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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 17: O Banquete da Queda

正文开头

 

Quando Bernardo chegou à porta da Mansão Vermelha, Sthefany já estava lá.

Ao vê-lo descer do carro, ela correu para segurar seu braço com entusiasmo.

— Bernardo, você chegou!

Enquanto falava, seus olhos percorriam o ambiente ao redor.

Ao notar os olhares surpresos e chocados das pessoas, seu sorriso aumentou ainda mais.

Bernardo, porém, retirou o braço sutilmente: — Vamos entrar.

O sorriso de Sthefany congelou por um momento. Quando ia tocá-lo novamente, ele já havia entrado.

Ouvindo risinhos de deboche ao seu redor, Sthefany lançou-lhes um olhar de ódio.

Em seguida, apressou o passo para alcançá-lo.

— Bernardo, o que houve?

Mas Bernardo não respondeu, continuando a caminhar sozinho.

Sthefany sentia que Bernardo estava estranho hoje — desde a ligação matinal até a reação de agora.

O mais estranho era que ele sempre detestara barulho e sujeira, e sempre preferia cabines privadas nos clubes.

Mas desta vez, ele se sentou no salão principal.

Uma onda de inquietação inexplicável atingiu Sthefany, um presságio ruim.

No entanto, por mais que pensasse, não conseguia lembrar de nada que tivesse feito para desagradá-lo.

Por fim, com uma expressão feroz, ela concluiu que devia ser culpa de Lívia.

Com certeza Lívia dissera algo para ele novamente.

Parece que ela não sofrera o suficiente; na próxima vez, Sthefany faria questão de que sofresse mais.

Após se convencer disso, Sthefany recuperou a compostura e sentou-se ereta ao lado de Bernardo.

Ao ver suas antigas colegas olhando para ela com inveja, seu queixo ergueu-se um pouco mais.

Algumas mulheres reconheceram Bernardo e aproximaram-se para tentar se promover.

Sthefany sorriu com desdém, zombando da ousadia delas.

— Bernardo, esta é uma amiga que trabalhava comigo aqui. Já que ela está se esforçando tanto, por que não compra duas garrafas de vinho para ajudá-la na meta?

— Com certeza — Bernardo respondeu sem hesitar.

Sthefany sentiu uma satisfação imensa, olhando para a garota com um ar de triunfo.

Ia abrir a boca para reafirmar seu status, mas foi pega de surpresa pelas palavras dele.

— Ótimo. Traga duas das mais caras e coloque na conta da Sthefany.

A garota começou a rir cobrindo a boca, com um deboche evidente nos olhos.

Sthefany ficou atônita e virou-se rapidamente para Bernardo.

— Bernardo, o que aconteceu? Se fiz algo que te irritou, diga-me diretamente. Não precisa me humilhar assim.

Seus olhos ficaram vermelhos, e ela forçou algumas lágrimas.

Desta vez, porém, Bernardo não a abraçou nem a acalmou com carinho como de costume. Apenas disse com leveza:

— Nada disso. Estou apenas te dando apoio.

Ao ver o sorriso de Bernardo como antes, Sthefany parou de chorar, achando que fora apenas impressão sua.

Contudo, em seguida, uma após outra, antigas colegas se aproximavam, e Bernardo enviava dezenas de garrafas em nome de Sthefany.

Ela sentia que algo estava errado, mas logo descartou o pensamento.

Bernardo dissera que estava lhe dando apoio, então certamente ele pagaria a conta no final.

Por isso, quando Bernardo começou a pedir danças de dez mil e a jogar cem mil em dinheiro para o alto como diversão, ela não interferiu mais.

Pelo contrário, começou a aproveitar a situação e, no auge da empolgação, chegou a gritar:

— Bebam à vontade! Hoje a conta é por minha conta!

Assim, as colegas que antes a desprezavam e os clientes e donos que a maltratavam começaram a ovacioná-la.

— Sthefany é demais! Estaremos sempre com você!

— Sthefany, você ficou poderosa! Parece que te subestimamos no passado. Por favor, seja generosa e não guarde mágoas.

As pessoas vinham brindando, com um elogio atrás do outro.

Sthefany aceitava tudo e finalmente teve coragem de virar o copo de alguém que detestava, fazendo a pessoa passar vergonha.

E desta vez, ninguém ousou criticá-la; pelo contrário, curvavam-se dizendo que ela fizera bem.

Sthefany estava radiante e, imitando o que faziam com ela no passado, colocou dinheiro sob o balde e ordenou que bebessem o barril inteiro de álcool puro — quem terminasse ficaria com o dinheiro.

Vendo-os competindo e rastejando para beber, a voz de Sthefany ficou rouca de tanto rir.

Mas, conforme as luzes passavam, era possível ver lágrimas nos cantos de seus olhos sorridentes.

No meio daquela euforia, apenas uma pessoa permanecia imóvel, sentada calmamente observando Sthefany.

Bernardo acariciava o pingente em seu peito, com um olhar impenetrável, como um lobo à espreita.

Sthefany percebeu e chamou-o para brincar.

Bernardo recusou retirando a mão, com um sorriso estranhamente sinistro nos lábios.

— Divirta-se primeiro. Daqui a pouco, eu brinco com você.

Daqui a pouco, a diversão seria muito maior.

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