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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 14: O Despertar do Remorso

正文开头

Bernardo pegou aquele pendrive confuso, sem entender o que ele quis dizer.

Ia perguntar, mas o amigo já fora chamado por outra pessoa; ele apenas guardou o objeto e entrou no carro.

Assim que se acomodou, recebeu uma ligação de Sthefany.

Ele atendeu com exaustão, e do outro lado veio a voz doce e melosa dela.

— Bernardo, onde você foi? Acordei e não te vi, te mandei mensagens e você não respondeu. Você realmente me acha um estorvo? Ou a Senhorita Lívia disse algo de mim para você de novo? Eu sei que no passado...

— Chega. — Bernardo a interrompeu rudemente com voz grave.

Não sabia o porquê, mas aquela voz que antes soava reconfortante, agora parecia apenas ruído.

E, não sabia se era impressão sua, mas sentia um tom de manipulação nas palavras dela, tentando culpar os outros.

Mas no segundo seguinte ele negou; Sthefany sempre fora pura, não faria tal coisa.

Além disso, ela não sabia que Lívia se fora; mencioná-la fora apenas um descuido impensado.

Houve um segundo de silêncio do outro lado, seguido por soluços magoados: — Tudo bem, eu entendi.

Ao ouvi-la chorar, a atitude de Bernardo suavizou-se um pouco.

— Não chore. Amanhã vou te ver.

Antes que Sthefany pudesse responder, ele desligou o telefone.

Ao chegar em casa, Bernardo permanecia em um estado de choque, como se tivesse perdido a alma.

Ver os rastros de Lívia por toda a casa trazia uma onda de amargura ao seu coração.

Tudo continuava como no dia em que ele a enviara para a Mansão Vermelha.

Nesse momento, Bernardo desferiu um tapa violento contra o próprio rosto; o som foi seco, e sangue brotou instantaneamente de sua boca.

Se ele não estivesse com raiva e não tivesse enviado Lívia para aquele lugar, o último encontro deles não teria sido num hospital.

Mesmo que ela tivesse ferido Sthefany, bastaria dar uma bronca; por que ele teve que expulsá-la!

Bernardo jamais esqueceria o estado em que Lívia chegou ao hospital, com a cabeça sangrando.

Naquele dia, ele achou que a perderia novamente, mas felizmente foram apenas alguns pontos.

Agora, porém, ela o deixara de verdade.

A polícia disse que a explosão fora causada por um vazamento de combustível, um acidente fatal.

Isso significava que ele não tinha sequer contra quem buscar vingança.

Ele abraçou as cinzas de Lívia e deitou-se na cama do quarto de casal.

O som da explosão ainda ecoava em seus ouvidos; ele não ousava imaginar a dor que sua Livi sentira.

Ela era tão sensível à dor; tremia até para tomar uma injeção.

E uma explosão... era uma dor milhares de vezes pior que uma agulha.

Ele conseguia imaginar o desespero e o pavor de Lívia no momento em que o carro capotou.

Se pudesse, preferiria que ele mesmo tivesse morrido.

— Livi, eu vou te acompanhar, está bem?

Mas o quarto, que antes parecia pequeno, agora era deserto e vasto como se contivesse o mundo inteiro.

正文1

Ninguém respondeu, restando apenas sua respiração pesada.

Bernardo sentia a mente exausta, mas passou metade da noite sem conseguir dormir.

Até que teve um pesadelo confuso: viu Lívia em seus braços num segundo, e no outro, ela explodindo em pedaços.

Nesse instante, ele despertou num salto, coberto de suor frio.

Ao acordar, as cinzas ao seu lado haviam caído na cama, gélidas.

Ele as recolheu apressadamente, protegendo-as no peito com ternura, como se aquilo fosse a própria Lívia.

Com o susto, não conseguiu mais dormir; lembrou-se então do pendrive que o amigo lhe dera.

Na noite anterior, não entendera o que ele quis dizer, mas talvez ao ver o conteúdo, entendesse.

Ao abrir os arquivos, porém, ele ficou paralisado no sofá como uma estátua de gelo.

Seus dedos deslizavam pela tela com incredulidade, e seu rosto escurecia a cada segundo.

Até que, ao final, seus olhos foram tomados pela fúria, e suas mãos tremiam de raiva.

Ao terminar de ler a última página, Bernardo desmoronou completamente, afundando-se sem forças no sofá.

Ela já sabia de tudo; em cantos que ele desconhecia, ela sofrera tantas injustiças.

Ele se perguntara por que Lívia estaria na Rua Nova, que era na direção oposta de casa.

Acontece que ela fora comprar os espetinhos de fruta caramelizada que ele tanto amava, para tentar alegrá-lo.

Quem diria que ela entraria num carro com vazamento; até o último momento antes de morrer, ela só pensava em fazê-lo parar de sentir raiva.

Tudo fora causado por ele. Se não fosse por ele, Lívia não teria morrido!

Mesmo no momento em que soube da morte dela, ele não sentira tanta dor.

Ele pressionou os olhos com as mãos, mas as lágrimas continuavam a jorrar sem parar.

Seu corpo espasmava em uma reação reflexiva; a dor atingia o âmago de seus ossos.

Enquanto chorava, ele começou a rir como um louco.

Ao final da risada, ele disse apenas duas palavras entre dentes: — Sthefany!

 

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