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"Juramento de Sangue: A Herdeira do Clan​" Capítulo 2

正文开头

3

Soltei um grito desesperado e tentei correr até meu mestre.

Mas antes que eu conseguisse me levantar, Eduardo entrou pela porta e me derrubou no chão com um tapa violento.

Ele olhou para mim com puro desprezo.

— Agora entendi por que você não queria ir embora. Então o ninho de golpistas fica aqui.

Ele pisou na ferida ainda sangrando do meu mestre e falou entre dentes:

— Fala! Foi esse velho que te ensinou todos esses truques?

— Solta ele!

Cambaleando, rastejei até os pés de Eduardo e agarrei seu tornozelo.

Minha voz tremia.

— Se não fosse pelo meu mestre, você já teria morrido! Solta ele!

Eduardo me encarou enquanto meu corpo tremia.

Então um sorriso estranho apareceu em seus lábios.

— Tudo bem.

Ele tirou o celular do bolso e o jogou no chão diante de mim.

— Grave um vídeo admitindo que você é uma golpista. Se fizer isso, eu solto esse velho.

— Clara… não grave…

Meu mestre me olhava com os olhos vermelhos de sangue, balançando a cabeça sem parar.

Mas antes que pudesse terminar a frase…

Eduardo puxou a faca do corpo dele e a cravou perto da artéria do pescoço.

Num instante, um jato de sangue explodiu para o alto.

Meu corpo inteiro começou a tremer enquanto eu tentava correr até ele, mas Eduardo me segurou com força.

— Então não vai gravar?

Ele riu friamente.

— Vamos ver quanto sangue esse velho ainda consegue perder hoje…

— Eu gravo… eu gravo…

Eduardo assistiu ao vídeo e ficou satisfeito.

Só então concordou em mandar meu mestre para o hospital.

Quando a ambulância chegou ao hospital, uma enfermeira correu até mim e colocou uma pilha de papéis em minhas mãos.

— Moça, o paciente está em estado crítico! Vá pagar os custos imediatamente!

Eu congelei.

Lembrei que todos os meus cartões estavam bloqueados.

— Depressa! Se demorar mais, ele vai morrer de tanto perder sangue!

A enfermeira continuava insistindo.

Com o corpo rígido, virei-me lentamente e olhei para Eduardo atrás de mim.

— Eduardo… minhas contas foram congeladas… você poderia…

Ele envolveu a cintura delicada de Bianca e soltou algumas risadas arrogantes.

— Claro. Mas quando se pede algo, é preciso ter a atitude certa.

Ele ergueu uma sobrancelha e me olhou.

— Durante quase cem anos, o seu clã enganou a família Montenegro. Um simples vídeo não resolve isso.

Ele apontou para o chão.

— Ajoelhe-se. Peça desculpas a mim e aos antepassados da família Montenegro.

Olhei para o corpo do meu mestre, já encharcado de sangue.

Eu não podia perder mais tempo.

Com um baque, caí de joelhos diante dele.

— Desculpa… fui eu quem te enganou…

Bianca interrompeu com uma voz suave e artificial:

— Só pedir desculpa não basta. Tem que bater a cabeça no chão…

Eduardo olhou para mim com impaciência.

— O que está olhando? A Bianca mandou você bater a cabeça, você ficou surda? Cem vezes!

正文1

Sob o olhar cheio de sarcasmo de Eduardo, eu bati minha testa contra o chão.

— Um… dois…

Minha testa se abriu.

O sangue escorria pelo meu rosto e pelo chão.

Eu já não sentia nada.

Quando finalmente cheguei a cem vezes, levantei-me cambaleando e corri até meu mestre.

Olhei para Eduardo e gritei:

— Já chega! Vá pagar!

— Claro…

Ele soltou uma risada leve.

— Vou para casa buscar o dinheiro.

Ele se virou para sair.

Agarrei seu tornozelo e o encarei com os dentes cerrados.

— Você fez isso de propósito! Eduardo, você—

— Ei, ei… essa não é uma atitude adequada para alguém que está pedindo ajuda.

Ele sorriu.

— Quer o dinheiro ou não?

Minha mão perdeu a força.

— Quero… eu quero… por favor, seja rápido…

Eduardo voltou uma hora depois.

Ele jogou o comprovante de pagamento em meus braços.

Corri cambaleando e entreguei o papel para a enfermeira.

Mas ela apenas suspirou.

— Já é tarde demais.

— O paciente… já morreu.

Meu corpo inteiro começou a tremer.

Corri até Eduardo e levantei o punho para acertar seu rosto.

— Monstro! Você fez isso de propósito! Você matou meu mestre! Eu vou te matar!

Eduardo segurou meu pulso com facilidade.

Seus olhos estavam frios e violentos.

— Me matar?

Ele jogou uma pilha de contas aos meus pés.

— Clara Valente, primeiro pague o que deve à família Montenegro antes de falar essas coisas.

Ele apontou para as folhas no chão.

— Durante quase cem anos, a família Montenegro sustentou o seu clã. Já que você admitiu que é uma golpista…

— Não acha que devemos acertar essa conta?

Ele ergueu o celular onde estava o vídeo que eu havia gravado.

— Se você não pagar…

— Esse vídeo vai ser visto pelo mundo inteiro.

Ele sorriu friamente.

— E não será só você. Seu mestre morto… seus irmãos e irmãs do clã…

Meu corpo tremia.

Eu cerrei os dentes.

— Eu pago.

— Depois do seu aniversário… eu pagarei tudo.

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— Depois do meu aniversário?

Eduardo riu com desprezo.

— Quem vai esperar tanto tempo?

— Não quer pagar agora e está tentando ganhar tempo?

— Eduardo… eu não tenho dinheiro. Meu cartão foi congelado…

— Ótimo.

Ele acenou para os homens atrás dele.

— Já que você não admite, então não me culpe.

Os homens me amarraram e me empurraram para dentro de um carro.

No começo eu não entendi o que ele queria.

Mas quando o carro entrou naquela estrada estreita na montanha…

Meu sangue congelou.

Era a direção do túmulo da minha mãe.

No nosso clã, quando alguém era enterrado, sempre era colocado junto ao corpo um pedaço de jade de valor incalculável.

Esse era um segredo que eu havia contado a Eduardo no dia em que marcamos a data do casamento.

Ele me arrastou até o túmulo da minha mãe.

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Então fez um gesto para os seguranças.

— Cavem.

— Eduardo Montenegro, seu animal!

Cambaleando, tentei correr até ele.

Mas antes que eu chegasse perto, a terra que estava sendo cavada caiu sobre mim.

Não muito longe dali, Eduardo ergueu o celular.

— Clara Valente, é melhor você se comportar.

Ele sorriu.

— Se minha mão escorregar… esse vídeo vai direto para a internet.

Enquanto Eduardo e Bianca trocavam carícias repugnantes ao meu lado…

Eu vi os ossos brancos da minha mãe sendo expostos.

E dentro da sepultura…

Aquela peça de jade funerária que, mesmo enterrada por mais de dez anos, ainda brilhava intensamente.

Os olhos de Eduardo brilharam de excitação quando pegou a jade e a colocou no bolso.

Depois disso…

Ele simplesmente jogou todos os ossos da minha mãe para fora da cova.

— Eduardo Montenegro! Você não vai morrer em paz!!!

— Se vou morrer bem ou não, não cabe a você decidir.

Bianca caminhou até mim com elegância.

Ela apertou meu queixo com força.

— Em breve será o trigésimo aniversário do Eduardo.

Ela sorriu friamente.

— Hoje será o momento final para expor completamente a sua fraude.

Uma hora depois, Eduardo me levou para a festa de aniversário.

Na grande tela atrás do palco estava exibido o eletrocardiograma dele.

Todos na capital sabiam da maldição da família Montenegro.

Por isso o salão estava lotado.

Todos queriam ver se aquela maldição de cem anos era real ou não.

Bianca segurou a mão de Eduardo e caminhou até o palco.

Ela apontou para o enorme relógio atrás deles.

— Falta menos de um minuto.

Ela anunciou com orgulho:

— Hoje eu, Bianca Andrade, vou provar que essa maldição é uma mentira!

— Todos podem testemunhar!

O salão inteiro mergulhou em silêncio.

Todos os olhares estavam fixos no relógio e no monitor cardíaco.

Os ponteiros do relógio chegaram às doze.

O eletrocardiograma continuava batendo com força.

Eduardo estava corado e saudável.

A multidão explodiu em aplausos.

Até Helena começou a chorar de alegria.

Mas no momento em que ela subiu ao palco para abraçar o filho…

Eduardo caiu no chão com um baque.

Sem qualquer aviso.

E desmaiou.

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