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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 7: O Inferno na Terra

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As palavras de Bernardo atingiram Lívia como um trovão, seus olhos arregalados transbordavam incredulidade. Aquela era a maior ferida de sua infância.

Por causa da profecia de um vidente, ela foi abandonada por parentes e excluída por colegas após a morte de seus pais, quase morrendo em uma noite chuvosa.

Quando ela estava prestes a desistir de tudo, foi Bernardo quem lhe disse que o destino de cada um é independente.

Foi ele quem disse que seus pais haviam ido para o céu para protegê-la melhor. Foi ele quem prometeu usar a própria vida para provar que aquele boato era mentira!

Mas agora, ele usava essa mesma ferida como uma faca afiada para apunhalá-la!

As lágrimas de Lívia caíam sem parar, mas seu sorriso se tornava cada vez mais largo.

Aparentemente, não importa o quão grande seja o amor, ele não resiste ao teste do tempo.

No coração dele, ela era uma pessoa tão desprezível e maligna que usaria a honra alheia para se vingar!

Ela não tinha mais forças para se explicar; apenas manteve o queixo erguido, obstinada e ferida.

— Bernardo, eu não vou pedir desculpas por algo que não fiz! Se ela está viva ou morta, não é problema meu. E de hoje em diante, você também não é.

Dito isso, ela usou toda a sua força para libertar o pulso, limpou as lágrimas e caminhou em direção à porta.

Mas, antes que pudesse sair, a porta foi fechada por fora. Atrás dela, a voz de Bernardo soou como a de um carrasco:

— Livi, já que você se recusa a pedir perdão, não me culpe por ser implacável. Homens, levem a senhora para a Mansão Vermelha! Ela só sairá de lá quando estiver disposta a se desculpar!

Lívia paralisou, achando que tinha ouvido errado. — Bernardo, o que você disse?

A Mansão Vermelha era o maior antro de perdição de Jingbei. Era o paraíso dos homens, mas um inferno onde as mulheres eram torturadas. E Bernardo estava mandando sua própria esposa para lá.

Ela o olhou em choque, mas recebeu apenas um comando frio e irrevogável.

— Livi, você passou dos limites desta vez. Já que você despreza a antiga profissão da Sthefany, experimente como ela teve que lutar para sobreviver. Talvez assim você aprenda a ser mais ajuizada.

Bernardo estava gélido. O brilho em seus olhos era o de quem olha para um estranho, não para o amor de sua vida que ele tanto lutou para reencontrar.

Desesperada, Lívia tentou correr, mas foi imobilizada pelos seguranças. Por mais que lutasse, era como uma formiga tentando mover uma montanha.

Ao ser amarrada dentro do carro, o coração de Lívia parou de reagir. Ela se encostou no banco, com o olhar estilhaçado como o de uma boneca de pano sem alma, encarando Bernardo.

— Bernardo, me solte. Não me force a te odiar, por favor.

Ele não deu importância; havia até um tom de repreensão em sua voz. — Livi, erros trazem consequências. Você não pode achar que meu amor te dá o direito de perder o senso de justiça. Estou fazendo isso para o seu bem, para evitar que cometa erros imperdoáveis no futuro.

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Ele se afastou sem olhar para trás. — Ricardo, pode dirigir.

Os dias seguintes tornaram-se o maior pesadelo da vida de Lívia. A Mansão Vermelha tinha um sistema de castas cruel.

As veteranas eram sádicas e a chegada de uma novata era o momento de sua diversão perversa.

No primeiro dia, Lívia foi forçada a beber álcool puro até vomitar sangue e foi açoitada até que seu corpo estivesse coberto de marcas.

Elas chamavam aquilo de "cerimônia de boas-vindas" e, para selar a "amizade", queimaram sua clavícula com um cigarro, deixando uma cicatriz permanente.

Alguns clientes a reconheceram como a esposa de Bernardo e pagaram fortunas para "alugá-la".

Mas não para ajudá-la; eles colocavam uma coleira em seu pescoço e a forçavam a andar de quatro pelo salão, como um cão.

Lívia resistia, o que resultava em espancamentos brutais até que o gosto de sangue inundasse sua garganta.

Quando ela achava que morreria, alguém intervinha: — Calma, senhor. O Sr. Bernardo deu ordens para cuidarmos dela. Se ela morrer, teremos problemas.

— Ora, todo mundo sabe que a ordem do Bernardo é: enquanto ela não morrer, façam o que quiserem! Eu sei o que estou fazendo, não se meta!

Com esse aval, todos perderam o escrúpulo. Até os cães que passavam pareciam ter o direito de mordê-la.

Ela tentou fugir duas vezes, mas foi devolvida pelos seguranças de Bernardo antes de cruzar o portão.

Em seguida, recebia punições severas do dono do local, com golpes de bastão em suas costas.

Ela já não conseguia mais lutar, apenas cerrava os dentes e engolia o sangue.

Com a data da fuga combinada com Dona Beatriz se aproximando, Lívia arriscou tudo: jogou-se contra uma garrafa de vidro quebrada por um cliente.

O sangue jorrou instantaneamente e ela foi levada às pressas para o hospital.

No entanto, o que ela não esperava era que, ao abrir os olhos, a primeira pessoa que veria seria Sthefany.

E o que era ainda mais doloroso: em seu pescoço, Sthefany exibia um colar de esmeraldas.

As pupilas de Lívia se contraíram.

Aquela era a única relíquia que restara de sua mãe!

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