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"O Preço do Seu Desprezo" Capítulo 32

正文开头

 

Dois anos depois, Mansão Silva em Anápolis.

O sol caía sobre o corpo do homem, acompanhado de um rastro de irritação.

"Diogo Silva, o que você foi fazer fugindo lá fora de novo?", Bernardo Silva rugiu.

"Onde é que está a minha mamãe afinal?", Diogo não se deu por vencido, com o rostinho todo franzido.

Bernardo olhou para a criança, que tinha feições idênticas às dela; franziu o cenho e não respondeu.

Diogo, vendo que o homem simplesmente o ignorava, começou a fazer ainda mais barulho.

"O bisavô disse que foi você quem expulsou a mamãe, devolva a minha mamãe, devolva—"

Bernardo simplesmente suspendeu o garotinho com uma mão, com o olhar gélido.

"Para enfrentar o seu pai, você ainda é muito imaturo."

Ele desviou o olhar para a babá ao lado e disse friamente: "Leve o pequeno mestre daqui."

A babá assentiu respeitosamente e retirou Diogo, que chutava e esperneava, para fora do quarto.

Bernardo olhou para o secretário que esperava de cabeça baixa e perguntou com a voz rouca: "Ainda não a encontrou?"

O secretário, observando as mudanças do Presidente nestes dois anos, suspirou: "Não..."

Bernardo permaneceu em silêncio por um longo tempo, suas pupilas negras repletas de tristeza e desolação.

Alice Torres, você já pensou em como eu e o nosso filho sobreviveríamos depois da sua partida...

Bernardo fechou seus olhos estreitos, suportando em silêncio o tormento e a dor em seu íntimo.

De repente, Diogo Silva entrou correndo segurando um jornal, seguido de perto pela babá.

"Sinto muito, não consegui segurar o pequeno mestre, eu..." A babá baixou a cabeça, sem ousar olhar para o atual mestre da família Silva.

Bernardo lançou um olhar rigoroso para Diogo e disse friamente: "Diogo Silva, você ainda tem alguma postura de herdeiro da família Silva?"

Com essas palavras, Diogo ergueu o jornal bem alto, mas ainda assim só alcançava os joelhos de Bernardo.

"É a mamãe, eu quero ir atrás dela!" O jeito obstinado da criança era idêntico ao de Alice Torres.

Bernardo pegou o jornal com indiferença, mas ficou estático ao ver um vulto branco de costas em uma foto.

Os olhos do homem fixaram-se na silhueta branca ao lado da manchete "A Professora Rural Mais Bela".

Era a sua Alice; bastava apenas um vulto de costas para que ele a reconhecesse.

...

Suíte privativa do bar mais luxuoso de Estocolmo.

Bernardo Silva estava sentado no canto mais afastado da suíte, com o rosto preenchido pela tristeza.

Garrafas de bebida espalhavam-se pelo chão em meio a uma desordem completa.

Apenas a foto de Alice Torres sorrindo radiante em sua mão era protegida contra o peito como um tesouro precioso.

"Alice, eu finalmente te encontrei."

A dor acumulada por anos finalmente encontrou um alívio, e as lágrimas enfim brotaram nos olhos do homem.

Bernardo apertou a foto em suas mãos; sob as mangas de sua túnica negra com padrões de nuvens, seus braços estavam cobertos de cicatrizes.

Naquela época, ele não entendia seus verdadeiros sentimentos por ela; dedicou a ela apenas dor e confinamento.

Até o momento em que realmente descobriu a verdade, já era tarde demais.

Três anos, mais dois anos; ele perdera tempo demais da história deles.

Ele tentou esquecê-la de vez, deixando-a voar livremente para longe.

Mas, após tentar, ele soube que não era capaz.

Ao receber notícias dela novamente, a luz retornou à sua vida sombria.

Bernardo ergueu o olhar, e a solidão e a tristeza em suas pupilas eram nítidas.

Ele pegou a bebida no chão, uma garrafa atrás da outra.

Rapidamente, o reviravoltar em seu estômago atingiu o limite, e a dor espalhou-se por todo o corpo.

Mas, ali no canto, ele não emitiu um único som até desmaiar.

...

Hospital.

Bernardo Silva estava deitado na cama e foi acordado pelas vozes ao seu redor.

"Eu cansei de dizer que ele não pode beber, não pode beber! Ele quase se matou de tanto álcool", disse o médico particular de Bernardo, furioso.

"Pois é, antigamente pelo menos a Senhora conseguia controlá-lo, mas depois que ela partiu, ninguém mais... como nós ousaríamos falar algo para o Presidente?", o secretário suspirou desamparado.

Três anos não foram suficientes, foram mais dois anos; nestes dois anos, o Presidente sempre encontrava formas de maltratar o próprio corpo, e nenhum conselho funcionava.

Se soubesse que terminaria assim, por que teria agido daquela forma com a Senhora antes...?

Ele, sendo um homem de família feliz, realmente não conseguia entender.

"O avião está pronto?", Bernardo abriu os olhos suportando a dor, com o olhar gélido fixo no secretário.

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