"O Príncipe e a Vilã: Um Jogo de Sedução e Poder" Capítulo 15
Capítulo 15: Aprisionamento
— Meu Imperador, finalmente você retornou. — Solana executou o substituto de Ían diante de seus olhos, revelando sua verdadeira face: uma criada comum.
— Por que tirar a vida dela? — Ían estava firmemente amarrado à cadeira do palácio, incapaz de se mover.
Ciel observava ao lado em silêncio, sem expressão, como uma marionete de madeira.
— Matei porque quis. — Solana soltou um riso leve, mostrando seus dentes caninos característicos; aquela imagem lembrava um vampiro abandonado pelos deuses na mitologia.
— Ela era uma das suas! — rugiu Ían.
Solana inclinou-se, deslizando o dedo suavemente pelo pescoço de Ían: — E você não é? Neste Império, quem não é meu? Diga-me quem não é, e eu matarei todos eles.
— Você enlouqueceu completamente! Talvez tenha tido seus motivos no passado, mas olhe para si agora! — Ían gritou furioso.
Solana agarrou-o pelo pescoço, silenciando-o instantaneamente.
— Eu, louca? Hahahaha, isso é hilário. — Solana soltou a mão; as gazes que envolviam seus dedos sangraram, deixando uma marca no pescoço de Ían como uma rosa escarlate.
— Por que não me mata de uma vez? Seria mais simples. Ah, é verdade, você ainda não consegue me matar. E eu não vou te matar; quero que você veja com seus próprios olhos todos se tornarem brinquedos no meu jogo, hahahaha.
Solana arrastou o cadáver da criada para fora do quarto sem qualquer cerimônia.
Em seguida, ela sentou-se sobre as coxas de Ían, com um olhar cheio de escárnio.
— Ían, eu prefiro esse seu olhar de agora, cheio de medo.
O homem mais nobre de todo o Império estava, naquele momento, firmemente subjugado por ela.
Ían recuperou a liberdade de movimento, mas Solana colocou em seu pulso um dispositivo de contenção mágica, o que o impedia de usar magia ou de se teletransportar para fugir.
Solana sabia bem que as habilidades mágicas de Ían iam muito além daquilo; o fato de ele ter retornado propositalmente indicava que ele tinha um plano. Ela estava ansiosa para ver seus próximos passos.
Aquela criada que fora "morta" (em aparência), após perder todas as suas memórias, deixou o palácio silenciosamente. No momento da despedida, Solana escondeu em sua bagagem o primeiro volume de seu diário, selado com magia. Ao mesmo tempo, presenteou-a com uma quantia considerável de dinheiro; afinal, ela uma vez mencionara a um ajudante da cozinha que, se tivesse uma fortuna, viajaria por todos os cantos do Império. Agora, levando o diário do passado, era como se ela levasse a antiga versão de si mesma para uma nova jornada.
O povo da Cidade Baixa já estava todo registrado, mas como cobrir essa enorme despesa? Solana pensou em alguns nobres adequados. Como diz o ditado, "a lã vem da ovelha"; aquele dinheiro fruto da exploração deveria fazê-los sentir o gosto do próprio veneno.
— A Santa pede audiência! — anunciou a voz.
Solana estava sentada ao lado de Ían; ao ouvir o anúncio, o rosto da Santa congelou.
"Por que ela está aqui?", a Santa pensou surpresa.
Ela e o Imperador conspiravam há muito tempo, e sua vinda era justamente para discutir o momento da ação.
— Sui, como vai Belle? Tem passado bem na Igreja? — perguntou Solana.
Sui estremeceu, forçando um sorriso: — A Condessa Solana tem razão, ela é de fato a seguidora mais devota da Deusa, infinitamente leal.
Na realidade, Belle passava os dias em transe, ajoelhada diante da estátua da Deusa, como uma louca. Ela ignorava tudo ao redor, isolada em seu próprio mundo, desenhando freneticamente uma borboleta dourada, alegando ser a Deusa e implorando por salvação. Sui sentia palpitações toda vez que lembrava disso; ela precisava eliminar Solana, aquela mulher era perigosa demais, tudo fora meticulosamente planejado por ela!
Sui apertou os punhos, com as palmas suadas.
Solana tomou um gole de chá de flores e disse: — Não fique tensa, experimente um pouco.
Sui pegou a xícara tremendo. Ían tentou impedi-la, mas foi interrompido pelo riso de Solana: — Ora, não beba. Meu chá é delicioso, mas contém veneno, você não pode beber. Mas o Imperador deve poder, não é?
Sui largou a xícara às pressas, enquanto Ían a pegou e bebeu tudo de um trago.
— Ah, era brincadeira, Vossa Majestade realmente desperdiçou o chá — riu Solana.
Sui olhou para ela chocada; Solana estava cada vez mais audaciosa.
— Faz tempo que não organizamos um chá da tarde no palácio. Sinto falta daqueles velhos amigos. E os nobres que cuidam das terras geladas do norte também poderiam aproveitar a chance para se reunir. Será muito interessante; faremos um baile à noite, estou ansiosa.
As frases de Solana tinham um tom ascendente, como se ela estivesse genuinamente feliz. No entanto, o cansaço e o tédio estavam escondidos no fundo de sua garganta; nem mesmo o beijo mais íntimo poderia tocar aquela emoção oculta.
Ían escolheu o silêncio como sua resistência final.
Sui disse com um sorriso forçado: — Que ótima ideia da Condessa Solana, até eu comecei a ficar ansiosa!
Ían franziu o cenho para ela, pensando que aquela mulher sabia mesmo como falar, não admira que Solana gostasse tanto dela. Solana deu uma gargalhada, e Ían olhou-a de soslaio. "Que estúpida, não percebe que isso é pura bajulação?"
Sentindo o olhar de Ían, Solana conteve o riso e retribuiu com um sorriso forçado e falso, um leve curvar de lábios sem brilho.
— Vossa Majestade, parece que a Santa deseja falar com você a sós. — Solana levantou-se e saiu.
Sui tentou falar animadamente, mas foi contida por Ían.
— Estou cansado, discutiremos isso outro dia.
Sui agarrou o braço dele: — Já encontrei quem nos ajude. Este banquete é a oportunidade perfeita. Encontrei a antiga vice-mestra da Torre Mágica que fugiu; ela está na Igreja agora e domina uma magia negra capaz de sufocar alguém instantaneamente, sacrificando plebeus para usar o poder demoníaco. Assim, seu poder será restaurado e a Igreja obedecerá a você para sempre.
Ían girou levemente o bracelete em seu pulso; dentro dele estava aprisionada uma borboleta silenciosa, que raramente se movia.
— Se você realmente se submete a mim, por que usaria magia negra? Por que violaria as leis estabelecidas pela família real? — A voz de Ían era extremamente calma. Sui fixou os olhos naquelas íris de safira e nos cabelos loiros dourados que balançavam com a brisa, perdendo-se por um instante.
— Vossa Majestade, apenas espere pelas minhas boas notícias. — Dito isso, Sui partiu apressada.
Solana sentou-se no balanço e abriu uma caixa; dentro estava a enorme pedra mágica rosa que Ían lhe dera no passado. O problema dos mercadores estava prestes a ser resolvido, e ela recuperaria gradualmente o poder militar das regiões remotas.
De repente, sentiu o vento; alguém empurrou o balanço silenciosamente.
— Você pretende morar no palácio para sempre? — a voz de Ían veio de trás.
— Quando enjoar, eu vou embora. Ouvi dizer que a Cidade de Gelo no norte é ótima, quero visitá-la.
A voz de Solana não era mais aguda, tornara-se estável e fria.
— Minha mãe visitou a Cidade de Gelo uma vez. Ela se apaixonou por um amante lá, que acabou se enforcando; ele era o único filho da família Stanford, que administra a região. Agora eles adotaram um plebeu; talvez não recebam bem a realeza. Precisamos que eles protejam a região das neves, então não podemos agir precipitadamente contra eles.
— No fim, somos do mesmo país, não deveríamos ser tão distantes. A Cidade Baixa envia toneladas de carvão para lá todos os anos; eles não sobrevivem sem o nosso apoio, mas eles certamente podem viver sem a Cidade Alta.
Solana olhou para trás sorrindo; sua dica fora clara. A força militar que ela controlava agora era justamente a Cavalaria das Neves, a mais forte da Cidade de Gelo. E, claro, havia a Cavalaria Imperial que todos conheciam, sob o comando de Silvia.
Ían olhou atônito para Solana contra a luz do sol. O balanço bateu em suas pernas, e ele o segurou para recobrar os sentidos. Ían entendeu a entrelinha, mas pensou que ela estava apenas se vangloriando e não disse nada. A pedra mágica rosa ainda estava intacta; ele achara que ela já a teria usado.
— Ían, o seu casamento com Ciel já está sendo preparado, embora tenha sido adiado por vários motivos — disse Solana sorrindo.
— No nosso atual estado, ainda precisamos que eu me case com ela? — Ían inclinou-se levemente, olhando de cima para Solana no balanço.
— Ciel sou eu, e eu sou Ciel. A verdadeira Ciel adormeceu há muito tempo, não finja que não sabe. Afinal, as coisas que fizemos ontem à noite na frente dela...
— Eu realmente não te entendo — Ían balançou a cabeça.
Solana deu um sorriso leve, olhando para o horizonte com os olhos semisserrados, sem responder.
— Você parece cansada — notou Ían.
Solana assentiu devagar, baixando as pálpebras: — Sim... leve-me para o quarto. Esqueci de trazer a sineta, não posso chamar os servos.
Ían adiantou-se e pegou-a cuidadosamente no colo, junto com a caixa. Os servos curvavam-se na passagem, e ele não a levou para o quarto de hóspedes, mas sim para o seu próprio quarto. Afinal, ultimamente, Solana nunca dormia sozinha naquela outra sala; sempre dormiam juntos.
Ían inclinou-se, apoiando as mãos ao lado dela na cama, aproximando seu corpo. O cabelo longo de Solana espalhou-se pelos lençóis, bagunçado e atraente. Ela ergueu uma mão, cobrindo os lábios de Ían, com a voz quase num sussurro: — Foram várias noites seguidas, estou realmente exausta.
Dito isso, Solana encolheu seus braços e pernas brancos sob o cobertor, virou-se e caiu num sono profundo.
Ían sentou-se à beira da cama, observando-a dormir. Seu olhar acariciou os fios rebeldes dela enquanto suas memórias voltavam ao primeiro encontro. Naquela época, ela sorrira para ele, mas o sorriso não parecia dedicado a ele; era mais como algo belo que ele flagrara por acaso. Somente no dia de seu baile de debutante é que ela realmente sorriu para ele. Naquele dia, ele nunca se sentira tão feliz. Não por tê-la conquistado, mas porque finalmente houve uma troca de olhares, uma chance de conversar. Antigamente, havia uma distância enorme entre eles. Ele era o Príncipe Herdeiro, e ela apenas a filha não biológica de um pequeno conde. Os dois velhos duques o impediam de se aproximar: de um lado a influência da Rainha, do outro a do Rei, e ele parecia um estranho no ninho. Ela estava sentada ali, isolada, e ele também.
Pum.
Solana enlaçou o pescoço dele, puxando-o para a cama.
— Se está cansado, durma um pouco.
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 66
Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino
Pérola Paes, a renomada musicista e herdeira da maior família de São Paulo, morreu de tristeza após carregar o fardo de um império por vinte anos sozinha. Mas o destino lhe deu uma nova chance. Ela acordou no dia em que tudo começou: o dia em que rejeitou o noivado com Thiago Steiner. Na vida passada, ele morreu para salvá-la; nesta vida, ela será o seu escudo. Enquanto todos pensam que o CEO implacável é quem manda, Pérola está nas sombras, destruindo cada armadilha e afastando cada "erva venenosa" que tenta se aproximar do seu homem. "Thiago, desta vez, ninguém vai te tirar de mim."Moderno|Fantasia56.3 mil palavras5 280 -
TerminadoCapítulo 6
O Beijo Amargo da Serpente: Minha Segunda Chance de Reinar
Na vida passada, minha irmã escolheu o poderoso Dante, a Serpente Negra, enquanto eu fiquei com o frágil Mário, a Serpente Branca. Eu fui amada, e ela foi traída. Consumida pela inveja, ela me tirou a vida. Agora, voltamos ao dia da escolha. Ela rapidamente agarrou a mão de Mário, acreditando que teria um destino de rainha. Ela só não sabe de uma coisa: no covil dos Silveira, não existem serpentes boas. Enquanto ela se afunda em um pesadelo doce, eu vou domar a fera negra e governar este império.Fantasia|Romance7.7 mil palavras5 190 -
TerminadoCapítulo 5
Divórcio Recusado: O General Beastman Perdeu a Memória
Após um grave acidente, Hugo, um General Beastman de elite nível S, perdeu todas as memórias dos últimos três anos — inclusive o fato de estar casado com uma simples humana. Para ele, esse casamento só poderia ter sido um erro do passado. Assim que recebeu alta, sua primeira decisão foi enviar uma mensagem fria para Sâmia: "Vamos nos divorciar". Sâmia, que sempre sofreu com a possessividade selvagem do marido, suspirou de alívio e aceitou na hora. No entanto, quando ela começou a sair com outros "beastmans" fofos, o lobo desmemoriado sentiu um instinto possessivo que nem a perda de memória conseguiu apagar. Ele não se lembra dela, mas seu corpo e seu instinto se recusam a deixá-la ir.Fantasia|Romance6.2 mil palavras5 58 -
TerminadoCapítulo 5
Contrato de Amor Interstelar: A Herdeira e Seus Protetores Ferais
Alice Cavalcante perseguiu Dante, o híbrido de leopardo das neves mais cobiçado da academia, por três anos, apenas para ser humilhada publicamente. Sendo a única herdeira de um império bilionário de minérios galácticos, ela não pode perder tempo: precisa de uma linhagem para sua herança. Desistindo de Dante, ela solicita um novo parceiro ao Gabinete de Casamentos. No entanto, após o período de cio, o arrogante Dante a encurrala na parede com olhos vermelhos: "Tente procurar outro homem se tiver coragem!" Nesse exato momento, seu terminal toca: "Parabéns, Srta. Alice, seu segundo parceiro híbrido, um doce Gato Persa, acaba de ser aprovado." Agora, ela tem dois felinos gigantes em casa disputando seu amor e sua fortuna.Fantasia|Romance6.8 mil palavras5 48 -
TerminadoCapítulo 5
O Coração Errado: Casada com o Gêmeo Feroz
Alice sempre soube que era a "peça de reposição" na vida de sua irmã gêmea, Luna. Casada com o frio e poderoso CEO Bernardo por um erro do destino, ela aceitou viver sob o peso da indiferença. No entanto, em uma noite de tormenta, Bernardo pede ao seu irmão gêmeo rebelde, Breno, para substituí-lo em casa por uma semana. O que Bernardo não sabia é que Breno era o misterioso lutador "R9", o único homem que Alice amou em segredo. Em um jogo perigoso de identidades trocadas e desejos proibidos, o coração de Alice começa a bater por quem ela acredita ser seu marido. Mas quem é o verdadeiro mestre desse jogo?Fantasia|Romance7.0 mil palavras5 59 -
TerminadoCapítulo 5
O Juramento de Sangue Quebrado: A Fuga da Serva
Sete anos de submissão e uma corrente de sangue que nos unia. Bia pensou que Santiago a amava, mas para ele, ela era apenas uma fonte de alimento, uma "serva de sangue" descartável. Quando a maldição do contrato atingiu seu ápice e Bia lutava pela vida, Santiago estava nos braços de outra mulher humana, transformando-a em sua nova obsessão. O limite foi alcançado. No silêncio da noite, Bia queimou a corrente de prata, quebrou o vínculo eterno e desapareceu nas sombras. Mas o que ela não esperava era cair nos braços de Eduardo, o Príncipe Vampiro original, que odeia a luz, mas que está disposto a dar a ela todo o sol que ela merece. Agora, Santiago está perdendo o juízo, caçando desesperadamente a única gota de sangue que ele nunca deveria ter deixado escapar.Fantasia6.6 mil palavras5 44 -
TerminadoCapítulo 6
O Comandante Feroz: A Noiva Humana do Lobo Prateado
Casada há dois anos com o comandante mais frio e implacável da galáxia, Valentina acreditava que seu destino estava selado por uma compatibilidade genética de 100%. Ela tentou de tudo para derreter o coração de gelo de Thiago, até que uma notificação urgente mudou tudo: "Houve um erro no sistema. Ele não é o seu par ideal." Pronta para fugir e recomeçar sua vida, ela é encurralada pelo homem que antes a ignorava. Com os olhos vermelhos de desejo e fúria, ele rosna em seu ouvido: "Você me seduziu e agora acha que pode ir embora? Tarde demais."Fantasia|Romance5.2 mil palavras5 58 -
TerminadoCapítulo 7
Minha Fera de Estimação: O Despertar do Lobo
Hugo era o lobo que eu domei, aquele que cresceu me obedecendo em tudo. Mas ao atingir a maturidade e entrar no seu primeiro período de cio, seus instintos selvagens despertaram. Eu, mimada e provocadora, tentei resistir ao seu toque, sem imaginar que isso o levaria à loucura. Entre correntes, beijos possessivos e segredos de uma linhagem real, descobri que meu "lobo obediente" escondia um passado sangrento. Ele voltaria para mim como um protetor ou como o novo rei da alcateia? Uma história sobre obsessão, sacrifício e um amor que transcende as espécies.Moderno|Fantasia6.0 mil palavras5 135 -
TerminadoCapítulo 9
A Tentação do Felino: Sim, Mestra
Eu tinha um gato preto comum. Mas uma noite, sua cauda envolveu meu pulso e seus olhos verdes brilharam com um desejo selvagem. No momento seguinte, ele se transformou em um homem de corpo escultural e sussurrou no meu ouvido: "Quer tentar, mestra?" Enquanto lidava com as traições do meu ex-namorado tóxico, descobri que meu "gatinho" não era apenas um transmorfo, mas alguém ligado ao meu passado de forma profunda. Agora, entre palcos de balé e segredos de família, terei que decidir se entrego meu coração a essa fera sedutora.Moderno|Fantasia5.7 mil palavras5 104 -
TerminadoCapítulo 7
Minha Cobra de Sangue Azul
Eu resgatei um homem-serpente ferido para salvá-lo, mas acabei caindo em sua armadilha de desejo. No dia do aniversário de Enzo, descobri sua traição cruel: ele me desprezava pela minha baixa compatibilidade física e planejava me trocar pela minha irmã. Sem hesitar, rasguei o contrato e o expulsei da minha vida. Mas o "presente" que trouxe para casa, Dante, é um espécime de nível SSS em pleno período de diferenciação. Com o corpo ardendo em febre e olhos verdes hipnotizantes, ele sussurrou no meu ouvido: "Ajude-me...". Eu não sabia que, ao estender a mão, selaria um pacto de amor e possessão eterna com a criatura mais perigosa do mundo.Moderno|Fantasia4.7 mil palavras5 79