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"Depois de Tudo, Eu Renasci​" Capítulo 13

正文开头

Nos dois anos seguintes—

Clara passou o Ano Novo—

Na Austrália.

Todos os anos—

Os pais de Simin vinham visitá-la.

E sempre a convidavam—

Para celebrar juntos.

Com o tempo—

A convivência se tornou natural.

As duas tinham valores e personalidades muito parecidos.

E, pouco a pouco—

A relação entre elas—

Ficou cada vez mais próxima.

Naquele ano—

A família Sun já havia transferido todos os negócios—

Para Melbourne.

Planejavam se estabelecer ali definitivamente.

Simin—

Curiosa—

Perguntou várias vezes:

— Clara… você pensa em ficar aqui também?

Essa pergunta—

Clara já vinha pensando há muito tempo.

No seu país—

Os poucos amigos próximos—

Já estavam casados.

Seus pais—

Já haviam falecido.

Ela estava sozinha.

Sem propriedades.

Sem raízes.

Seja pelas relações—

Ou pelo trabalho—

Tudo indicava—

Que ficar ali era a melhor escolha.

Sua carreira—

Ia cada vez melhor.

Ela economizou o suficiente—

Para comprar sua própria casa.

Antes—

Ela até pensou em devolver—

O dinheiro que a mãe de Leonardo havia lhe dado.

Mas Simin a impediu.

A garota—

Apontou para ela, irritada:

— Você é boba?

— Você cuidou dele com todo o seu coração quando ele estava cego!

— Isso é o mínimo que você merece!

— Por que devolver?

Clara—

Nunca mais tocou nesse assunto.

E começou—

A preparar seus documentos de imigração.

Durante esse processo—

A família Sun a ajudou muito.

Permitindo que ela superasse diversas dificuldades.

Com dinheiro suficiente—

E experiência acumulada—

Ela recusou oportunidades melhores oferecidas pelo chefe—

E abriu seu próprio estúdio.

Nos dois anos seguintes—

O estúdio cresceu constantemente.

E ganhou estabilidade.

Ao completar quatro anos—

Clara finalmente conseguiu—

A residência permanente.

Quando voltou ao país—

Para resolver documentos—

Ela reencontrou amigos antigos.

Depois de tantos anos—

O tempo havia mudado todos.

Já não eram mais os mesmos.

Mas—

Quando estavam juntos—

Ainda conseguiam conversar—

Como antes.

Sem barreiras.

E como sempre—

O assunto mais comentado—

Foi sua vida amorosa.

Diante da curiosidade—

Clara respondeu com naturalidade:

— Há dois anos, tive um relacionamento…

— Terminamos por diferenças de personalidade.

— Hoje somos parceiros de trabalho.

— Agora estou com alguém.

— Começamos no início deste ano.

— Ele é dois anos mais novo.

— Estuda na Universidade de Melbourne…

— Mas é muito maduro.

Seu rosto—

Estava cheio de felicidade.

Enquanto falava—

Mostrava fotos e vídeos.

Ao ver o casal—

Tão compatível—

Tão feliz—

Todos sorriram—

Aliviados.

Depois de conversarem mais um pouco—

Alguém mencionou—

Um nome antigo.

— Ei… vocês ouviram?

— O Leonardo… parece que não vai durar muito.

Ao ouvir isso—

O coração de Clara—

Tremeu levemente.

Ela levantou o olhar—

Instintivamente.

Nos últimos anos—

Ela quase não acompanhava notícias do país.

Simin—

Talvez soubesse de algo—

Mas nunca comentava—

Para não preocupá-la.

Às vezes—

Ela lembrava do passado.

Mas tudo parecia—

Coberto por uma névoa.

Distante.

Irreal.

E o nome “Leonardo”—

Parecia uma fotografia antiga.

Amarelada pelo tempo.

Ela sempre acreditou—

Que ele seguiria em frente.

Que encontraria sua própria vida.

Mas—

Pelo visto—

Seu destino havia sido…

Trágico.

O ambiente—

Ficou silencioso por um instante.

Todos observaram Clara—

Com cuidado.

Ao perceberem—

Que ela só estava surpresa—

Relaxaram.

E continuaram:

— Eu também ouvi sobre isso…

— Mas como você disse que não queria saber dele…

— Nunca toquei no assunto.

— Afinal… era algo doloroso.

— Doloroso nada.

— Ele só colheu o que plantou.

— Fez tudo aquilo com a Clara por causa da Isabela…

— Depois enlouqueceu…

— E acabou sendo atropelado por um amigo.

— Ficou completamente cego.

— Arruinado.

— E a mãe dele…

— Não sei o que pensou…

— Mandou a Isabela cuidar dele.

— Ele ainda está vivo…

— Mas sendo torturado todos os dias.

Clara—

Por um momento—

Nem lembrava mais o nome daquela mulher.

Quando ouviu “Isabela”—

Demorou um segundo para reagir.

Ao saber—

O destino dessas duas pessoas—

Que mudaram sua vida—

Ela sentiu—

Um leve suspiro no coração.

Mas—

Foi apenas um instante.

Seu celular vibrou.

Ela voltou a si.

Era Simin.

— Clara! Quando você volta?

— Minha mãe fez aquela geleia que você gosta!

— Quando chegar, te levo!

Clara sorriu.

— Amanhã eu volto.

O passado—

Foi ficando cada vez mais distante.

Ela olhou pela janela.

O sol brilhava—

Exatamente como—

No dia em que partiu.

 

FIM

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