"Depois de Tudo, Eu Renasci" Capítulo 11
Os resultados da investigação—
Assim como os dados recuperados do celular—
Foram entregues à casa de Leonardo no dia seguinte.
Ele havia comprado novamente—
Tudo o que um dia pertenceu a Clara.
Colocou cada objeto exatamente no mesmo lugar.
Toda vez que voltava—
Por um breve instante—
Tinha a ilusão de que ela ainda estava ali.
Mas quem foi embora… foi embora.
Sem Clara—
A mansão parecia morta.
Sem vida.
Leonardo levou muito tempo—
Para reunir coragem suficiente—
E abrir aqueles arquivos.
A mensagem mais recente—
Era do dia em que Clara foi embora.
Um vídeo—
Filmado às escondidas por Isabela.
Mostrava ela e Leonardo—
Beijando-se ao piano.
Acompanhado de palavras cruéis:
— Talvez você não saiba… esse é o lugar favorito do Leonardo. Quanto ao que vamos fazer depois, melhor não te mostrar… pode ser demais pra você aguentar.
— Fingir que não sabe de nada é divertido? Como é ser a outra? De qualquer forma, você nunca vai passar de uma amante escondida. Se quiser, pode me implorar… talvez eu deixe o Leonardo te visitar mais algumas vezes.
Rolando a conversa—
Vieram ainda mais provocações.
Fotos íntimas.
Vídeos.
Sem fim.
Até as redes sociais—
Estavam cheias de demonstrações de “amor”.
Mas configuradas—
Para que apenas Clara pudesse ver.
A fúria de Leonardo—
Explodiu.
Mas quando abriu outro arquivo—
Seu rosto congelou.
O sangue—
Pareceu parar de circular.
Naquele dia do leilão—
Os delinquentes—
Tinham sido contratados por Isabela.
Ela mesma.
E ele…
Naquele dia—
Empurrou Clara ao chão.
Ignorou o sangue escorrendo de sua testa.
E ainda—
A obrigou a beber—
Algo que ela não podia beber.
Ele se lembrou—
Do olhar triste dela.
E daquele sorriso leve—
Depois de ouvir suas palavras frias e “justificadas”.
O coração de Leonardo—
Deu um salto.
No instante seguinte—
Foi como se tivesse sido arrancado à força.
A dor—
Dilacerante.
O fez suar frio.
— Tragam a Isabela aqui.
Sua voz—
Baixa.
Sombria.
Como se pudesse congelar o ar.
Logo—
Isabela foi trazida à força.
Ao ver as fotos espalhadas no chão—
Seu rosto ficou pálido.
Ela caiu de joelhos.
Arrastou-se até os pés dele.
— Leo… me desculpa! Eu fiz coisas erradas, mas foi porque eu te amo! Justamente por te amar, eu perdi o controle e disse aquelas coisas pra ela… mas no fundo, eu só queria poder ficar ao seu lado de forma legítima!
Leonardo soltou uma risada fria.
Segurou o queixo dela com força—
Tão forte que deixou marcas roxas.
— Eu já te disse mais de uma vez… tudo o que eu fiz por você não podia, em hipótese alguma, chegar aos ouvidos da Clara. Você não entende isso?
— Agora que você a fez ir embora… vai ter que arcar com as consequências.
Ele a empurrou com frieza.
Mas Isabela—
Com os olhos vermelhos—
Voltou a rastejar até ele.
A voz tremendo:
— Leo… eu estou grávida… é seu filho… por favor, pelo menos pelo bebê, me perdoa…
Mas—
O homem à sua frente—
Nem sequer olhou para ela.
— Eu sei que você está grávida. E daí?
— Não passa de uma criança. Se eu quiser, posso ter quantas quiser.
— Quem você pensa que é… pra merecer gerar um filho meu?
Ele fez uma pausa.
Os olhos—
Frios como gelo.
— Além disso… não é melhor tirar esse? Assim você pode ter o filho daquele outro homem, não é?
O silêncio caiu—
Pesado.
Como uma sentença.
Ao ouvir aquelas palavras—
Isabela entrou em pânico.
Protegeu o ventre com força.
A família dela—
Já não era mais o que costumava ser.
Viviam à beira da falência.
Se não conseguisse manter aquele filho—
Jamais conseguiria garantir seu lugar como “senhora Vasconcelos”.
E pior—
Havia o risco de ser entregue àquele velho pervertido…
E cair em suas mãos.
Seu rosto ficou pálido como papel.
Instintivamente, pegou o celular—
Tentando ligar para a mãe de Leonardo.
Ela valorizava muito crianças.
Se soubesse da gravidez—
Com certeza a protegeria.
Mas—
Antes que a ligação fosse completada—
Leonardo chutou o celular para longe.
Levantou-se.
Ergueu o queixo dela com a ponta do sapato.
A voz—
Fria como gelo.
— Seja obediente. Tire essa criança.
— O divórcio já está em andamento. Você concordar ou não não importa.
— E pare de pensar em truques ridículos.
Ele fez uma pausa.
Os olhos—
Sombrios.
— Quando eu encontrar a Clara… é melhor você pedir desculpas a ela direito.
— Se ela te perdoar… talvez eu ainda deixe você viver.
Ele não lhe deu escolha.
Diante dele—
Ela sempre foi apenas alguém em posição inferior.
Isabela caiu no chão—
Sem qualquer dignidade.
Mas ainda assim—
Protegendo desesperadamente o ventre.
Porque—
Se o filho nascesse—
Ainda haveria esperança para o futuro.
Mas Leonardo—
Não pretendia permitir isso.
Ele já havia feito coisas demais—
Que magoaram Clara.
Se aquela criança nascesse—
Então entre ele e Clara—
Não haveria mais nenhuma chance.
Seu rosto se tornou cruel.
— Levem-na para o hospital.
Ele ordenou diretamente aos seguranças.
Isabela lutou—
Resistiu inúmeras vezes.
Chorou.
Implorou.
Mas não conseguiu vencer a força dos homens.
Acabou—
Sendo pressionada sobre a mesa cirúrgica fria.
A anestesia entrou em seu corpo.
Pouco a pouco—
Ela perdeu o controle dos membros.
As pálpebras—
Fecharam-se involuntariamente.
Quando acordou—
Seu ventre estava vazio.
Ali—
Onde antes existia sua única esperança.
O efeito da anestesia começou a passar.
Uma dor intensa—
Dilacerava seu corpo.
Até mesmo mover-se—
Era extremamente difícil.
Lágrimas—
Escorriam sem parar.
O filho… se foi.
Seu futuro—
Também.
Enquanto isso—
Leonardo voltou àquela boate de sempre.
Dentro do camarote—
Afogava-se em álcool.
Já não lembrava—
Há quanto tempo não tinha uma noite de sono decente.
Na casa—
O cheiro que pertencia a Clara—
Desaparecia aos poucos.
Quase já não conseguia sentir—
Que ela havia vivido ali por tanto tempo.
Ele não ousava voltar.
Só podia fugir—
E beber—
Garrafa após garrafa.
— Me desculpa, Clara…
— Você não gostava que eu bebesse… não é?
— Aparece… vem me impedir…
— Clara…
De repente—
Bateram à porta.
Ele não queria atender.
Aquele camarote—
Só alguns amigos conheciam.
E ele nem os tinha chamado hoje.
Provavelmente—
Era engano.
Mas as batidas continuaram.
Sem resposta—
A porta foi aberta.
— Sai daqui…
Ele começou a falar com frieza—
Mas parou.
Levantou a cabeça—
E ficou imóvel.
Na porta—
Uma garota empurrava um carrinho de bebidas e petiscos.
— Olá… foi daqui que pediram as bebidas?
Aquela voz—
Explodiu em seus ouvidos.
Seus olhos—
Instantaneamente ficaram vermelhos.
— Cl… Clara?
A jovem à sua frente—
Deu dois passos para trás.
Franziu levemente a testa.
Confusa.
— Quem você está chamando?
A expressão—
Os gestos—
O rosto quase idêntico—
E até a voz…
Por um instante—
Leonardo realmente acreditou—
Que Clara estava diante dele.
Mas—
A dúvida no olhar dela—
Deixava claro.
Não era ela.
A garota parecia mais nova.
Nem devia ter vinte anos ainda.
Parecia—
Uma versão universitária de Clara.
Ele conteve o impulso—
De puxá-la para os braços.
A voz tremia:
— Qual é o seu nome?
A jovem pareceu assustada.
Deu mais dois passos para trás.
— Desculpa… acho que entrei na sala errada.
Virou-se—
Pronta para sair.
Mas foi puxada de volta.
A mão dele tremia.
Lágrimas quentes escorriam pelo rosto—
E caíam sobre a mão dela.
A garota hesitou.
Parou.
Pegou um lenço de papel do carrinho—
E entregou a ele.
— V-você está bem? Limpa o rosto primeiro…
Quando ele levantou o olhar novamente—
Já havia recuperado a lucidez.
Observou-a—
Com uma expressão complicada.
— Você trabalha aqui?
— Peça demissão.
— Fique comigo.
— Eu te pago dez vezes mais.
A jovem—
Recuou imediatamente.
E soltou o braço dele com força.
— O que você pensa que eu sou?!
Claramente irritada—
Dessa vez não hesitou.
Empurrou o carrinho—
E saiu rapidamente.
Ficou apenas Leonardo—
Parado no mesmo lugar.
Observando—
As costas dela desaparecendo apressadas.
Parecia demais.
O coração dele batia violentamente.
A razão dizia—
Que ele não podia continuar envolvido com aquela garota.
Se Clara descobrisse—
Não haveria mais nenhuma chance.
Mas—
Outra voz—
Ecoava em sua mente.
“Você não vai fazer nada com ela… só quer olhar aquele rosto… não tem problema.”
“Quando encontrar Clara de novo… você resolve isso… manda essa garota embora… e ela nunca mais aparece.”
No fim—
Aquela voz venceu.
Ele pegou o celular—
E ligou para o dono do estabelecimento.
Menos de meia hora depois—
As informações da jovem estavam em suas mãos.
Nome: Wen Zhi.
Universitária.
Seu único familiar—
A mãe—
Estava gravemente doente.
Sem alternativas—
Ela veio trabalhar ali.
Os salários eram bons.
E às vezes ainda recebia gorjetas.
Tinha chegado há pouco tempo.
Fazia apenas trabalhos simples—
Servir bebidas, atender mesas.
— Tragam ela aqui.
A voz de Leonardo era baixa.
Ele olhava para a foto—
Mas seus olhos—
Pareciam ver outra pessoa.
Logo—
A garota voltou.
Diante dele.
Ela o olhava com cautela.
Um ar tímido—
Que Clara jamais teve.
— Não me olhe assim.
— Eu não mordo.
Havia um traço de impaciência em sua voz.
— Fique comigo.
— Eu pago todas as despesas médicas da sua mãe.
— Mas suas roupas e aparência… serão decididas por mim.
Wen Zhi ficou perdida.
Sem saber o que fazer.
Quando tentou recuar—
Os seguranças bloquearam sua saída.
Ela só pôde erguer o olhar—
E encarar o homem diante dela.
— O que… eu preciso fazer?
Ao ver aquele rosto—
Tão parecido—
Ele voltou a se perder por um instante.
— Você não precisa fazer nada.
— Só precisa ficar ao meu lado.
— Eu resolvo tudo para você.
— Basta fazer o que eu disser.
Ele fez uma pausa.
E então—
Disse a primeira condição:
— E a primeira coisa é…
Seus olhos—
Carregados de obsessão.
— Prometa que não vai me deixar de novo…
— Clara.
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