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"O Preço da Vingança: Entre o Ódio e o Desejo" Capítulo 4

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Um pressentimento sinistro surgiu, e Beatriz subitamente não quis entrar; sentiu uma vontade desesperada de fugir dali imediatamente.

Ela deu apenas um passo para trás, mas o motorista que há pouco corara ao abrir a porta para ela agora bloqueava seu caminho com o rosto inexpressivo.

— Senhorita Lacerda, por favor!

Beatriz, sem alternativa, teve que engolir em seco e entrar no salão sob a coerção do motorista.

Assim que entrou, percebeu que o local estava lotado apenas de homens, incontáveis homens. Uma enxurrada de obscenidades começou a invadir seus ouvidos.

— Olhem só as roupas da Beatriz Lacerda. Quem diria que a ex-herdeira era tão depravada.

Um homem lambeu os lábios e virou-se levemente, tentando disfarçar a própria ereção.

— Aquele vídeo de agora já me deixou excitado. A expressão dela é provocante demais; imagina como deve ser a sensação com a de verdade.

— O Sr. Duarte disse que quem oferecer o maior lance esta noite terá o direito de usar a Beatriz por meio mês. Amigos, não disputem comigo!

Beatriz sentiu um choque no peito, sem tempo para processar o significado daquelas palavras.

No palco, Gabriel Duarte levantou o microfone e disse pausadamente:

— Bem-vindos a este leilão. O que acabaram de ver foi apenas o aperitivo. Para que todos tenham uma experiência melhor, liberarei 999 vídeos esta noite para que escolham à vontade.

A multidão se agitou, e incontáveis olhares obscenos e gananciosos caíram sobre Beatriz.

— Agora, o primeiro vídeo completo de Beatriz Lacerda para o deleite de todos.

Sons ambíguos preencheram instantaneamente o salão. Na tela, surgiu o rosto em alta definição de Beatriz, ruborizado, com gemidos suaves e um olhar carregado de um sentimento indescritível.

Os homens prenderam a respiração, e o som da respiração pesada quase engoliu Beatriz.

Beatriz sentiu-se como se tivesse sido atingida por um raio; um estrondo ecoou em sua mente e seu corpo começou a tremer incontrolavelmente.

Ela perdeu completamente o controle de si mesma.

As bocas ao redor se mexiam, mas ela não conseguia ouvir nada. Gabriel aproximou-se dela em algum momento e sussurrou em seu ouvido, sorrindo:

— Beatriz Lacerda, você gostou deste presente?

Sua voz era como o sussurro de um demônio, arrastando Beatriz para um inferno sem fim.

Isabela cobriu a boca, fingindo inocência, com uma voz clara o suficiente para todos ouvirem:

— Bia, por que você parece estar sofrendo tanto no vídeo? Está sentindo algum mal-estar?

Alguém ironizou entre risos devassos:

— Senhorita Castro, a senhora é pura demais. A Beatriz não está mal, ela está nas nuvens de tanto prazer.

— Olhem só para a cara dessa vadia, parece que quer sugar a alma de um homem.

Gabriel soltou um riso de escárnio.

— A herdeira mimada do Grupo Lacerda tem um apetite voraz, não é fácil satisfazê-la.

Beatriz sentiu uma humilhação profunda, mas, embora tremesse como uma folha, recusou-se a dizer uma única palavra de submissão. Ela olhou para Gabriel de forma desafiadora e disse com desprezo:

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— Foi apenas uma mordida acidental de um cachorro, eu não dou a mínima. Mas, Gabriel Duarte, seus métodos estão cada vez mais baixos. Parece que esse é o limite do seu talento.

A aura ao redor de Gabriel esfriou instantaneamente, e o olhar que ele lançou a Beatriz transbordava fúria.

— Beatriz Lacerda, repita isso se for capaz!

Beatriz sorriu levemente, deu um passo à frente e soprou no ouvido de Gabriel, em tom de deboche:

— Não sabia que o Sr. Duarte gostava tanto de ser insultado. Consegue me ouvir bem assim? Ou quer me emprestar o microfone?

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Gabriel chegou a rir de tanta raiva. Ele soltou uma risada fria, empurrou Beatriz e desviou o olhar para a multidão, anunciando a todos:

— Falta meio mês para completar um ano do nosso acordo. Sei que, no início, todos contiveram sua insatisfação com a família Lacerda por minha causa. Não deixarei ninguém esperando em vão; nesta noite, quem der o maior lance terá o direito de usar Beatriz Lacerda por meio mês.

Alguém zombou:

— Um lixo desses, por que eu gastaria dinheiro para comprar? Eu teria nojo mesmo se fosse de graça.

Outro respondeu animado:

— Não diga isso, eu adoraria sentir como é ter uma herdeira arrogante submissa entre minhas pernas, implorando por afeto. Se você não paga, eu pago.

Ao dizer isso, os homens que antes mostravam desdém agora exibiam sorrisos maliciosos.

O apoio ao leilão tornou-se unânime. Gabriel, satisfeito ao ver a palidez de Beatriz, bateu as mãos.

— O uso de Beatriz Lacerda por meio mês. Lance inicial: 100 reais.

Ao ouvirem esse valor, os sorrisos congelaram; por um momento, ninguém ousou dar um lance.

Isabela deu um tapinha de brincadeira no peito de Gabriel, encostando-se nele, e disse com voz manhosa:

— Gabriel, você é cruel. Como pode fazer isso com a Bia? Veja, todos acham que você está brincando e ninguém ousa dar um lance. Que tal o seguinte? Eu ofereço 1 real.

Gabriel abraçou-a sorrindo e tocou a ponta do nariz dela.

— Só você para ser tão bondosa, Bela. A Beatriz realmente não vale nem 100 reais.

A multidão explodiu em gargalhadas e o clima de deboche espalhou-se.

— Eu dou 66 reais!

— Eu dou 10 reais!

Uma humilhação sem fim envolveu Beatriz; seu coração parecia esmagado por uma pedra de toneladas, e sua cabeça e ventre latejavam de dor. Ela enterrou as unhas profundamente na palma das mãos, seus lábios ficaram brancos de tanto morder, até recuperar um fragmento de razão. Ela fechou os olhos, respirou fundo e, forçando um sorriso amargo, levantou a mão com os lábios trêmulos:

— Eu ofereço 100 mil reais.

Todos ficaram chocados. Gabriel, irritado em meio à sua diversão, olhou para Beatriz. Isabela perguntou confusa:

— Bia, você quer comprar a si mesma? Mas você tem dinheiro?

— Se eu vender todos os meus órgãos, terei os 100 mil. — Beatriz falou com leveza, como se discutisse a vida de outra pessoa.

— Eu ofereço 200 mil reais. — Uma voz masculina firme cortou o caminho de Beatriz.

O rosto de Beatriz ficou lívido; 100 mil era tudo o que ela poderia conseguir. Ela não tinha um centavo a mais.

Pensara que, pelo respeito a Gabriel, todos seguiriam o jogo de Isabela de oferecer valores cada vez menores para humilhá-la. Jamais imaginou que alguém ousaria desafiar Gabriel.

Ao ver o estado deplorável de Beatriz, Gabriel franziu a testa, sentindo uma irritação súbita.

Ele não entendia por que, durante esse último ano, Beatriz o insultara, o agredira e até tentara separá-lo de Isabela, mas recusava-se terminantemente a baixar a cabeça e pedir perdão.

Para humilhá-la e quebrar seu orgulho, ele a torturara de mil formas. Este leilão era seu golpe final. Ele esperava que ela implorasse em lágrimas para que ele não a vendesse. Mas ela preferia vender os próprios órgãos a ceder a ele.

Gabriel estava furioso, e o que mais o irritava era que alguém realmente pretendia comprá-la sob seus olhos.

Seu olhar gélido seguiu a voz do lance. Beatriz também levantou a cabeça e, ao ver quem era, seu corpo estremeceu violentamente e seus dentes começaram a bater de pavor.

Uma lembrança terrível de sua infância explodiu em sua mente: as garras do Sr. Mendes, que por trás de uma face benevolente tentara avançar sob sua saia.

Se não fosse pela intervenção drástica do Sr. Augusto na época, Beatriz nem ousava imaginar o que teria acontecido se fosse levada por ele.

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