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"A Traição da Prima Invejosa" Capítulo 3

正文开头

Bianca corou até a raiz dos cabelos, olhando para Leonardo:

— Eu… eu não sei…

Leonardo ficou imediatamente tenso.

— Depois eu te levo ao hospital para confirmar.

Só então pareceu perceber que Mel ainda estava ali.

Virou-se abruptamente.

Mas Mel sequer olhou para ele.

Seus olhos estavam apenas na avó.

— Vó… eu vou embora.

Ela se virou e saiu.

Sem hesitar.

Sem querer ficar nem mais um segundo.

— Mel!

Leonardo correu atrás dela.

Bianca observou os dois, o olhar escurecendo por um instante… e os seguiu rapidamente.

Leonardo segurou o pulso de Mel, baixando a voz:

— Mel, se acalma! Mesmo que a Bia tenha esse filho… ele vai te chamar de mãe. Você sempre será minha esposa perante a lei… a senhora da família Tavares…

Mel puxou a mão com força.

O olhar, frio como gelo.

— Outra mulher dá à luz o seu filho… e você quer que ele me chame de mãe?

Ela riu, amarga.

— Leonardo… você não sente nojo de si mesmo?

Nesse momento, Bianca chegou, puxando timidamente a manga de Mel:

— Irmã… a culpa é minha… não fique assim com ele…

A cena inteira…

parecia um drama barato.

Ridículo.

O peito de Mel pulsava com violência.

Sem pensar, ela a empurrou:

— Sai da minha frente!

Ela não usou força.

Mas Bianca caiu para trás, sentando com força no chão.

Sob a saia…

o sangue começou a se espalhar.

— Ah…

“PLÁ!”

O tapa ecoou alto.

Violento.

O impacto fez os ouvidos de Mel zumbirem.

Leonardo, com os olhos completamente vermelhos, não olhou para ela nem por um segundo.

Abaixou-se e pegou Bianca nos braços.

— Vamos para o hospital!

E saiu às pressas.

Mel caiu no chão.

O rosto ardia.

Mas a dor…

não chegava nem perto do que rasgava seu coração.

O homem que antes sofria só de vê-la franzir a testa…

agora…

a havia agredido por outra mulher.

…

A mãe de Leonardo correu atrás, nervosa:

— Meu neto não pode ter nada!

Ao passar por Mel, virou-se e ordenou friamente aos seguranças:

— Levem essa mulher também!

Mel tentou resistir.

Mas não conseguiu.

Foi arrastada à força e jogada dentro do carro.

…

Na emergência—

Após o exame, o médico suspirou aliviado:

— Um mês de gravidez. Há sinais de ameaça de aborto. É essencial evitar emoções fortes.

Antes mesmo que ele terminasse—

Helena entrou correndo.

Abraçou Bianca com força:

— Bia, não tenha medo! O bebê está bem! A mamãe está aqui!

Leonardo também estava ao lado.

Delicado.

Atencioso.

Enxugando o suor dela.

…

Mel observava tudo.

Um sorriso vazio surgiu em seus lábios.

Houve um tempo…

em que aquele amor era só dela.

Agora…

ela não passava de uma estranha.

…

Ela se levantou, cambaleando, querendo sair.

Mas Helena a bloqueou.

— Pare aí!

O tom era duro.

— Ajoelhe-se. Peça desculpas à Bia.

正文1

Mel ficou ereta.

— Eu não vou me ajoelhar.

— Sua desgraçada!

Helena perdeu completamente o controle.

— Você destruiu seu pai! Agora quer matar a Bia também?! Que maldição foi ter uma filha como você! A partir de hoje, você não é mais minha filha! Estamos rompidas!

O coração de Mel doeu.

Mas ela reprimiu tudo.

Tentou sair.

Leonardo foi mais rápido.

Segurou a mão dela.

O rosto, frio.

— Amélia… você deve um pedido de desculpas à Bia.

Uma pausa.

— Ela não fez nada de errado.

A voz ficou mais pesada:

— Você pode me odiar… pode me culpar… mas não pode machucar alguém inocente.

Inocente?

Mel olhou para ele.

Fixamente.

Seu coração…

foi se apagando aos poucos.

…

Com um simples olhar da mãe de Leonardo—

os seguranças avançaram.

Prenderam seus ombros.

— Eu mandei ajoelhar! Você não ouviu?!

Helena gritava, histérica.

A humilhação tomou conta de Mel.

Ela mordeu o lábio até sentir o gosto de sangue.

Lutou.

Mas era inútil.

Seus joelhos foram forçados contra o chão frio.

“BANG.”

As lágrimas escorreram silenciosamente.

Ela apertou os punhos.

Sem emitir um único som.

Bianca observava.

Um sorriso quase imperceptível passou por seus olhos.

Ela estendeu a mão, fingindo gentileza:

— Irmã… não fique brava… eu não te culpo…

Mel afastou sua mão.

Levantou-se sozinha.

E saiu.

Dessa vez—

ninguém a impediu.

Ela voltou para aquela casa vazia.

Fria.

Sua visão girava.

Ela abraçou a cabeça, encolhendo-se no sofá, tremendo.

Tudo o que aconteceu…

a fez desabar de novo.

Ela foi puxada de volta para aquele pesadelo.

Na beira do colapso…

pensou no Leonardo de dezesseis anos.

— Leo…

Ela murmurou, perdida:

— Me salva… Leo… eu estou com medo…

…

A porta se abriu.

Uma figura entrou, contra a luz.

Mel não conseguia enxergar direito.

Achou que fosse ele.

Que ele finalmente tinha voltado.

Ela tropeçou até a pessoa.

Abraçou sua cintura com força.

Escondeu o rosto em seu peito, chorando:

— Leo… você voltou… eu estou com tanto medo…

O assistente tinha vindo buscar um contrato.

Mas foi pego de surpresa por aquele abraço.

Ficou rígido.

Ia afastá-la—

quando, naquele exato momento—

Leonardo e Bianca entraram.

Bianca viu os dois abraçados.

Olhou para Leonardo… e então gritou, exageradamente:

— Vocês… o que estão fazendo?!

O assistente entrou em pânico:

— Sr. Tavares! A senhora me abraçou de repente! Eu… eu não sei o que aconteceu!

— Amélia!

Leonardo explodiu.

Arrancou Mel dos braços dele.

— Sai daqui!

O assistente fugiu desesperado.

…

No instante seguinte—

Leonardo puxou Mel.

Brutalmente.

Arrastou-a até o banheiro.

Seus olhos estavam tomados por ciúme e fúria.

Ele abriu a torneira.

Encheu a banheira com água fria.

E então—

agarrou os cabelos dela.

E afundou sua cabeça na água.

— Amélia! Acorda! Olha bem quem eu sou!

A água gelada invadiu sua boca e nariz.

A falta de ar veio instantaneamente.

Mel arregalou os olhos.

Debateu-se desesperadamente.

A água espirrava por todos os lados.

— Mm… me… solta…

O ar foi sendo esmagado.

A sensação de morte…

a engoliu por completo.

 

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Atualizações contínuas... 4 a 6 capítulos atualizados diariamente, fique ligado!

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