localização atual: Novela Mágica A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo Capítulo 15: A Máscara de uma Víbora
标题上

"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 15: A Máscara de uma Víbora

正文开头

 

Na noite anterior, ele não entendera o que o amigo descobrira para lhe entregar aquilo.

Nem entendera por que ele hesitara tanto ao falar.

Mas ao ver todo o conteúdo do pendrive, ele entendeu perfeitamente.

Aquela frase que o amigo não terminara era sobre Sthefany.

Aquele olhar cheio de significados era devido ao conteúdo estarrecedor do arquivo.

Desde o dia em que conheceu Sthefany, Bernardo ouviu dela o quanto sua família era terrível e sofrida.

Ele fez tudo o que pôde para lhe dar o melhor.

Pagou sua dívida, matriculou-a em cursos e, ao saber da gravidez acidental, assumiu a responsabilidade como pai.

Mas ele jamais imaginaria que aquela pessoa que parecia um raio de sol bondoso diante dele era, na verdade, um rato de esgoto!

Ele a avisara muitas vezes: se ficasse ao lado dele, deveria se comportar, pois Lívia seria sua esposa para sempre.

Não esperava que ela concordasse na frente dele, mas enviasse fotos íntimas pelas costas para torturar Lívia.

Lívia não mentira; ela não fizera aquelas coisas, nem dissera aquelas palavras.

Os fogos de artifício daquele dia foram comprados deliberadamente por Sthefany; ela escolheu um lote defeituoso, derrubou-os de propósito e fingiu um desmaio.

Até o posicionamento dos fogos fora planejado por ela, todos apontados para Lívia.

E naquele dia, ele só pensou em tirar Sthefany dali, deixando Lívia sozinha entre as chamas.

Ele fora cego ao não ver os olhos feridos de Lívia, deixando-a sozinha para cair da escada.

E no fim, ainda a culpou por ter mudado.

Quem mudara fora ele; ele fora incapaz de enxergar a verdade e traíra toda a sinceridade dela!

O incidente com o Dr. Ricardo também fora uma encenação de Sthefany; Lívia jamais a entregaria para a cama de outro homem por ciúmes.

Foi Sthefany quem procurou Ricardo para se oferecer, e depois uniu-se a ele para incriminar Lívia.

Ela e Ricardo já estavam envolvidos secretamente, enquanto ele, como um tolo, achava que ela fora abusada.

Apenas ele, para vingá-la, não hesitou em mandar Lívia para a Mansão Vermelha!

Ele se lembrou que dera ordens claras na Mansão Vermelha para não maltratarem Lívia.

Deveriam apenas dar comida e roupas piores para lhe dar um susto.

Mas Lívia chegou ao hospital coberta de feridas, com uma cicatriz de queimadura na clavícula.

Quando ele questionou o responsável pelo local, a resposta foi:

— Foi a própria Senhorita Lívia quem fez isso. Não conseguimos impedi-la; ela disse que só assim o senhor teria pena e a levaria de volta.

Muitas pessoas ao redor confirmaram, todos dizendo que Lívia os forçara a bater nela e que se jogara contra a garrafa de vidro.

Na época, ele sentiu raiva por Lívia ter se tornado aquilo; alguém que não admitia erros e usava métodos tortuosos para provocá-lo.

Agora ele sabia: sua Livi nunca mudara.

Tudo fora ideia de Sthefany; ela usara o nome dele e dinheiro para subornar o pessoal da Mansão Vermelha para torturar Lívia.

E ainda os ameaçou para que não dissessem nada, caso contrário, destruiria o local.

Bernardo, com os olhos injetados, abriu os vídeos no pendrive; eram todos gravações das câmeras da Mansão Vermelha.

Ele viu Lívia ser esbofeteada e derrubada sem sequer dizer uma palavra, com inúmeros pés pisando nela sem piedade.

Viu-a ser forçada a usar uma coleira e ser espancada até vomitar sangue por se recusar a obedecer.

O olhar de Bernardo era assassino, fixo no homem que gritava que podiam fazer o que quisessem, desde que ela não morresse.

Ele assistiu apenas a alguns vídeos e não teve coragem de continuar; a culpa e a dor esmagaram seu coração.

Ele nem precisava ver para saber que o restante seria ainda mais cruel.

Ele conhecia os métodos da Mansão Vermelha; forçar bebida, espancamentos e celas eram as coisas mais comuns.

Como ele dera o aval, ninguém ousou protegê-la.

Ele não ousava imaginar o que teria acontecido se ela não fosse a esposa de Bernardo; que tipo de tratamento desumano teria recebido!

E tudo aquilo fora sob as ordens de Sthefany.

Não só Sthefany; ele também era um canalha.

Se ele não a tivesse enviado para lá, ela não estaria internada, e não teria pego aquele carro que explodiu para comprar doces para ele.

Ela não teria partido; a culpa era toda dele.

Bernardo não conseguia mais articular uma palavra, apenas lágrimas infinitas o afogavam.

Ele arquejava com dificuldade; em seus olhos, além da dor, havia um incêndio de fúria, um desejo incontrolável de matar Sthefany para que ela servisse de sacrifício no túmulo de Lívia.

Antes disso, Bernardo jamais imaginara que Sthefany seria capaz de enganá-lo.

下一张上
下一章下

você pode gostar

Compartilhar Link

Copie o link abaixo para compartilhar com seus amigos:

页面底部