"Depois de Tudo, Eu Renasci" Capítulo 3
Em seguida, Leonardo agarrou o homem que liderava o grupo e o pressionou contra o chão.
Um soco após o outro — sem qualquer piedade.
Ele os espancou até deixá-los com a cabeça ensanguentada, enquanto imploravam desesperadamente por misericórdia.
— Desculpe, Sr. Vasconcelos! Fomos nós que erramos! O senhor é magnânimo, por favor, nos poupe!
— Some! Se ousarem aparecer na frente dela de novo, arquem com as consequências!
O tom carregado de fúria fez com que os homens fugissem em pânico, tropeçando uns nos outros.
A escadaria já estava cercada por curiosos.
Leonardo ignorou todos os olhares e ajudou Isabela Montenegro a se levantar.
— Você se machucou?
Isabela se jogou nos braços dele, chorando como uma flor sob a chuva:
— Torci o pé… dói muito…
O olhar de Leonardo escureceu.
Sem hesitar, ele a pegou nos braços, abrindo caminho pela multidão e saindo apressado.
Para protegê-la, levantou o braço—
E, sem perceber, acabou empurrando Clara Azevedo ao lado.
Ela caiu no chão.
A cabeça bateu contra o degrau duro, abrindo um corte.
O sangue escorreu imediatamente, assustando as pessoas ao redor.
— Você está sangrando! Rápido, chamem uma ambulância!
Clara sentiu uma dor lancinante.
O rosto se contorceu, o corpo inteiro coberto por um suor frio.
O sangue quente escorria entre seus dedos, pingando sobre seus cílios… pesado como mil toneladas.
Ela olhou para a figura de Leonardo se afastando sem sequer virar a cabeça.
Um gosto amargo tomou sua boca.
Antes…
Quando ela cortava o dedo preparando sopa para ele, ele ficava angustiado por muito tempo, insistindo em chamar um médico, com medo de que ficasse cicatriz.
Ela achava exagero.
Mas ele apenas abaixava a cabeça, beijava sua mão e dizia com suavidade:
— Clarinha… você é a pessoa mais preciosa para mim. Se você se machuca, dói mais em mim do que em você. Agora que nossa vida melhorou, você não precisa mais fazer essas coisas. Essas mãos… ainda vão usar o anel que eu te der. Não pode ficar com cicatriz.
Agora…
Ela estava ferida.
E ele não olhou sequer uma vez.
E o anel que ele prometeu…
Já estava no dedo de outra mulher.
A ambulância levou Clara ao hospital.
Sozinha, ela fez o cadastro, passou pela consulta, pegou os remédios…
E só voltou para casa no meio da madrugada.
Naquela noite, a dor a impediu de dormir.
Virava de um lado para o outro, incapaz de descansar.
Leonardo não voltou.
Na manhã seguinte, arrastando um corpo exausto, ela se levantou para trocar o curativo.
Foi quando viu os stories de Isabela.
Era um vídeo.
Leonardo, ajoelhado diante dela, massageando seu tornozelo e aplicando remédio com todo cuidado.
Clara assistiu várias vezes.
Os olhos ficaram vermelhos.
Sem perceber, acabou adormecendo.
Quando acordou novamente, já era noite.
O celular vibrava sem parar ao lado do travesseiro.
Assim que atendeu, ouviu Leonardo dizer um endereço:
— Lanting Jiangpan, sala 703. Venha agora.
Clara hesitou por um instante.
Ainda assim, levantou-se.
Se arrumou rapidamente e foi até lá.
Ao empurrar a porta da sala privada—
A primeira pessoa que viu foi Isabela.
Os olhos dela estavam vermelhos, como os de um coelhinho indefeso, parecendo extremamente injustiçada.
Leonardo a encarava fixamente, em silêncio, com uma expressão pesada, difícil de decifrar.
O ambiente ficou em silêncio por um longo tempo.
Até que Clara não aguentou mais.
— Você me chamou… para quê?
Leonardo se endireitou.
Entrelaçou as mãos, assumindo naturalmente a postura de alguém no controle.
— Clara… aqueles delinquentes de ontem… foi você quem chamou para causar problemas para ela?
Clara ficou imóvel.
Instintivamente, olhou para Isabela—
E captou aquele brilho fugaz de satisfação nos olhos dela.
Num instante, tudo fez sentido.
Provavelmente… tudo aquilo foi encenado por Isabela.
Clara riu de si mesma.
— Não fui eu. Não conheço aqueles homens, nem tenho interesse em fazer esse tipo de coisa.
Mas a expressão de Leonardo não mudou.
Ele abaixou o olhar, a voz calma:
— Clara… no momento em que Isabela decidiu me abandonar no passado, eu já a deixei para trás. Você esteve comigo por sete anos, deveria saber quem está no meu coração agora. A família Montenegro está em decadência, qualquer um pode pisar neles… mas você não deveria fazer isso. Não precisa se rebaixar por mim para dificultar a vida dela.
Ao ouvir aquilo—
O coração de Clara tremeu violentamente.
Ela se lembrou das noites em que ele sofria em silêncio…
Das vezes em que ela o acompanhou por toda parte, procurando médicos…
Do momento em que ele foi diagnosticado como alguém que nunca mais voltaria a enxergar…
O filho do céu…
Que perdeu a visão por causa de uma mulher.
Mas aqueles dias de desespero, aqueles sete anos inteiros—
Agora eram reduzidos a nada.
Como se nunca tivessem existido.
Por fim, ela se lembrou da certidão de casamento dele com Isabela.
Seus olhos ficaram marejados.
— É… sete anos juntos… e só agora eu descobri quem realmente está no seu coração.
Leonardo franziu levemente o olhar.
— O que você quer dizer com isso?
Clara balançou a cabeça, soltando um sorriso amargo.
— Quero dizer… eu sou só filha de empregada. Como eu teria capacidade ou contatos para mandar aquelas pessoas humilharem uma herdeira?
Mesmo com tudo exposto de forma tão clara—
Leonardo ainda não acreditava.
Clara se cansou.
Respirou fundo.
E desistiu de explicar.
— Já que você não acredita… então diga logo. O que você quer que eu faça?
Leonardo pressionou a testa, como se estivesse cansado.
— Peça desculpa. Clara, quando você erra, precisa se desculpar.
Nesse momento—
Isabela, que até então permanecia frágil e silenciosa, finalmente falou.
— Não precisa pedir desculpa… Se você realmente acha que me deve alguma coisa… então beba esses copos de vinho.
Sobre a mesa, estavam dispostos vários copos de uísque, de um dourado intenso.
O olhar de Clara Azevedo se ergueu lentamente, pousando em Leonardo Vasconcelos, esperando dele uma resposta clara.
Mas a luz era baixa demais.
Ela não conseguia distinguir a expressão em seu rosto.
No silêncio sufocante, Clara sentiu o ar faltar.
Respirava com dificuldade, enquanto inúmeras lembranças vinham à tona.
Quando ela chegou à antiga residência da família, Leonardo ainda estava cego.
Todos os dias, ele se anestesiava com álcool.
Ela se preocupava com a saúde dele, tentava impedi-lo, mas ele nunca a escutava.
Até que, certa vez, bêbado, ele soltou um riso frio e empurrou algumas garrafas na direção dela.
— Agora até a filha de uma empregada acha que pode me dar ordens? Então é assim… quando o tigre cai, até os cães ousam atacá-lo? Ótimo. Beba tudo isso… e eu faço o que você disser.
Clara queria explicar que não era aquilo.
Que não estava tentando controlá-lo…
Ela só estava preocupada.
Então, mesmo sendo alérgica ao álcool—
Por ele, não hesitou nem um segundo.
Pegou a garrafa e bebeu tudo de uma vez.
Poucos minutos depois, foi levada ao hospital.
Quando acordou, viu Leonardo sentado ao lado da cama, com o rosto sombrio:
— Quem bebeu fui eu, não você! Você sabe que é alérgica! Por que brincar com a própria vida?
Clara respondeu apenas uma frase:
— Porque eu me preocupo com você… Leonardo. Seus olhos vão voltar a enxergar um dia. E, mesmo que não voltem… eu vou ficar ao seu lado para sempre. Então… por favor, não se entregue assim, pode ser?
A partir daquele dia—
Leonardo parou de beber.
Durante anos, nem sequer havia uma garrafa em casa.
Pensando nisso, Clara sorriu.
Mas seus olhos estavam marejados.
Ela não explicou mais nada.
Apenas se inclinou, pegou um pouco de pó de mostarda ao lado e despejou dentro dos copos de uísque.
Sua voz era firme, decidida:
— Só beber isso… não mostra sinceridade suficiente. Vou me punir um pouco mais. Assim já basta, não?
Então, ergueu o copo e virou tudo de uma vez.
Um após o outro.
O gosto ardente e amargo se espalhava pela boca, descia pela garganta, queimava o estômago…
E alcançava um lugar ainda mais fundo, onde não deveria chegar.
Só no sétimo copo—
Leonardo finalmente não aguentou mais.
— Chega!
Clara olhou para os mais de dez copos que ainda restavam.
E sorriu.
— Já chega? Então… isso conta como um pedido de desculpas? Já foi o suficiente para agradar a mulher que está no seu coração?
Ao ouvir isso, Leonardo se levantou abruptamente e segurou o pulso dela.
O rosto, sempre impassível, agora estava sombrio como uma tempestade.
— Você sabe que não é isso que eu quis dizer! Clara, eu já disse, entre mim e a Isabela não existe mais nada. A família Vasconcelos não aceita você… se você fizer algo assim, vão usar isso contra você. Eu só não quero que você seja criticada… que te façam mal!
As palavras dele eram firmes.
Soavam até razoáveis.
Mas Clara riu.
Se a família Vasconcelos não aceitava uma garota de origem humilde como ela…
Então aceitaria Isabela, que o havia abandonado?
E mesmo diante de todos os obstáculos—
Bastou uma palavra de Isabela…
E ele se casou com ela, não foi?
No fim—
Tudo não passava de uma desculpa para a falta de amor.
Clara não quis mais discutir.
Sacudiu a mão dele e se virou para sair.
Mas, ao chegar à porta—
Seu corpo cambaleou.
E ela desmaiou.
— Clara!
O coração de Leonardo apertou.
Sem hesitar, correu até ela e a pegou nos braços.
Isabela, aflita, segurou a manga dele:
— Leonardo… estou me sentindo um pouco tonta…
Ele parou.
Mas apenas por alguns segundos.
No instante seguinte, saiu apressado, carregando Clara.
— Vou levá-la ao hospital. Chame seu assistente.
Quando Clara acordou, já estava no hospital.
Leonardo, que não havia dormido a noite inteira, só relaxou ao vê-la abrir os olhos.
Os dois se olharam por um longo tempo.
Sem dizer nada.
Ele serviu um copo de água morna, ajustou o cobertor e chamou o médico para um novo exame, anotando tudo com atenção.
Mesmo sendo pressionado várias vezes para ir a uma reunião, ele recusou todas.
Ao ver o secretário esperando do lado de fora, claramente em dificuldade, Clara finalmente falou:
— Vá trabalhar. Eu posso cuidar de mim. Isso… nem deveria ser sua responsabilidade.
A mão de Leonardo parou por um instante.
Sua voz saiu mais baixa:
— Tudo o que eu faço é minha responsabilidade, Clara… esqueceu? Naquela época… você cuidou de mim assim também.
Os olhos dela vacilaram levemente.
Naquela época—
Depois de perder a visão, ele foi praticamente abandonado pela família.
Só ela ficou.
Todos os dias, aprendia braille para ensiná-lo, o acompanhava nas aulas, o levava para tomar sol, preparava comida para ele…
Era como se tivesse roubado a lua para si.
E sua vida cinzenta passou a brilhar como o dia.
Aqueles sete anos…
Foram os momentos mais felizes que ela já teve.
Mas—
A lua nunca pertenceu a ela.
E ela também não podia voltar ao passado.
À tarde, o médico levou Clara para uma sala de exames.
Meia hora depois, a enfermeira a ajudou a voltar ao quarto.
Assim que empurrou a porta—
Viu Leonardo segurando seu celular, com a testa franzida, falando friamente ao telefone.
— Eu já disse. Eu amo a Clara de verdade. Nós nos amamos. Eu não me importo com a origem dela. Vocês também não precisam insistir nisso. Eu vou me casar com ela. E ela não vai me deixar.
Ao ouvir o barulho, ele levantou a cabeça e olhou para ela.
No instante seguinte—
A voz desconfiada de Dona Helena veio do outro lado da linha:
— Como assim “não vai te deixar”? Você não sabe? Clara já aceitou ir para o exterior há alguns dias…
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