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"O Preço do Seu Desprezo" Capítulo 35

正文开头

 

Lá fora, a chuva caía cada vez mais forte.

"Vá embora. Não importa quanto tempo passe, eu nunca esquecerei a morte do Felipe, e muito menos todas as feridas que você me causou no passado."

Bernardo Silva sentiu o coração apertar de dor ao ouvir as palavras implacáveis da mulher à sua frente.

Ele segurou minha mão, com um olhar ardente: "Eu posso esperar."

Ele queria ser bom para mim, mas já não era mais aceito.

Talvez isso fosse o carma agindo sem falhas.

Após um tempo, soltei um riso autodepreciativo e afastei com força a mão grande do meu braço.

"Bernardo Silva, não há mais volta para nós."

"E quanto ao Diogo? Você não quer vê-lo?"

As pupilas negras de Bernardo fixaram-se em mim, com a voz melancólica: "Alice, eu não vou mais te pressionar, é apenas... o Diogo precisa de uma mãe."

Fiquei atônita; ele sempre soube qual era o meu ponto fraco.

Meu filho era um nó em meu peito; eu sentia saudades e culpa a cada segundo.

As lágrimas subiram gradualmente aos meus olhos; virei as costas, com a voz embargada: "O Diogo... ele cresceu muito?"

"Sim."

Bernardo tirou uma foto do filho de dentro do paletó e me entregou.

No momento em que peguei a foto, não consegui mais me conter e comecei a chorar convulsivamente.

Na foto, Diogo Silva tinha feições delicadas, oitenta por cento parecidas comigo.

Aquele era o fruto das minhas entranhas, que carreguei por dez meses e dei à luz com tanto esforço.

"Desde que aprendeu a falar, ele vive chamando pela mamãe." Bernardo Silva massageou as têmporas.

O homem fixou o olhar profundo naquela silhueta magra e trêmula de costas, continuando: "Alice, volte. Faça isso pelo Diogo."

"Eu... também não vou mais te forçar, o que você quiser fazer será sua liberdade."

Fiquei em silêncio por um longo tempo, com as mãos cerradas.

Finalmente, respirei fundo.

"Está bem."

...

O dia de voltar para Anápolis.

O sol varria a terra que havia sido lavada pela chuva, e todas as crianças saíram para se despedir de mim.

"Professora Alice, não vá embora, eu vou sentir sua falta." A menininha me abraçou forte, com os olhos vermelhos.

Olhei para aquele grupo de crianças soluçando baixinho, e as lágrimas também molharam meus olhos.

"Eu voltarei para visitar vocês no futuro."

Acariciei o cabelo da menina com carinho: "Logo um novo professor virá para ensinar vocês, e vocês nunca mais precisarão estudar sentados em banquinhos. Prometam que vão obedecer ao novo professor, vamos fazer o 'dedinho do juramento'."

Dito isso, quase todas as crianças vieram me dar um abraço de despedida.

"A professora também vai atrás da sua própria estrela agora, mas voltarei sempre para ver vocês."

Após falar, não olhei para trás e parti.

Adeus, crianças.

...

Passados dois anos, retornei à Mansão Silva.

Ao descer do carro, minhas mãos tremiam levemente.

Eu veria meu filho em breve, mas, naquele momento, eu estava morrendo de medo.

Bernardo percebeu meu temor e segurou minha mão com firmeza.

"Alice, não se preocupe, o Diogo gosta muito de você."

Com essas palavras, retirei minha mão, com as sobrancelhas levemente franzidas.

"Bernardo Silva, ainda não temos essa intimidade." Minha voz foi muito baixa.

O canto da boca de Bernardo demonstrou amargura; ele não disse nada.

Ele massageou levemente a mão direita, e um rastro de desilusão passou por seus olhos negros.

"Mamãe!"

Uma voz infantil veio de longe, e meu coração se apertou.

Sob a luz do sol, vi uma pequena figurinha correndo apressada em minha direção, abraçando minhas pernas com força.

Fixei o olhar; o rosto do menino estava levemente corado e, sob as sobrancelhas espessas, um par de olhos grandes e brilhantes me encarava fixamente.

Em um instante, minha respiração ficou curta e as lágrimas quase transbordaram dos olhos.

Este era o meu filho...

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