localização atual: Novela Mágica A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo Capítulo 22: O Valor da Indiferença
标题上

"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 22: O Valor da Indiferença

正文开头

 

Lívia, porém, o empurrou com força: — Presidente Bernardo, o senhor deve estar me confundindo com alguém. Por favor, comporte-se.

Mas Bernardo, com os olhos vermelhos, disse que não: — Você é a minha Livi. Que bom que você não morreu. Onde você esteve nesses três anos?

Sua voz estava embargada, como se tivesse palavras infinitas para dizer.

— Me diga, a explosão daquela vez foi por causa de alguém te ameaçando de novo? Fique tranquila, agora ninguém mais pode te ferir. Em toda a capital, ninguém mais pode me enfrentar.

Dizendo isso, as lágrimas de Bernardo começaram a cair.

Ele tentou puxá-la para seus braços novamente sem aceitar um não, mas Lívia levantou-se abruptamente.

— Presidente, se não quiser discutir o contrato, eu irei embora agora. Meu marido está me esperando lá embaixo.

Dito isso, ela recolheu o contrato e ia saindo, mas foi segurada com força.

— Marido? Livi, você está mentindo para mim... não está?

A voz de Bernardo estava travada, e seu olhar transbordava incredulidade.

— Eu já sei a verdade sobre o que aconteceu. Eu mandei a Sthefany para a prisão, e aquele pessoal da Mansão Vermelha foi punido pela lei. Não tenha medo, nada mais impedirá o nosso amor.

Ele falava com voz suave, num súplica humilhante.

Lívia achou graça e olhou para ele: — E quanto a você?

Após partir da última vez, ela planejava nunca mais voltar.

Mas, depois de conhecer uma pessoa, ela entendeu: quando se sofre um dano, é preciso retribuir; fugir não adianta nada.

Por isso ela não recusou esta viagem de volta ao país, pois queria cobrar todas as feridas que sofrera.

Bernardo ficou paralisado por um segundo diante da pergunta de Lívia; depois, sem hesitar, virou-se e abriu uma gaveta.

PUFT!

O som de uma faca afiada perfurando instantaneamente o seu braço.

O rosto e os lábios de Bernardo empalideceram na hora, e gotas de suor brotaram em sua testa.

Mas ele cerrou os dentes e, com determinação cruel, desferiu mais um golpe.

O sangue jorrava de seu braço, mas ele sorria.

— Eu posso te pagar, Livi. Posso te dar o que você quiser, até mesmo a minha vida.

— Mas eu não quero.

Quando partiu, ela pensou em nunca mais vê-lo; ao voltar, pensou em cobrar todas as injustiças.

Mas, ao confrontar o homem e os fatos, o coração de Lívia sentia apenas indiferença.

Ela já não amava Bernardo, e não sentia sequer ódio.

Por isso, não importa o que ele fizesse, ela não sentiria dor nem prazer; apenas achava incômodo e irritante.

Bernardo começou a tremer por inteiro com aquela frase, como se tivesse ouvido a coisa mais aterrorizante do mundo.

Com o braço ensanguentado pendente, ele caiu de joelhos com um baque surdo.

Então, ele pegou a mão de Lívia, colocou-a em seu próprio rosto e esfregou-se nela como um cão.

— Livi, eu te imploro, não diga essas coisas, não me abandone...

As lágrimas dele continuavam quentes como sempre, mas já não conseguiam aquecer o coração de Lívia.

Depois de deixá-lo, ela percebeu o quão tolo fora abandonar sua própria carreira para segui-lo de volta à capital.

Originalmente, ela se formara em uma renomada escola de negócios, assim como ele.

Mas, nos três anos em que fora expulsa pela mãe de Bernardo, ela trabalhara e estudara no exterior sem que sua carreira decolasse.

Ao voltar ao país na época, ela abandonou tudo novamente para se dedicar à família, apenas para obter aquele resultado.

Por isso, após partir da última vez, ela focou totalmente em sua carreira.

Só então percebeu o quanto desperdiçara por causa de Bernardo.

Agora, ela não queria desperdiçar mais nada, fosse o que fosse.

Lívia franziu a testa, retirou sua mão e, com nojo, usou um lenço de papel para limpá-la detalhadamente.

— Bernardo, não faça isso. É patético.

O corpo de Bernardo, ajoelhado no chão, congelou; o sorriso que ele forçava tornou-se amargo.

— Livi, o que você quer dizer com... essa frase? Você não me ama mais? Naquela época eu não sabia que alguém te pressionara a partir de novo. Eu não te culpo, culpo apenas a mim mesmo por não ser forte o suficiente para te manter comigo.

Bernardo falava com dificuldade devido à dor, mas continuava olhando para Lívia com urgência.

A faca ainda estava cravada em seu braço, mas ele parecia não notar; seus olhos estavam cheios apenas de Lívia.

— Livi, eu te prometo, ninguém mais nos separará. Temos mais cinquenta ou sessenta anos para passarmos juntos. Você não disse que queria viver isolada? Eu já...

— Bernardo, ninguém me pressionou. Eu mesma quis partir.

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部