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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 12: O Desmoronamento da Realidade

正文开头

PAFT!

O celular caiu abruptamente no chão, estilhaçando-se em mil pedaços no instante seguinte.

O cérebro de Bernardo parou de funcionar naquele momento. Considerado um gênio desde a infância, ele agora parecia incapaz de processar aquela frase dita pelo policial.

O que significava dizer que Lívia havia falecido?

Ela estava claramente viva e bem, por que queriam dar baixa em seus documentos?

Ela não estava apenas fazendo birra? O que um caso de explosão teria a ver com ela?

Bernardo tremia violentamente, curvando-se para tentar recolher o celular e pedir explicações.

Mas, ao dobrar os joelhos, eles cederam e ele caiu diretamente no chão.

Seus joelhos pressionaram os cacos do aparelho, mas ele parecia não sentir dor.

Ele apenas tateava o celular obstinadamente, com uma aparência que beirava a calma, pedindo que o outro lado repetisse a informação.

Contudo, o aparelho destruído já havia desligado; não importava quantas vezes ele chamasse, apenas a própria voz ecoava.

Ao final, sua voz perdeu o controle, e as palmas de suas mãos estavam ensanguentadas pelos restos cortantes do telefone.

Ele parecia ter perdido a sensibilidade à dor, apenas o coração batendo freneticamente indicava que ele não estava calmo.

Somente quando o assistente se agachou e chamou seu nome é que ele despertou do transe e olhou para ele.

Após encará-lo por um longo tempo, ele lembrou que o assistente falara algo antes, mas não conseguia recordar o quê.

Então, Bernardo ouviu a própria voz saindo como se fosse de um gramofone antigo, distante e engasgada.

— O que você... disse agora pouco? Quem... desapareceu?

O assistente também ouvira a voz vinda do telefone e, ao ser questionado, sentiu o cérebro formigar e as costas ensopadas de suor frio.

Ele apenas seguira as ordens da patroa e se retirara; jamais imaginaria que a próxima notícia dela seria a de sua morte.

O assistente sentiu que o incidente também era culpa sua e, aterrorizado, não conseguia dizer uma palavra.

Mas Bernardo, como um louco, agarrou-o pelo colarinho: — Fale! Quem desapareceu?

Olhando nos olhos escarlates do patrão, o assistente quase urinou de medo, falando com a voz embargada pelo choro.

— Foi a patroa... a patroa desapareceu. Ela disse que queria ficar sozinha e mandou eu descer, então eu voltei. Mas esperei no quarto e ela não aparecia, então subi para ver...

Bernardo não disse nada, apenas sinalizou com o olhar para que ele continuasse.

— E então, não havia ninguém no terraço. Eu desci para procurar, procurei por todo o hospital e... não encontrei. Senhor Bernardo, não tive culpa, eu... ah!

Antes de terminar, ele foi derrubado no chão por um soco de Bernardo.

— O que quer dizer com desapareceu? Eu não mandei você levá-la de volta? Eu não mandei você vigiá-la? Eu não disse para me ligar se algo acontecesse? Por que não a vigiou? Por que não me avisou no primeiro instante que ela sumiu?!

正文1

Bernardo montou sobre ele, desferindo soco após soco no rosto do assistente, como se tivesse perdido o juízo.

Somente quando alguém se aproximou para contê-lo é que ele desabou no chão como um trapo velho.

Havia sons de pânico ao redor, mas ele não ouvia nada.

Apenas repetia em seu coração: é tudo mentira.

Como poderia ocorrer uma explosão repentina em uma área movimentada? Lívia estava no hospital, como estaria naquele carro?

— Sim, com certeza é mentira.

Com certeza é o mesmo truque de seis anos atrás.

Eles expulsaram Lívia e agora inventaram uma desculpa para enganá-lo!

Talvez até aquela ligação da polícia fosse alguém contratado para fingir.

Fizeram tudo isso para que ele desistisse de Lívia e se casasse com quem eles queriam.

Pensando assim, o coração de Bernardo estabilizou-se gradualmente.

Ele lutou para se levantar do chão e correu para frente com passos desordenados.

E se desta vez Lívia não tivesse cedido e já estivesse no quarto esperando por ele?

Ao chegar à porta, ele a empurrou sem hesitar.

— Livi!

Mas o quarto estava vazio, e tão organizado que parecia que nunca houvera ninguém ali.

Ele abriu a porta do banheiro, puxou as cortinas, cada vez mais sem rumo.

Até vasculhar cada centímetro do pequeno quarto, sem encontrar qualquer vestígio de Lívia.

De repente, ouviu um barulho atrás de si; seus olhos brilharam de alegria e ele se virou rapidamente, mas viu apenas o médico entrando com um novo paciente.

Bernardo estancou, com o olhar frio como gelo a quarenta graus negativos.

— Doutor, este quarto já está ocupado.

Mas o médico respondeu confuso: — Não está não. A paciente que estava aqui faleceu em um acidente esta manhã, o quarto acabou de ser liberado.

Com as palavras do médico, o coração de Bernardo, que tentava se autoenganar, desmoronou completamente.

Por quê?

Ele já tinha se convencido de que Lívia apenas desaparecera, e não morrera.

Mas por que todos insistiam em dizer que Lívia estava morta?

Neste momento, Bernardo sentiu o coração ser esmagado, uma dor que o fez curvar o corpo tentando aliviá-la.

Mas de nada adiantou; parecia que alguém usava uma faca para realizar um suplício em seu coração.

Uma lágrima caiu pesadamente no chão, seguida por muitas outras.

— Lívia... morreu?

 

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