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"O Preço da Vingança: Entre o Ódio e o Desejo" Capítulo 13

正文开头

 

Gabriel Duarte desligou o telefone sem dizer uma palavra, olhando fixamente para as águas do rio.

A empresa fora interditada, Isabela desaparecera e Beatriz o odiava profundamente. Parecia que tudo o que ele fazia era um erro.

Sua vida parecia ter se transformado em nada além de ruínas.

Gabriel caminhou até um bar e bebeu até ficar completamente embriagado. Somente quando o bar fechou, ele saiu cambaleante, mas foi barrado por vários homens vestidos de preto.

O líder do grupo tirou uma foto e perguntou:

"Você é Gabriel Duarte?"

Gabriel assentiu e, antes que pudesse reagir, foi nocauteado pelos homens e jogado dentro de um carro.

Quando Gabriel acordou, percebeu que estava trancado em um armazém abandonado.

O local estava impregnado com um cheiro de ferrugem e poeira densa. Ele lutou para se levantar, mas descobriu que suas mãos e pés estavam amarrados.

— Acordou? — uma voz familiar soou.

Gabriel levantou a cabeça e viu, para sua surpresa, a desaparecida Isabela Castro.

Das sombras do armazém, Isabela saiu lentamente; não havia mais rastro da fragilidade de outrora.

Ela vestia uma jaqueta de couro preta e seu rosto estava coberto por cicatrizes feitas por bisturi, cada uma delas subindo de forma sinistra pelas maçãs do rosto.

Seus olhos transbordavam veneno, e suas palavras eram tão frias que faziam qualquer um tremer.

— Gabriel Duarte, não imaginou que nos encontraríamos novamente desta forma, não é?

Gabriel lutou para se livrar das cordas, deixando os pulsos em carne viva.

— Foi você quem me sequestrou? Como você fugiu? O que você quer afinal?

Isabela, de bom humor, respondeu pacientemente a cada pergunta de Gabriel.

— Gabriel, você não esperava, não é? Meu pai deixou uma saída para mim antes de ser preso, por isso consegui escapar daquele porão terrível. Quanto ao que eu quero? — Isabela soltou um riso leve, agachou-se e apertou o queixo dele, cravando as unhas profundamente na pele dele com um sorriso ainda mais cruel. — Quero que você sinta o que eu sofri. Você destruiu meu rosto, matou meu filho, incriminou meu pai... vamos acertar essas contas uma por uma.

Ela acenou com a mão, e dois homens mascarados entraram empurrando uma gaiola de ferro.

Encolhida lá dentro estava Beatriz Lacerda, inconsciente.

As pupilas de Gabriel se contraíram bruscamente e ele rugiu:

— Isabela, você enlouqueceu! Se quer algo, venha contra mim, não machuque a Bia!

Isabela deu uma gargalhada, com lágrimas nos olhos de tanto rir. Ela limpou as lágrimas e deu um tapa no rosto de Gabriel.

— Contra você? Eu te implorei tanto naquela época, pedi para poupar meu filho, e o que você fez? Você o matou brutalmente! E agora me implora para poupar a Beatriz Lacerda? Eu cuspo em você!

Isabela virou-se e chutou a gaiola com força, batendo com as costas frias de uma faca na bochecha de Beatriz.

— Senhorita Lacerda, pare de dormir. Acorde, aqui não é o jardim da sua casa para você dormir o quanto quiser.

正文1

Beatriz abriu os olhos e, antes que sua visão clareasse totalmente, seu coração quase parou de susto ao ver aquele rosto cheio de cicatrizes fora da gaiola.

O sorriso de Isabela era como um punhal envenenado, cada cicatriz brilhando de forma sinistra sob a luz.

— Bia, quanto tempo. O quê? Ficou assustada com o meu rosto?

Beatriz olhou vigilante para Isabela. Isabela usou o cabo da faca para levantar o queixo de Beatriz, falando em um tom de intimidade repugnante.

— Sabe por que meu rosto ficou assim? Porque o Gabriel disse que eu não era digna de ser parecida com você. Por isso ele retalhou meu rosto, corte por corte. Veja, eu trouxe ele também, vamos colocar o papo em dia hoje.

O olhar de Beatriz passou por Isabela e pousou em Gabriel, que estava amarrado a uma estrutura de ferro.

Suas roupas estavam rasgadas, o canto da boca sangrava, mas ele ainda lutava desesperadamente, soltando rugidos abafados.

Quando seus olhos se encontraram, Beatriz viu o remorso e a ansiedade profunda nele. Mas o que isso importava agora?

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O filho que ela perdera, a dignidade pisoteada... nada disso poderia ser compensado por um simples pedido de desculpas.

— Isabela, o que você quer afinal? — Beatriz forçou-se a manter a calma, agarrando firmemente as barras da gaiola, tentando manter sua última centelha de lucidez.

— O que eu quero? — Isabela riu como se tivesse ouvido a maior piada do mundo, o som ecoando pelo armazém vazio. — Quero que vocês dois vejam um ao outro morrer diante de seus olhos! Gabriel não te ama? Vamos ver se ele está disposto a morrer por você!

Dizendo isso, ela pegou um punhal das mãos de um dos homens e o jogou na frente de Gabriel.

— Gabriel Duarte, vou te dar uma chance. Ou você usa esta faca para matar a Beatriz Lacerda e eu te deixo ir, ou eu retalho o rosto dela primeiro e depois deixo você assistir enquanto meus homens a torturam até a morte.

O olhar de Gabriel fixou-se no punhal no chão e depois voltou-se para Beatriz na gaiola, com uma dor transbordando de seus olhos.

— Isabela, pare de sonhar! Eu não machucaria a Bia nem que eu morresse!

— Nem que morra? — Isabela ergueu uma sobrancelha e subitamente chutou a gaiola. O impacto violento fez Beatriz cambalear e cair lá dentro. — Então vou deixar você sentir o gosto de perdê-la primeiro!

Ela fez um sinal para os homens.

Dois mascarados avançaram imediatamente, atingindo os joelhos de Gabriel com barras de ferro com toda a força.

Crec!

Um estalo nítido soou, e Gabriel soltou um grito dilacerante, o suor frio encharcando suas roupas instantaneamente.

Ele caiu pesadamente de joelhos, o sangue que brotava da ferida tingindo rapidamente o chão.

No entanto, seus olhos nunca deixaram Beatriz, enquanto ele gritava de forma entrecortada:

正文2

— Bia, não tenha medo... eu vou te proteger...

Beatriz não teve nenhuma reação à declaração apaixonada de Gabriel. Entre eles, tudo já havia terminado há muito tempo.

Mesmo que Gabriel realmente morresse na frente dela, ela não sentiria nada.

Mas o sangue espalhado pelo chão a fez lembrar da noite em que perdera seu filho. Beatriz virou o rosto, recusando-se a olhar para a carnificina.

Isabela, no entanto, pensou que Beatriz estava sentindo pena de Gabriel. Um sorriso vitorioso surgiu em seu rosto.

— Ora, ficou com pena agora? Beatriz Lacerda, você não o odiava mortalmente? Por que, agora não quer mais vê-lo sofrer?

Beatriz levantou a cabeça para olhar Isabela, com a voz calma, sem rastro de medo.

— Isabela Castro, você vai continuar com essa obstinação cega? Você sabe que o que está fazendo é um crime? Ainda dá tempo de parar tudo agora.

O olhar de Isabela tornou-se gélido subitamente, e ela levantou a mão para dar um tapa em Beatriz.

— Quem você pensa que é para me dar lições?!

Mas antes que sua mão descesse, o guarda-costas ao lado dela segurou seu braço. Uma voz abafada veio de trás da máscara:

— Senhorita, não suje suas mãos, deixe comigo.

Isabela, orgulhosa, entregou a faca ao guarda-costas.

Caminhou até Gabriel, puxou-o pelos cabelos e forçou-o a olhar para Beatriz. Sua voz, como uma cobra gélida, envolveu Gabriel.

— Levante a cabeça! Quero que você veja com seus próprios olhos como a Beatriz Lacerda será torturada! Você e ela são pecadores! Isso é o que vocês me devem, o que devem àquela criança que não nasceu; hoje, tudo será cobrado!

Gabriel não se importou com seu couro cabeludo que parecia prestes a rasgar, lutando para tentar rastejar até o lado de Beatriz.

Mas com as mãos amarradas, o esforço era inútil.

Nesse momento, um som urgente de sirenes de polícia soou subitamente do lado de fora do armazém.

O rosto de Isabela mudou bruscamente.

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