notificação urgente mudou tudo: "Houve um erro no sistema. Ele não é o seu par ideal." Pronta para fugir e recomeçar sua vida, ela é encurralada pelo homem que antes a ignorava. Com os olhos vermelhos de desejo e fúria, ele rosna em seu ouvido: "Você me seduziu e agora acha que pode ir embora? Tarde demais."Fantasia|Romance5.2 mil palavras5 58 -
TerminadoCapítulo 7
Minha Fera de Estimação: O Despertar do Lobo
Hugo era o lobo que eu domei, aquele que cresceu me obedecendo em tudo. Mas ao atingir a maturidade e entrar no seu primeiro período de cio, seus instintos selvagens despertaram. Eu, mimada e provocadora, tentei resistir ao seu toque, sem imaginar que isso o levaria à loucura. Entre correntes, beijos possessivos e segredos de uma linhagem real, descobri que meu "lobo obediente" escondia um passado sangrento. Ele voltaria para mim como um protetor ou como o novo rei da alcateia? Uma história sobre obsessão, sacrifício e um amor que transcende as espécies.Moderno|Fantasia6.0 mil palavras5 135 -
TerminadoCapítulo 9
A Tentação do Felino: Sim, Mestra
Eu tinha um gato preto comum. Mas uma noite, sua cauda envolveu meu pulso e seus olhos verdes brilharam com um desejo selvagem. No momento seguinte, ele se transformou em um homem de corpo escultural e sussurrou no meu ouvido: "Quer tentar, mestra?" Enquanto lidava com as traições do meu ex-namorado tóxico, descobri que meu "gatinho" não era apenas um transmorfo, mas alguém ligado ao meu passado de forma profunda. Agora, entre palcos de balé e segredos de família, terei que decidir se entrego meu coração a essa fera sedutora.Moderno|Fantasia5.7 mil palavras5 104 -
TerminadoCapítulo 7
Minha Cobra de Sangue Azul
Eu resgatei um homem-serpente ferido para salvá-lo, mas acabei caindo em sua armadilha de desejo. No dia do aniversário de Enzo, descobri sua traição cruel: ele me desprezava pela minha baixa compatibilidade física e planejava me trocar pela minha irmã. Sem hesitar, rasguei o contrato e o expulsei da minha vida. Mas o "presente" que trouxe para casa, Dante, é um espécime de nível SSS em pleno período de diferenciação. Com o corpo ardendo em febre e olhos verdes hipnotizantes, ele sussurrou no meu ouvido: "Ajude-me...". Eu não sabia que, ao estender a mão, selaria um pacto de amor e possessão eterna com a criatura mais perigosa do mundo.Moderno|Fantasia4.7 mil palavras5 79