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"O Preço da Vingança: Entre o Ódio e o Desejo" Capítulo 6

正文开头

Beatriz caiu no chão, segurando o abdômen e gritando de dor, em um estado deplorável, como se tivesse acabado de ser tirada da água.

O Sr. Mendes a olhou de cima.

— A mulher de Gabriel Duarte? Grávida? Pequena Bia, você não é uma boa menina. Vamos ver como o titio castiga crianças mentirosas.

Após uma noite, Gabriel Duarte acordou com a cabeça latejando e sentou-se na cama.

Na noite anterior, a pessoa em seus sonhos eróticos ainda era Beatriz. Ele sentia raiva de sua própria incompetência por ser manipulado por uma mulher que só o feria.

Chegou a implorar, em sonho, que Beatriz lhe desse um filho. Gabriel percebeu, impotente, que apenas pensar na cena do sonho fazia seu corpo reagir novamente.

Ele estava prestes a levantar para tomar um banho frio quando uma voz feminina familiar soou.

— Gabriel, você foi tão agressivo ontem à noite, minhas costas estão quase quebradas.

Um braço fino repousou em seu peito, e a voz doce fez o couro cabeludo de Gabriel formigar.

Ele virou a cabeça em choque e viu Isabela nua na cama. Gabriel ficou atordoado.

— O que você está fazendo aqui? Eu não disse que, antes do casamento, eu não queria...

Isabela corou e encostou-se no peito dele, dizendo timidamente: — Gabriel, eu sei que você me respeita, mas foi por vontade própria. Não te culpo.

Gabriel manteve a expressão séria, franziu a testa e apenas a afastou em silêncio.

Vendo a expressão complexa dele, Isabela demonstrou uma profunda tristeza. Ela tirou o cobertor e correu descalça para a varanda.

— Eu sabia que você ainda ama a Beatriz. Sou eu quem está ocupando o lugar da sua noiva, impedindo que fiquem juntos. Vou me matar agora para abrir caminho para ela.

Gabriel foi rápido e a segurou pela cintura, pressionando-a de volta na cama.

— Isabela, não faça bobagens. Não foi isso que eu quis dizer. Ontem eu estava bêbado e tive medo de que você não se sentisse bem. Eu só queria te proporcionar a experiência perfeita.

Ao ouvir isso, Isabela parou de resistir. Com o rosto vermelho, ela lançava olhares provocantes para Gabriel.

— Gabriel, você é muito bom. Eu me senti muito bem ontem à noite.

Ela inclinou a cabeça para beijar o pulso dele, enquanto seus dedos finos deslizavam lentamente até o pomo de Adão.

Quando o clima começou a ficar íntimo, Gabriel subitamente a envolveu firmemente com o cobertor e vestiu-se com pressa.

— Tenho assuntos na empresa, preciso ir.

No caminho para o escritório, Gabriel notou o registro de chamadas do Sr. Mendes da noite anterior, e um forte pressentimento de inquietação surgiu subitamente.

Ele retornou a ligação rapidamente, e a voz revigorada do Sr. Mendes soou de imediato.

— Sr. Duarte, tem mais alguma instrução?

Gabriel achou estranho, mas não questionou profundamente, perguntando apenas: — Como está a Beatriz Lacerda?

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Mendes olhou para Beatriz, que estava trancada na gaiola de ferro e coberta de feridas, e respondeu rindo: — Sr. Duarte, fique tranquilo. Vou cuidar bem dela conforme os seus desejos.

Ao desligar, a inquietação de Gabriel cresceu, mas como realmente tinha pendências na empresa, decidiu esperar até depois do expediente para ir conferir pessoalmente a casa de Mendes.

Durante as duas semanas seguintes, Gabriel era cercado por Isabela assim que saía do trabalho.

Se ele mostrasse qualquer sinal de resistência, ela ameaçava se matar. Sem alternativa, Gabriel teve que acalmar as emoções dela primeiro.

Ele planejava ir à casa de Mendes depois que ela dormisse, mas, por alguma razão, ele caía no sono assim que encostava na cama à noite.

Os dias de Beatriz na casa do Sr. Mendes tornavam-se cada vez mais insuportáveis. Os métodos perversos de Mendes eram inesgotáveis.

Hoje era o dia combinado com o Sr. Augusto Lacerda. Beatriz tocou o ventre, sentindo como se pudesse sentir a resposta da criança lá dentro.

Se passasse o dia de hoje, ela e o filho estariam livres. Se não fosse pelo apoio daquela criança em seu ventre, ela já teria desistido.

— Pequena Bia, veja que presente o titio trouxe para você.

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O Sr. Mendes entrou cambaleando, exalando um cheiro forte de álcool e segurando uma barra de ferro do tamanho de um braço de bebê.

Beatriz abraçou as próprias pernas, tentando diminuir sua presença.

Mendes bufou: — Depois de tanto tempo, ainda não aprendeu a ser obediente.

Ele soltou um suspiro, acariciando com os dedos secos o rosto de Beatriz, que estava coberto de cicatrizes.

— Amanhã você voltará para o Gabriel Duarte. Ele disse que, exceto pelo filho da Isabela, não quer o de mais ninguém. Já que recebi os favores dele, devo agir em seu nome. Ah, pequena Bia, o titio realmente não queria se despedir de você.

Ao ouvir isso, os pelos de Beatriz se arrepiaram.

Ela olhou aterrorizada para Mendes e, ignorando sua nudez, começou a implorar desesperadamente, curvando-se repetidamente enquanto palavras de súplica saíam de seus lábios rachados.

— Não, faça o que quiser comigo, mas por favor, a criança é inocente. Pelo menos poupe-a, por favor.

Mendes jogou o celular na frente de Beatriz: — Pequena Bia, não diga que o titio não te deu uma chance. Se o Gabriel Duarte concordar, eu poupo a criança.

Beatriz, profundamente grata, ligou imediatamente para Gabriel. Uma, duas, três vezes... cada tentativa era rejeitada impiedosamente. Na décima tentativa, a ligação finalmente foi atendida.

— Não ligue mais para o Gabriel. Ele disse que não quer ouvir nada relacionado à Beatriz Lacerda.

Antes que Beatriz pudesse falar, a ligação foi encerrada.

A barra de ferro impiedosa desceu instantaneamente sobre ela. Beatriz sentiu como se todos os ossos do seu corpo estivessem sendo estilhaçados.

O ventre, que ela protegia com todas as forças, foi alvo de sucessivos golpes. Finalmente, sangue escarlate manchou suas pernas.

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Beatriz sentiu algo deixar seu corpo definitivamente. Ela percebeu que era o filho que ela queria manter, mas não pôde proteger.

Beatriz sentiu, pela primeira vez, uma raiva e um desespero tão intensos.

Ela soltou um grito, saltou e arrancou a barra de ferro, desferindo um golpe na cabeça de Mendes.

Mendes, que já estava instável, desabou no chão sem sequer soltar um gemido.

Beatriz apoiou-se na barra, levantou-se e olhou para as manchas de sangue no chão, com lágrimas caindo de seus olhos.

Ela sentiu que foi inútil por não proteger o filho. Talvez fosse melhor assim; Gabriel Duarte não merecia ser o pai de seu filho.

Beatriz caminhou cambaleante para dentro da casa de Mendes e vestiu um conjunto de roupas. Discou o número que conhecia de cor.

— Pai, venha me buscar neste endereço.

Quando Gabriel Duarte voltou ao escritório após a reunião, Isabela estava acomodada em sua cadeira de couro, comendo uvas calmamente.

Ao ver Gabriel, os olhos dela brilharam. Ela jogou as uvas sobre os documentos e lançou-se nos braços dele.

— Gabriel, você está tão ocupado. Amanhã é o nosso casamento. Venha comigo ver o local da cerimônia, sim?

Gabriel franziu a testa, sem paciência para corrigi-la.

— Seja obediente. Preciso dar uma saída agora. Vá você mesma ver. Não tenho objeções quanto ao formato do casamento; o que você gostar, está bem.

Ele afastou o braço dela com palavras de consolo superficiais.

Seu único desejo agora era trazer Beatriz de volta o quanto antes.

Após as reflexões das últimas duas semanas, Gabriel decidiu que Beatriz estaria mais segura sob o seu controle.

Ele queria que ela baixasse a cabeça e admitisse o erro voluntariamente.

Ele estava prestes a pedir que Isabela saísse quando o telefone interno tocou. A voz ansiosa da recepção soou: — Sr. Duarte, o Sr. Mendes ignorou os avisos e entrou direto no elevador para o seu escritório.

O coração de Gabriel deu um salto. Antes que pudesse falar, a porta foi escancarada.

O Sr. Mendes, com o rosto coberto de sangue, gritou furiosamente:

— Gabriel Duarte! Você precisa me dar uma explicação!

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