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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 18: O Acerto de Contas na Mansão Vermelha

正文开头

 

Sthefany, vendo que ele não tinha interesse, não insistiu mais e voltou a mergulhar na euforia da multidão.

Somente quando olhou para os botões bem fechados da camisa de Bernardo, sentindo um desejo repentino, é que voltou a se sentar ao lado dele.

— Bernardo, vamos... voltar para casa.

Enquanto falava, ela deslizava o dedo em círculos sobre o pomo de Adão dele.

Bernardo olhou para ela de cima, sentindo apenas um nojo infinito no fundo do coração.

Ele não conseguia entender como pudera ser enganado por uma mulher assim, chegando a ferir sua Livi por causa dela.

Neste momento, observando tudo o que Sthefany fazia, ele a achava apenas vulgar e obscena.

Bernardo segurou aquela mão inquieta; Sthefany o olhou com luxúria e ofereceu seus lábios.

Mas Bernardo virou o rosto para desviar e soltou a mão dela com desprezo.

Sendo descartada, Sthefany quase perdeu o equilíbrio no assento; talvez pelo efeito do álcool, uma onda de fúria subiu à sua cabeça.

A noite toda Bernardo recusara sua aproximação, como se tivesse nojo dela, fazendo-a passar por vários momentos ridículos.

Mas agora que ele tinha gastado tanto dinheiro com ela de boa vontade, por que continuar fingindo essa superioridade moral?

Sthefany mordeu o lábio inferior prestes a confrontá-lo, quando ouviu ele dizer: — Então vamos. Hora de pagar a conta.

O coração de Sthefany disparou de alegria; ela imediatamente abandonou a ideia do confronto e o seguiu de perto.

Mas, após apenas dois passos, foi barrada por alguém: — Senhora, a senhora ainda não pagou.

Sthefany ficou atônita ao ser barrada, e suas sobrancelhas se ergueram de imediato.

— Pagar o quê? Vocês sabem quem eu sou? Sou a mulher de Bernardo, o líder da família紀 (Ji/Medeiros). Saiam da frente!

Mas os dois atendentes não se impressionaram e, mantendo o sorriso profissional, entregaram-lhe a conta.

— Não importa de quem a senhora seja mulher, é preciso pagar. O seu consumo total esta noite foi de dois milhões e quinhentos e trinta mil reais. Em qual cartão deseja passar?

Sthefany afastou com um tapa o tablet na mão do garçom: — Você não entende o que eu digo? Coloque na conta de Bernardo.

Dito isso, ela tentou correr para alcançar Bernardo, mas foi barrada novamente.

— Não trabalhamos com contas pendentes aqui.

O olhar de Sthefany estremeceu: — Como é possível?! Eu conheço as regras da Mansão Vermelha melhor do que você.

Vendo que eles continuavam impedindo sua passagem, Sthefany desesperou-se e gritou por Bernardo.

Bernardo virou-se imediatamente, com uma expressão de pura dúvida: — O que houve?

Sthefany fez beicinho e deixou cair algumas lágrimas.

— Eles estão me maltratando, me impedindo de sair. Eu disse que sou sua, mas eles não me soltam. Bernardo, eu sei que tive um passado difícil, mas isso não é motivo para eles me humilharem assim.

Normalmente, quando Sthefany falava assim, Bernardo invariavelmente a colocaria sob sua proteção.

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Por isso, desta vez Sthefany também deu como certo que ele a ajudaria e, após terminar a frase, olhou para os funcionários com arrogância.

Mas, para sua surpresa, após Bernardo olhar a conta, ele simplesmente devolveu o tablet para as mãos dela.

— Sthefany, não seja tão mimada. Pague logo a conta para irmos embora, estou exausto.

Enquanto falava, ele massageava as têmporas, parecendo realmente sonolento.

Os olhos de Sthefany se arregalaram, incapaz de processar o sentido daquelas palavras.

— Bernardo, o que quer dizer com isso? Não é você quem vai pagar?

Bernardo deu de ombros: — Eu disse isso? Eu me lembro de ter dito o tempo todo para colocarem na

sua

conta.

O sorriso de Bernardo era o mesmo de sempre, mas Sthefany leu algo diferente nele.

Nesse instante, ela pareceu entender de onde vinha a estranheza daquela noite.

Ele fizera de propósito.

De propósito para rejeitá-la, de propósito para vê-la ser humilhada!

Ao perceber isso, o rosto de Sthefany tornou-se tenebroso.

Palavrões quase escaparam de sua boca, mas ela ainda se conteve.

— Bernardo, pare com essa brincadeira. Já são três da manhã, não combinamos de voltar amanhã para ver o Luquinhas?

Bernardo riu ao ouvir aquilo: — Ver o Luquinhas? Vá você. Ele nem é meu filho, por que eu haveria de vê-lo?

Ao ouvir isso, os membros de Sthefany gelaram instantaneamente; seu olhar ficou vago por alguns segundos.

Ela forçou um sorriso rígido para tentar mentir, mas ouviu Bernardo continuar: — Pague logo a conta, Sthefany.

— Você teve dinheiro para suborná-los com quinhentos mil para torturar a Livi, não tem dinheiro para pagar a conta do que você mesma consumiu?

Com as palavras de Bernardo, apenas um pensamento restou na mente de Sthefany:

Acabou.

Ele descobriu. Ele descobriu tudo!

Dentro do clube, a música e os gritos misturavam-se em um barulho ensurdecedor, mas para Sthefany, o mundo parecia assustadoramente silencioso.

Bernardo sabia que Luquinhas não era filho dele, sabia que ela mandara torturar Lívia.

Então, o esquema com Ricardo para incriminar Lívia... será que ele também sabia?!

E as transferências secretas de ativos, as coisas que ela roubara do cofre dele para vender, o fato de ter quebrado o colar de Lívia de propósito...

Eram tantas coisas, tantas que ela já nem conseguia contar.

Se Bernardo realmente soubesse de tudo, ela estaria arruinada.

Sthefany apertou as palmas das mãos, forçando-se a manter a calma; talvez ele soubesse apenas de algumas coisas, não de tudo.

Ela poderia explicar.

Mas antes que pudesse abrir a boca para se justificar, Bernardo já havia chamado o dono da Mansão Vermelha.

— Eu me lembro que aqui vocês têm punições para quem sai sem pagar. Veja qual é a punição para uma conta de mais de dois milhões.

O dono olhou para ele e depois para Sthefany; com seu faro aguçado, escolheu imediatamente o lado de Bernardo.

— Esta é a primeira vez que temos uma conta tão alta. Por favor, sente-se na área VIP de observação. Garanto que a punição não o decepcionará.

Bernardo assentiu satisfeito e seguiu o garçom em direção à área VIP.

Sthefany explodiu em um instante, gritando por ele com todas as suas forças:

— Bernardo! Você não pode ir! Não pode me deixar aqui!

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