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"O Preço do Seu Desprezo" Capítulo 33

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A voz gélida chegou acompanhada pela luz do início da manhã.

Só então o secretário percebeu que o seu Presidente já havia acordado.

"Presidente, podemos partir a qualquer momento, mas... devemos levar o pequeno mestre junto?", perguntou o secretário respeitosamente.

"Não levamos." Bernardo Silva massageou as têmporas.

...

Ao mesmo tempo, em um pequeno vilarejo numa região montanhosa.

Eu vestia um vestido branco suave, sentada em um banquinho sobre o chão de cimento, contando às crianças do vilarejo sobre o mundo dos livros.

As condições nas montanhas não são boas; todas as economias que trouxe já foram usadas para subsidiar as famílias dessas crianças.

Professores e alunos basicamente só podem ter aulas sentados em banquinhos.

E os professores na região montanhosa são extremamente escassos, por isso, assim que cheguei, assumi as aulas de várias disciplinas.

Apesar disso, continuo muito feliz em fazer companhia às crianças.

"Professora Alice, você é tão bonita." Uma menininha com o rosto vermelho de sol correu até mim, com olhos límpidos.

Vim de Anápolis para cá há dois anos, e estar com as crianças das montanhas parece ser capaz de purificar toda a dor no meu coração.

Ocasionalmente, no tempo livre, também faço com as próprias mãos algumas roupas para esse grupo de crianças adoráveis.

Olhando para elas, é como se visse o meu próprio filho.

Sorri com ternura e acariciei a cabecinha dela.

"Você já disse isso muitas vezes, a professora já sabe. Ainda estamos na aula, não pode sair correndo, viu?"

Assim que terminei de falar, o sinal do intervalo tocou imediatamente.

Balancei a cabeça, sem o que fazer.

Na porta, o diretor aproximou-se impaciente e disse-me animado: "Professora Alice, uma ótima notícia! Nossa escola da montanha tem um senhor disposto a nos patrocinar. As crianças finalmente não precisarão mais ter aulas sentadas em banquinhos."

Fiquei muito feliz ao ouvir isso, e meu sorriso ficou especialmente bonito sob a luz do sol.

...

No dia em que o rico patrocinador chegou, o diretor levou todos os professores e alunos da escola da montanha para recebê-lo.

No portão da escola, um carro totalmente preto parou lentamente.

Olhei estupefata para o veículo, e meu coração se apertou bruscamente.

Até que Bernardo Silva abriu a porta do carro, e seu semblante austero tornou-se gradualmente nítido sob a luz do sol.

Seu olhar dirigiu-se diretamente a mim, sem desviar um milímetro sequer.

Minha pele escureceu bastante neste lugar devido ao sol, no entanto, minhas feições delicadas ainda eram reconhecíveis à primeira vista.

Era a sua Alice...

O homem aproximou-se a passos largos, com o olhar fixo.

O diretor recebeu-o com o rosto cheio de sorrisos: "Agradecemos o patrocínio, senhor! Isso melhorou as condições para as nossas crianças da montanha."

Bernardo assentiu, continuando a olhar para a figura ao lado, que mantinha os belos olhos baixos.

O diretor sorriu: "Esqueci de apresentá-la ao senhor. Esta é a nossa professora voluntária da montanha, a Professora Alice."

As pupilas negras de Bernardo Silva cravaram-se em mim, sua voz soando grave: "Quanto tempo, Alice."

Ele estendeu a mão direita para mim, com um olhar sincero.

Esfreguei o suor fino das palmas das mãos, mas não retribui o gesto.

"O Senhor Silva veio à montanha para patrocinar ou para caçar?", perguntei.

Olhando para nós dois, o diretor disse com certo constrangimento: "Então os dois já são velhos conhecidos. Eu estava me perguntando como alguém daria atenção a uma região montanhosa tão remota como a nossa."

"Por que não entramos para conversar? O sol da montanha queima bastante."

Dito isso, o diretor convidou todos para dentro do campus.

Na casa de madeira.

As expressões de cada um eram distintas; ninguém falava.

Até que o sinal para a aula tocou, e o diretor olhou para mim com uma expressão de dificuldade.

"Bem... Professora Alice, eu ainda tenho aula. Acompanhe o Senhor Silva na conversa primeiro."

Dito isso, a porta de madeira foi fechada suavemente.

Na casa rústica de taipa, o vapor subia da água do chá na xícara.

Mantive os olhos baixos enquanto despejava o chá na xícara de Bernardo, sem dizer uma palavra.

"Alice, você emagreceu muito."

Bernardo estendeu a mão querendo me tocar, mas eu me esquivei.

Evitei olhar para Bernardo, que mantinha os lábios cerrados, e desviei o olhar.

"Eu não vou voltar, Bernardo Silva. Não me force." Meus olhos tremeram levemente.

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