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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 19: O Retorno ao Inferno

正文开头

A movimentação ali já atraíra a atenção de alguns; quando Sthefany gritou, o restante das pessoas se aproximou.

Até o som da cabine do DJ foi diminuído.

Mas os gritos de Sthefany não fizeram Bernardo parar, e ela entrou em pânico instantaneamente.

Ela já trabalhara na Mansão Vermelha e sabia as consequências de não pagar uma conta.

Mas, antigamente, ela só vira pessoas que deviam alguns milhares.

Essas pessoas eram primeiro espancadas e depois jogadas nuas no centro da pista de dança.

O dono primeiro tentaria conseguir o dinheiro com os familiares; se não houvesse família ou se eles não pudessem pagar...

Então, o devedor seria jogado na jaula dos cães. Sobreviver era sorte, não sobreviver era o destino.

Sthefany vira uma vez uma pessoa ser morta a dentadas por um cão.

Por causa disso, ela teve pesadelos por um mês inteiro, incapaz de comer.

E aquelas cenas que a faziam vomitar eram de quem devia apenas alguns milhares.

Mas ela devia exatos dois milhões e quinhentos e trinta mil reais.

Os olhos de Sthefany estavam arregalados, sem entender como tudo mudara tão rápido.

Mas, após alguns segundos, ela pensou: com certeza foi Lívia!

O olhar de Sthefany tornou-se cruel; ela se desvencilhou com força das mãos do segurança e correu para se ajoelhar diante de Bernardo.

— Bernardo, foi a Lívia quem disse algo para você? É tudo mentira, eu tive meus motivos, não acredite nela, eu posso explicar, eu...

PAFT!

Antes que terminasse, um tapa pesado como um disco de ferro atingiu o rosto de Sthefany.

Foi Bernardo quem bateu.

Desde a primeira vez que ela mencionou Lívia hoje, Bernardo já não conseguia conter sua fúria.

Sua Livi já se fora, e ainda havia alguém manchando a reputação dela.

Então, essa pessoa merecia morrer!

— Sthefany, você ainda vai continuar fingindo depois de tudo?

— Eu te avisei claramente para ficar longe da Livi, por que você não ouviu? Agora tudo isso é o que você merece. De hoje em diante, não acreditarei em uma única palavra que sair da sua boca.

Dito isso, Bernardo desferiu um chute em seu peito e fez um sinal para que os seguranças a levassem.

Sthefany, fosse pelo choque do tapa ou por ter caído na real, nem sequer ofereceu resistência.

Somente ao ser jogada no palco é que ela despertou, cuspindo um dente que fora quebrado.

Os seguranças já haviam erguido os pés e empunhado cacetetes elétricos, atingindo o corpo de Sthefany repetidamente.

Sthefany encolheu-se no chão em agonia, com fios de sangue escorrendo pelo canto da boca.

Lá embaixo, vinham ondas de aplausos e vivas, iguais aos de quando ela estava jogando dinheiro.

Mas a situação dela agora era o oposto absoluto de antes.

A corrente elétrica percorria todo o corpo de Sthefany, e chutes e socos brutais a atingiam, fazendo sua memória vacilar, como se tivesse voltado ao ano em que entrou na Mansão Vermelha.

正文1

Antes que pudesse recordar o passado, alguém a ergueu e rasgou suas roupas com violência.

Apesar do calor do local, Sthefany sentiu um vento gelado.

Ela lutou com todas as forças, usando os dentes e os pés para atacar quem estava à frente, mas não conseguiu sequer um pedaço de pano para se cobrir.

Ao ver o segurança sacar uma faca, ela finalmente entendeu a diferença entre uma dívida de dois milhões e uma de alguns milhares.

Sthefany recuou passo a passo, tentando fugir: — Não! Isso é assassinato, eu posso processar vocês... AH!

Antes de terminar, seu tornozelo foi agarrado, e a lâmina fria cortou o tendão de Aquiles com precisão, seguida pelos tendões dos pulsos.

A dor excruciante a impedia de se mover, enquanto a multidão, assistindo ao espetáculo, gritava: — Continua! Continua!

Neste momento, Sthefany já não se importava com dignidade; ela rastejava como um verme em direção a Bernardo.

— Bernardo, me salva, me salva...

Sthefany derramava lágrimas, chorando de uma forma que tocaria qualquer coração.

Alguns lá embaixo chegaram a se comover e ameaçaram pagar a conta dela, mas desistiram assim que souberam o valor.

Bernardo, porém, não mudou de expressão; ele estava recostado preguiçosamente na cadeira, balançando sua taça de vinho.

— Te salvar? Se eu te salvar, você pode me devolver a minha Livi? Se puder, eu te salvo.

Sthefany não entendeu o que ele quis dizer, achando apenas que Lívia fugira de casa por raiva, e assentiu freneticamente.

— Eu posso! Se você me salvar, eu com certeza vou pedir desculpas à Senhorita Lívia, posso me ajoelhar e implorar, juro que nunca mais vou interferir na família de vocês.

Sthefany falava rápido e com urgência, temendo que Bernardo mudasse de ideia.

Bernardo apenas deu um sorriso de desprezo, com olhos desfocados e cheios de dor.

— Ótimo. Então vá pedir desculpas a ela no caminho para o submundo.

 

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