"O Príncipe e a Vilã: Um Jogo de Sedução e Poder" Capítulo 12
Capítulo 12: O Convite do Conde Dina
Solana recebeu um convite da família Lauren; aparentemente, eles haviam progredido no desenvolvimento de uma nova mina e a convidaram especialmente para uma visita.
Considerando que sempre manteve uma boa relação com a facção da Rainha, recusar poderia abalar esses laços.
No entanto, Solana achava a ideia de ir um tanto entediante.
Recentemente, as movimentações de Ían tornaram-se frequentes. Primeiro, ele revelou a verdade sobre a manipulação de Ciel e, em seguida, reuniu um grupo de amigos que se autodenominavam "heróis", como se nunca tivesse sido o Príncipe Herdeiro.
Ele chegava a passar a falsa impressão de que não desejava mais ser o Imperador...
Ao entrar no jardim da família Lauren, rostos familiares surgiram diante de Solana — não eram justamente aqueles que se autoproclamavam heróis?
— Condessa Solana, é uma honra contar com sua presença — disse Dina, curvando-se levemente.
Solana tocou o ombro dele de leve e sorriu: — Somos ambos condes e amigos de longa data, não há necessidade de tanta formalidade.
Ela vestia um traje rosa claro que realçava sua pele alva; era difícil imaginar que aquela mulher radiante e gentil fosse a primeira maga a transformar o Império.
Dina ofereceu o braço, e Solana o aceitou delicadamente, sorrindo para o mordomo da família Lauren.
"Ían, não esperava que você aparecesse aqui."
"Parece que houve um erro com quem passou a informação. Bem, como aqueles dois velhos duques permitiriam a ruína da antiga nobreza?"
— Quem é este? — perguntou Solana, erguendo o queixo de Ían com os dedos.
Ele vestia um traje preto e branco, com um ar contido e impecável. Seus olhos dourados claros e cabelos azuis eram particularmente chamativos.
— Ele se chama Selwyn. É mudo, peço que o perdoe — apresentou Ían.
Solana assentiu sorrindo. Seu olhar deslizou do pescoço dele até o peito. Como ela não havia revelado o disfarce da última vez, será que ele realmente acreditava que sua magia era tão brilhante a ponto de ser indetectável?
— Meu amante desapareceu. Se eu o levar comigo, o Conde Dina não se importaria, não é? — Solana virou-se, encarando Dina com um olhar ingênuo e aproximando-se passo a passo.
Dina ergueu a mão e sorriu: — Claro que não há problema, desde que a Condessa Solana me permita encontrar um mordomo substituto primeiro.
Ele respirou fundo. A beleza de Solana era de fato um tesouro do Império, mas ela também era o dragão que o destruíra.
— Procure com calma, não há pressa. De qualquer forma, ficarei aqui por alguns dias. Vou aproveitar para conhecê-lo melhor; espero que ele não fuja como o gatinho da última vez. — Solana tirou a luva e a enfiou no peito do traje de Dina.
As criadas e guardas ao redor arregalaram os olhos, chocados.
A altiva Condessa estava agindo de forma surpreendentemente provocante.
Solana caminhou com Dina até o salão principal para desfrutar de um almoço farto.
— Onde estão suas amantes? — perguntou Solana com curiosidade, erguendo levemente o queixo. — Lembro-me de que uma delas contava histórias maravilhosas, gostaria de ouvi-la novamente.
Dina hesitou por um momento e balançou a cabeça com desdém: — Eu as mandei embora e trouxe um novo grupo. Já me cansei das histórias dela.
— Que pena, eu ainda não me cansei — riu Solana. — Sendo assim, durante a inspeção à tarde, você as contará para mim.
As criadas e servos ao redor mostraram surpresa.
Dina assentiu sorrindo: — Com certeza, será uma honra.
Entre as criadas, uma mulher estava visivelmente furiosa, lançando olhares de ódio para Solana.
A mulher ao lado a segurou rapidamente, temendo que ela causasse problemas.
O mordomo Selwyn permanecia à frente, observando Solana com um olhar calmo.
Solana ergueu a cabeça subitamente, lançando um olhar afiado para aquela criada.
— Condessa Solana, eu sei contar histórias. Deixe-me contar para a senhora — uma criada surgiu de repente, ajoelhando-se e implorando.
— Oh? Pensei que você falaria comigo de pé — Solana cobriu a boca rindo, com um tom de deboche.
Dina levantou-se abruptamente e desferiu um tapa no rosto da mulher, agarrando-a pelo colarinho e empurrando-a para longe com violência.
— O quê? Oferecendo-se para ser minha amante? Infelizmente, você não está à altura. — Dina limpou as mãos e olhou para Selwyn, ordenando: — Tire-a daqui!
A mulher olhou para Dina incrédula, com os olhos cheios de lágrimas, mas permaneceu em silêncio, com o olhar opaco e sem vida.
Solana espetou uma uva e a levou à boca. Olhou para Dina com falsa surpresa e disse: — Dina, você sempre gostou desse tipo de mulher. O que foi? Ficou com vergonha porque estou aqui? — Ela então olhou para a criada: — Já que sabe contar histórias, eu ouvirei.
Dito isso, comeu outra uva.
Pálida, a mulher levantou-se e começou a narrar.
Era sobre um casal de plebeus, amigos de infância e apaixonados. No entanto, com o passar dos anos, o rapaz foi levado pelos pais nobres que o reencontraram, e ambos foram separados. Pouco depois, a moça foi forçada a se casar com um velho visconde; no auge do desespero, o rapaz surgiu heroicamente para resgatá-la.
Que história maravilhosa.
Solana interrompeu o relato suavemente, com um sorriso: — Bem, já estou satisfeita, encerremos a história por aqui.
E assim, o conto terminou abruptamente; aquela felicidade parecia ter sido congelada para sempre naquele instante.
Lá fora, o sol brilhava intensamente. Dina entregou-lhe uma delicada sombrinha decorada com cristais cor-de-rosa, lapidados para imitar o brilho de gemas preciosas.
Dina estava em conflito; temia ser controlado, mas também receava ofendê-la.
Ele era realmente alguém que sabia ler as pessoas, Solana não pôde deixar de notar. Em diferentes círculos sociais, ele mudava de papel com facilidade; uma inteligência admirável, porém asquerosa.
Aquelas amantes, usadas como disfarce, acabavam descartadas sem piedade. Eram treinadas para serem apenas acessórios de prazer e, quando o mestre reencontrava seu "primeiro amor", eram libertadas sob um falso pretexto de benevolência.
O comportamento desses nobres era nauseante.
Solana olhou para Dina e disse suavemente: — A Santa virá me acompanhar mais tarde para ver o mapa da nova mina. Com a bênção dela, esta cooperação será ainda mais bem-sucedida.
Dina mostrou surpresa ao ouvir "Santa" e assentiu.
A criada que contara a história permaneceu de pé sorrindo; ela achava que a Condessa Solana era, na verdade, alguém acessível, apesar de suas piadas sombrias ocasionais.
Solana parou no topo de um despenhadeiro, onde o vento soprava forte, observando os mineradores trabalhando abaixo.
Ficou decidido que fariam uma inspeção profunda no dia seguinte. Solana precisava supervisionar o local por um tempo para oferecer orientações.
Subitamente, uma rajada de vento forte arrancou a sombrinha de suas mãos, e Solana caiu junto com ela.
Atrás dela, Selwyn arregalou os olhos e tentou agarrá-la, mas suas mãos encontraram apenas o vazio de um vento carregado de magia.
Ele olhou furioso para um servo ao longe, que tinha um olhar firme, como se questionasse por que ele não aproveitara aquela oportunidade de ouro.
Dina fingiu gritar por ajuda, enquanto a mulher ao lado olhava desesperada pelo penhasco.
Solana caía em alta velocidade, mas não havia medo em seu coração; pelo contrário, o pensamento da expressão de culpa de Ían com seus olhos vermelhos era excitante.
Prestes a atingir um trabalhador, o corpo de Solana paralisou no ar. Ela balançou levemente a sombrinha; a magia fluiu instantaneamente, sustentando-a e levando-a de volta ao topo do despenhadeiro.
Ela sorriu para todos, com um brilho travesso nos olhos: — Foi apenas uma brincadeira, desculpem pelo susto. — Ela riu, observando as diferentes expressões nos rostos presentes.
— A Santa chegou — disse a governanta com voz calma, postando-se ao lado de Selwyn.
Solana caminhou até eles e, sob o olhar da Santa Sui, enlaçou subitamente o pescoço de Selwyn e o beijou suavemente. — Sui, os livros não dizem que um beijo pode curar toda dor?
A Santa Sui ficou visivelmente atordoada, respondendo em voz baixa: — O livro fala do beijo da Deusa.
O clima ficou tenso. Dina colocou-se à frente da Santa, ajoelhando-se e olhando firmemente para Solana: — Os feitos da Condessa Solana já superaram os da Deusa.
Solana soltou um riso contido: — Estou apenas brincando, Sui. Faça a sua bênção. Depois, fique para o jantar. Ouvi dizer que o Conde Dina é um fiel devoto e contribui muito para a Igreja.
Sui apressou-se em explicar: — Tive a sorte de salvar a vida do Conde Dina por um acaso do destino. A Igreja e a família Weissman são as parceiras mais leais.
O silêncio caiu sobre o local. — Sui, falando assim, faz parecer que eu sou mesquinha... haha, brincadeira, não leve a sério. Parece que o jantar será apenas para você e o Conde Dina; eu preciso aproveitar o tempo com meu novo brinquedo.
Dito isso, Solana beijou o canto da boca de Selwyn.
Ao lado, a governanta cerrou os punhos e baixou o olhar, fingindo nada ver.
Sui assentiu repetidamente, forçando um sorriso: — Tudo bem, espero que a Condessa se divirta.
O sorriso forçado de Sui divertiu Solana, que estalou os dedos e apontou para ela de forma travessa: — Sui, não esqueça o nosso combinado~
Solana abraçou suavemente o pescoço de Selwyn, sussurrando em seu ouvido: — Você realmente não consegue falar? E agora, poderia abrir a boca para mim? — Ao mesmo tempo, sua mão deslizou para baixo, segurando algo subitamente.
O olhar de Selwyn vacilou; ele balançou a cabeça e mordeu os lábios com força.
Solana depositou um beijo leve, tocando o pomo de Adão dele com a ponta dos dedos, murmurando: — Lábios e garganta tão belos... seria uma pena se não pudessem emitir sons.
Sua mão acompanhava o movimento da garganta dele, enquanto Selwyn, com os olhos avermelhados, fixava o olhar nos dela.
O que ele esperava em seu íntimo, nem ele mesmo sabia.
Ele pensara que poderia esquecer, que poderia fugir, mas continuava estagnado no mesmo lugar.
"Solana, você é tão promíscua, mas sequer imagina que todos com quem se deita sou eu, não é?"
"Por que isso? Por que não me ama? Por quê!"
"Você só pode pertencer a mim, não quero que ninguém veja como você é!"
"Se eu pudesse te prender, te trancar... você seria obediente?"
"Não, não, está errado, eu não posso fazer isso."
Uma lágrima caiu silenciosamente. Solana a colheu com o dedo, espalhando-a na ponta da polpa digital.
"Ían, ser perseguido tão de perto por quem você odeia... é doloroso demais?"
"Aproveite seus últimos momentos de liberdade; eu realmente quero ver como você ficará quando for meu prisioneiro."
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