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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 21: O Reencontro Inesperado

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Assim que as palavras foram ditas, a sala de reuniões ficou tão silenciosa que se poderia ouvir o cair de uma agulha.

A secretária empalideceu instantaneamente, percebendo que havia dito algo errado.

Mas ela não sabia exatamente qual frase fora o erro, e todos na sala esperavam pela reação do chefe.

Afinal, por tantos anos, todos sabiam daquele tabu, mas ninguém jamais ousara testar se era verdade ou não.

Enquanto todos perdiam-se em seus próprios pensamentos, o homem no assento principal finalmente falou.

— Entendido. Diga à outra parte que não tenho tempo amanhã, nem depois de amanhã. Reunião encerrada.

A voz de Bernardo soava normal, e ele não demitiu a secretária como todos imaginavam.

Isso frustrou os que esperavam por um espetáculo; parecia que o boato era falso.

Depois disso, as pessoas perderam até o interesse em discutir o assunto.

Mas eles não viram o tremor nos cílios do patrão no momento em que aquele nome soou, nem a mão que parou abruptamente de tamborilar a caneta.

Ninguém viu seus olhos ficarem vermelhos ao voltar para o escritório, nem ele tocando o pingente em seu pescoço, cujas gravações já estavam gastas de tanto serem acariciadas.

Mais três anos se passaram.

Nesses três anos, todos evitavam mencionar aquele nome.

Ele seguia enganando a si mesmo, fingindo que já havia esquecido o que acontecera.

Mas, no momento em que alguém quebrou essa regra, a saudade inundou seu coração como uma fonte jorrante.

Foi então que ele percebeu: nesses três anos, ele nunca esqueceu.

Aquele nome não aparecia há três anos, nem mesmo em homônimos.

Desta vez, surgiu justamente na véspera do aniversário de casamento deles.

Bernardo apenas considerou que ela tivera azar; o nome estava errado e o momento também.

Após o intervalo de almoço, ele ligou para a secretária pelo ramal interno.

— Diga à Diretora Lívia, do Canadá, que a cooperação está cancelada. A Medeiros Corp não precisa de pessoas impontuais.

A secretária soltou um "ah" de surpresa, parecendo hesitante.

— Mas Presidente, a Diretora Lívia já chegou. O senhor disse que não teria tempo amanhã nem depois; após eu transmitir isso, ela disse que manteria o plano original. Ela já está na sala de espera agora.

As sobrancelhas de Bernardo se franziram involuntariamente; ele não gostava de pessoas inconstantes.

Mas, já que ela estava lá, por cortesia ele a receberia.

No entanto, em seu coração, ele já decidira o veredito: não haveria parceria.

Pouco depois, bateram à porta do escritório.

Sem levantar a cabeça, Bernardo disse em voz grave: — Entre.

A secretária abriu a porta: — Presidente, esta é a Diretora Lívia, do Canadá.

Após conduzir a visita, a secretária saiu. Ao ouvir a porta se fechar, Bernardo levantou o olhar casualmente: — Sente-se.

Mas, na metade da palavra, seus olhos, antes baixos, ergueram-se bruscamente.

Lívia não demonstrava nenhum desconforto; ela ajeitou o cabelo e assentiu: — Presidente Bernardo.

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Bernardo demorou a responder, apenas encarando fixamente a pessoa à sua frente.

A caneta em sua mão caiu, e ele se levantou lentamente.

— Livi?

Ele não ousava piscar, nem mesmo respirar fundo, temendo que qualquer movimento fizesse a pessoa desaparecer.

Em inúmeras madrugadas, ele sonhara que Lívia não morrera, que continuavam apaixonados como antes e que tinham um filho.

Mas, ao acordar bruscamente, restavam apenas o quarto gelado e a cama vazia.

Ele sentira aquele vazio tantas vezes que, ao final, não ousava mais se aproximar nem nos sonhos.

Como hoje: embora seu coração batesse na garganta, ele não se moveu.

A pessoa à sua frente também não respondeu de imediato, apenas o observava com um sorriso profissional.

Bernardo cambaleou levemente, mas empurrou a cadeira e saiu de trás da mesa; não importava se era um sonho, contanto que pudesse vê-la.

Parado diante dela, ele estendeu a mão cautelosamente para tocar o ombro dela, mas ela se esquivou.

Lívia estendeu a mão com um sorriso formal: — Olá, Presidente Bernardo. Sou Lívia, gerente de projetos da nossa empresa.

Bernardo demorou muito para segurar a mão dela, e recusava-se a soltá-la.

Porque, no instante do toque, seu coração pareceu ser dilacerado.

Não era um sonho.

Não apenas não era um sonho, como a pessoa à sua frente tinha o mesmo rosto, a mesma voz e o toque era tão familiar.

Mas Bernardo lembrava-se claramente: sua Livi fora confirmada morta pela polícia há três anos.

Então, quem era a pessoa à sua frente?

Antes que pudesse raciocinar, ela retirou a mão.

O calor inicial de Bernardo transformou-se em suspeita e até em aversão.

Se aquilo fosse mais uma tática comercial de alguma empresa, achando que uma plástica poderia garantir seu investimento...

Ele não os perdoaria e garantiria que nunca mais tivessem chance de se reerguer.

Porém, ao se sentar, ele viu claramente o sinal no dedo anelar da mão dela.

Naquele momento, o sangue de Bernardo pareceu correr ao contrário; incapaz de conter a emoção no peito, ele abraçou a pessoa com força.

— Livi.

 

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