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"A Fuga da Esposa Morta: O Desejo do CEO Obsessivo" Capítulo 4: Fagulhas de Traição

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Dito isso, ele estendeu a mão para pegar o documento.

— Se quiser comprar algo, basta usar meu carimbo oficial no escritório. Não precisa vir pessoalmente só para isso, não quero que se canse.

Lívia, com os olhos inchados e a voz desprovida de emoção, começou a dizer: — Desta vez é diferente, porque isto é o divórcio...

Antes que ela pudesse terminar a frase, a porta do escritório foi aberta abruptamente.

— Senhor Bernardo, Sthefany já preparou tudo. Podemos subir — anunciou a secretária.

Bernardo mal olhou para a primeira página; devido à interrupção da secretária, ele apenas folheou rapidamente até a última folha e assinou seu nome com pressa.

As palavras que Lívia pretendia dizer foram sufocadas. Ela não encontrou outra oportunidade para falar e acabou desistindo; afinal, ele descobriria mais cedo ou mais tarde.

Ela pegou o acordo de volta. — Vá fazer o que precisa. Eu também já vou.

Mas, assim que ela colocou a bolsa no ombro, ele a segurou pelo pulso.

— Não tenha pressa. Venha comigo.

Antes que Lívia pudesse reagir, Bernardo já a estava conduzindo para o terraço no topo do edifício.

— Livi, a Sthefany foi recomendada por um veterano da empresa, não posso simplesmente demiti-la agora. Não fique brava, ela já reconheceu o erro desta tarde e comprou fogos de artifício para se desculpar com você.

— Eu me lembro que você sempre quis ver um show de fogos, não é?

Lívia estancou. Ela não esperava que Bernardo ainda se lembrasse disso. Foi um desejo de Ano Novo que ela fez no primeiro ano de namoro. Já haviam se passado nove anos.

Por um breve momento, ela hesitou, sentindo como se pudesse ver aquele Bernardo jovem, cujo amor era ardente e sincero. No entanto, no segundo seguinte, a voz de Sthefany a trouxe de volta à realidade.

— Senhor Bernardo, vou começar a acender.

Bernardo assentiu. Com um braço ele envolvia Lívia com força, enquanto com a outra mão tirava um pequeno cupcake de papel.

Era um bolinho pequeno, barato e simples, mas que ela desejara por muito tempo.

Antes de sua mãe falecer, ela sempre trazia um desses para casa.

Depois da morte dela, Lívia nunca mais o comera, pois não conseguia mais encontrá-los à venda.

Agora, por causa de Sthefany, Bernardo dera um jeito de conseguir o doce descontinuado e até ignorara as normas de segurança contra incêndio do prédio — tudo parecia um esforço desesperado para evitar que ela criasse problemas para a amante.

Um sorriso irônico surgiu nos lábios de Lívia. Quando ela ia estender a mão para agradecer, um grito agudo veio ao lado.

Era a voz de Sthefany. Lívia sentiu nitidamente a mão em seu ombro apertar com mais força.

O agradecimento que estava prestes a dizer foi congelado por um súbito calafrio. Ela retirou a mão de Bernardo com indiferença.

— Vá ver como ela está. Eu...

Antes que terminasse, uma fileira de fogos de artifício tombou devido a um erro de Sthefany.

Os tubos de lançamento apontaram diretamente para onde eles estavam.

Bernardo arregalou os olhos. — Cuidado! — Ele empurrou a pessoa à sua frente e correu para proteger Sthefany sob seu corpo.

O cupcake foi esmagado sob seus pés.

Com o empurrão, Lívia caiu violentamente no chão. Seu pulso estalou ao tentar aparar a queda, e um grito de dor escapou de sua garganta.

Mas, antes que pudesse avaliar a lesão, fagulhas dos fogos atingiram seus olhos.

Naquele instante, seus globos oculares pareceram entrar em chamas; a dor era tão insuportável que o grito ficou preso em sua garganta.

Ela tentou tatear em busca do celular para pedir socorro, mas sucessivas explosões queimaram o dorso de suas mãos e rasgaram suas roupas.

O aparelho se perdeu em meio ao caos. O pavor da cegueira súbita a fez recuar desesperadamente.

Enquanto se arrastava às cegas em busca da porta de saída do terraço, ela esbarrou em alguém.

Naquele momento, como alguém que se afoga e encontra um pedaço de madeira, Lívia agarrou com força a barra da calça daquela pessoa.

Mesmo tentando manter a calma, sua voz tremia de forma irreconhecível:

— É você, Bernardo? Me tira daqui...

Mas, antes que pudesse concluir, a pessoa puxou a perna com força.

A voz familiar soou naquele momento como a sentença de um juiz cruel:

— Livi, a Sthefany desmaiou. Vou levá-la para fora primeiro. Encontre um lugar seguro e me espere, eu volto num instante.

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