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"Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança" Capítulo 16 — Comportada

正文开头

"Meu filho está no quarto ao lado. Não faz barulho." O sopro quente de Rafael pousou na orelha de Serena: "Ele tem cinco anos. É criança."

"Que homem impossível!" Serena finalmente entendeu por que esse homem tinha conseguido persegui-la por seis anos sem desistir.

Quem tivesse a infelicidade de cruzar com ele estava perdido.

No segundo seguinte, a alça do vestido foi puxada para o lado e o ombro dela ficou exposto ao ar frio.

O laser emitiu um chiado atrás dela, e Serena não conseguia se mover.

Uma dor aguda rasgou o ombro, seguida por um leve cheiro de queimado.

Serena tinha demolido Rafael dentro da própria cabeça várias vezes já.

"Ainda vai se mexer?" A voz do homem misturada com a vibração do equipamento soava perigosa e definitiva.

"Me solta!" ela disse sem conseguir se conter.

A garganta de Rafael se moveu, e a voz saiu rouca e baixa: "Comportada. Já acabou."

E por dentro ele também se perguntava se tinha enlouquecido, porque aquela pinta o incomodava de um jeito desproporcional.

Talvez fosse o trauma profundo que aquela mulher feia tinha deixado nele seis anos atrás. Agora, toda vez que via algo parecido em Serena, a vontade era de eliminar.

Instantes depois, Rafael desligou o laser.

Levantou uma sobrancelha, satisfeito com o resultado: "Pinta sumiu. Muito melhor."

Abriu a caixa de primeiros socorros.

Com um gesto largo, puxou Serena para sentar no próprio joelho.

Serena virou a palma da mão, e já tinha uma bisturi tirada da caixa.

"Quer me matar?" Rafael não demonstrou o menor medo. Já estava pegando um anti-inflamatório tópico.

Serena sabia que não ia conseguir matar esse homem. Aqui era o território dele.

Ela estava simplesmente com raiva, com uma vontade específica e criativa de fazer ele sofrer.

No meio dessa queda de braço, Rafael já tinha embebido um cotonete no creme anti-inflamatório e estava aplicando com leveza sobre o ponto onde a pinta tinha sido removida.

"Está melhor?" ele perguntou por cima do ombro dela.

"Pode guardar isso pra você!" Serena não tinha xingado ninguém fazia anos.

"Com tanta pressa de conhecer os sogros?" Rafael levantou uma sobrancelha. "Pode poupar. Não me caso com mulher que já foi casada."

"Pode ficar tranquilo. Mesmo que todos os homens do mundo sumissem, você seria o último da lista."

Aquele homem vingativo e sem limites, ela não era louca para gostar.

"Ótimo. Combinamos." Rafael disse, e tirou outro produto da caixa.

Quando ele abriu o pote, Serena de repente o empurrou com força e saltou do joelho dele.

"Creme cicatrizante?!" Os olhos dela transbordaram de indignação.

Rafael apontou para a marca de dente no ombro de Serena: "Pra guardar de lembrança."

"Sai da frente!" Serena foi direto para a porta.

Rafael foi mais rápido e bloqueou a maçaneta com a mão.

"Agora não é a hora certa de sair." Ele tinha voltado para o tom frio e distante de sempre.

Serena processou aquilo na cabeça e entendeu na hora.

Soltou uma risada de raiva: "E quanto tempo o Sr. Duarte acha necessário? Meia hora? Uma hora? Uma noite inteira?"

Rafael se acomodou no sofá com uma calma irritante:

"Pelo que sei, a senhorita Viana está sem companhia masculina no momento. Não parece ter pressa de chegar em casa para aproveitar a vida a dois."

"Eu tenho dois filhos." Serena estava com pressa de verdade.

Tinha acabado de acalmar Henrique e agora estava pensando em Lorenzo e Zara em casa.

Rafael, ao ouvir falar nos dois filhos de Serena, sentiu um incômodo que não sabia explicar.

Comentou com sarcasmo: "A senhorita foi abandonada pelo marido depois de tudo?"

"Fui sim. E torço para que ele não consiga fazer nada pelo resto da vida." Serena disse.

Rafael sentiu um frio no baixo-ventre sem razão aparente, com a sensação estranha de que Serena estava falando de alguém muito próximo.

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