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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 9: O Juramento de Ódio

正文开头

— Lívia, a Sthefany está prestes a pular, e você ainda diz essas coisas para provocá-la! Você não tem o mínimo respeito por uma vida humana?!

Lívia virou-se e encarou Bernardo, com o ódio transbordando de seus olhos.

— Me solta!

Bernardo assustou-se com aquele olhar; seu coração parou por um instante.

Mas logo foi trazido de volta à realidade pelo choro de Sthefany.

— Bernardo, você me disse para não provocar a Senhorita Lívia, e eu não o fiz. Mas por que ela ainda faz isso comigo? Eu só queria viver em paz, só queria um pedido de desculpas... Só porque minha família é humilde, eu mereço ser...

A voz de Sthefany falhou, sufocada pela humilhação, e ela deu mais um passo em direção ao abismo.

Bernardo lembrou-se do incidente anterior, e seu coração, que havia amolecido por um momento, endureceu novamente.

Olhando para a figura trêmula de Sthefany, seus olhos ficaram vermelhos de desespero.

— Não se mexa! Eu farei com que ela te peça desculpas. Ajoelhar, implorar... o que for preciso! Não faça uma loucura, eu te imploro.

Sthefany finalmente parou, com a voz embargada: — É verdade?

— É verdade! — Bernardo respondeu imediatamente, temendo que qualquer atraso a fizesse cair.

Ele agiu rápido, desferindo um chute violento atrás dos joelhos de Lívia.

— Argh! — Os joelhos de Lívia, que ainda não haviam cicatrizado, sofreram o impacto de uma nova queda forçada. A dor era tanta que ela perdeu a voz.

Ela tentou levantar-se, mas foi pressionada brutalmente por Bernardo: — Livi, peça desculpas.

Lívia sentiu um choque com aquelas palavras; os olhares de desprezo da multidão a atravessavam como flechas.

Uma humilhação imensa inundou seu coração. Ela olhou para Bernardo com um olhar feroz.

— Bernardo, eu nunca disse aquelas palavras e nunca fiz aquelas coisas. Quantas vezes tenho que repetir? Você já esqueceu que eu sou a sua esposa?!

Em dez anos de relacionamento, ela nunca havia perdido o controle dessa forma.

Bernardo hesitou por um momento, e a pressão de suas mãos diminuiu levemente.

Mas, no segundo seguinte, a multidão gritou; Sthefany colocou um pé para fora do parapeito.

Bernardo recuperou os sentidos instantaneamente: — Livi, isso é uma vida humana! Mesmo num momento desses, você vai continuar sendo egoísta?

Seu olhar era frio e rígido, carregado de censura.

Em seguida, ele ordenou friamente ao assistente que a segurasse para que ela se ajoelhasse e pedisse perdão.

Lívia, com o corpo coberto de feridas abertas, não tinha forças sequer para resistir.

Ela só conseguia gritar repetidamente, com uma voz dilacerada: — Bernardo, você não pode fazer isso comigo...

Mas Bernardo nem sequer olhou para ela; estava ocupado demais acalmando Sthefany com ternura para que ela descesse.

Quando Sthefany finalmente aceitou sair do parapeito, a visão de Lívia já estava embaçada por uma névoa vermelha.

O assistente a soltou como se estivesse descartando um trapo velho, e as pessoas ao redor se afastavam dela como se vissem um fantasma.

E o seu marido passou por ela, carregando outra mulher nos braços.

Neste momento, Lívia sentiu um ódio mortal por Bernardo.

— Bernardo... eu nunca... vou te perdoar nesta vida.

Bernardo parou por causa das palavras dela. Algo atravessou seu coração subitamente, mas desapareceu antes que ele pudesse entender o que era.

Ele não deu importância; apenas ordenou ao assistente que a levasse de volta ao quarto e partiu sem olhar para trás.

O assistente ia ajudá-la a levantar, mas ela fez um sinal com a mão: — Pode ir. Quero ficar sozinha por um momento.

O assistente hesitou, mas acabou cedendo ao desejo dela.

Lívia permaneceu deitada no chão por um longo tempo, antes de caminhar em direção à borda do terraço.

Olhando para o colar estraçalhado lá embaixo, sentiu que seu coração também havia caído em um abismo sem fim.

Sem hesitar, ela discou o número de Dona Beatriz.

— Dona Beatriz, podemos antecipar o plano?

Houve um estalo de impaciência do outro lado, mas não houve recusa.

Dez minutos depois, um carro parou em frente ao hospital.

Vinte minutos depois, o som de uma explosão ecoou em uma estrada deserta.

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