"[O 12º Beijo]" Capítulo 19: Montanhas
Quando John ficou diante da porta resistente e granada, sua pressão arterial disparou, como se tivesse sido abordado por um touro bêbado. John estava prestes a bater na porta. Eram seis da tarde. Ele precisava voltar para Metilda.
Mas ele recuou a mão um segundo depois, seus nós dos dedos haviam mal tocado a porta. Enquanto esperava Jannet abrir a porta, o momento em que ela confessou seus sentimentos por ele apareceu diante de seus olhos.
"Tenho recebido todos esses sinais de que você pode gostar de mim", sussurrou Jannet com os olhos embaçados. Ela estava bêbada, mas não o suficiente para perder o controle. Ela caminhava sozinha e sabia bem o que estava dizendo.
Era mais uma festa que deu errado. Ela era uma mulher de coração partido que sempre mostrava uma cara forte. Ele era um homem cansado que não tinha para onde ir.
John não disse nada. Sinceramente, não sabia o que dizer. Eles caminharam pela calçada fria por alguns minutos.
Jannet parou de andar.
John virou-se.
Olhos azuis piscavam com lágrimas ao encará-lo. John estendeu rigidamente seu paletó. "Está com frio?"
"Um casaco não vai ajudar com isso", ela fungou.
Era estranho vê-la assim, ver a mulher que dava ordens aos mais jovens, que não piscava antes de sacar sua arma, que permanecia firme diante do perigo... vê-la chorando. Era realmente estranho.
"O que há de errado?", perguntou ele.
"Não consigo explicar", respondeu ela.
Ela usava um vestido dourado com lantejoulas. Jannet era uma mulher deslumbrante, mas John nunca achou nenhuma mulher bonita depois de Metilda. Não porque Metilda fosse a mulher mais bonita do mundo, mas sim porque ela estava tão próxima de sua alma. Ela era parte dele, uma parte que nenhum ser humano poderia substituir.
Ele a encarou. As luzes da cidade piscavam. Carros passavam voando. O vento sibilava entre os espaços vazios.
"Você entende?", sussurrou ela. Lágrimas congeladas nas bochechas. Seus olhos azul-gelo o mantiveram cativo.
"Entender o quê?", John permaneceu imóvel, um covarde que se recusava a seguir os sinais de alerta.
A cidade estava viva e ao mesmo tempo morta. Havia luzes, mas não havia humanos. Apenas duas almas perdidas vagando por um caminho enferrujado. Mas a cidade pulsava, no som dos pneus batendo na brita, no som distante de adolescentes bêbados murmurando palavrões. Estava palpitante. Houston estava observando. Estava os observando cometerem erros.
"Você entende o que estou passando?"
Ele piscou uma vez, duas vezes. "Não".
"Eu não quero ser a destruidora de lares. Não sou desse tipo."
"Você não pode destruir o que já está quebrado".
Algo se acendeu em seus olhos serenos. John deveria ter apagado o fogo naquele momento, mas seu coração solitário não estava ouvindo. Ele precisava de alguém e isso estava errado. Qual é o uso da moralidade que não pode ser usada? Qual é o uso de valores nobres quando não são aplicados?
Ela deu passos hesitantes em sua direção. Deslumbrante como era, cada passo parecia ter sido atingido por um raio.
Ela segurou seu queixo e o beijou.
E ele a beijou de volta, mas enquanto o fazia, viu um par de olhos cor de mel desaparecendo de sua visão.
"Metilda".
John baixou o olhar para o tapete de boas-vindas.
Era isso. Era adeus.
Jannet abriu a porta um minuto depois. Seu coração estava pesado. A culpa já havia começado a consumi-lo vivo. Ela sorriu para ele, usando outro vestido dourado. Ela girou em seu lugar. Sua felicidade, que ele estava prestes a destruir em um minuto, fazia seu rosto brilhar.
Sua cabeça latejou. Um peso tão pesado repousava em seus ombros que eles doíam. Então, é assim que o inferno se sente?
"... você veio na hora certa. A festa de Ano Novo começará em meia hora, então temos bastante tempo para nos preparar. Ah, este ano vai ser ótimo."
"Jannet." John suspirou. Ele tinha que fazer isso. Isso não poderia continuar por mais tempo. Independentemente de Metilda, ele não podia iludir Jannet assim.
"Ah, por que você não está vestido?" Ela colocou as mãos no peito dele, o dedo correndo ao longo da gola de sua camisa. "Não é que você não pareça elegante, mas John, esta é a maior festa do ano. Pelo menos faça um esforço."
"Jannet!" Ele falou um pouco mais alto. Foi alto o suficiente para fazer Jannet recuar de surpresa. Seus olhos azuis arregalados.
"O que há de errado?"
"Eu não posso mais continuar com nós dois."
Ela o olhou. Era como se estivesse olhando para ele pela primeira vez. Sua mente entendeu os sinais muito antes de seu coração começar a aceitá-los.
Ele não era mais o homem despedaçado. Lá estava ele, alto e forte. Ele estava sendo sincero pela primeira vez, consigo mesmo e com ela.
"Desde o nosso primeiro beijo, nunca fui eu quem te beijou. Foi a solidão dentro de mim. Ao longo desse relacionamento todo, nunca estive presente. Era um homem que eu não conheço. Um homem que tinha se escondido de seus demônios. Eu estava sendo um covarde. Jannet, me desculpe. Me desculpe pela bagunça que eu fiz. Me desculpe por te machucar,"
Ela sorriu e suspirou. "Ela voltou, não é?"
"O quê?"
"Ela voltou para o seu coração. Sua esposa."
"Para ser honesto, ela nunca foi embora."
Jannet mordeu o lábio inferior. Ela não choraria, ela sabia. "Boa sorte então. Eu me diverti com você."
John ficou um pouco surpreso. "É só isso. Você não vai me bater ou algo assim."
"Você quer que eu faça isso?" Ela riu, mechas encaracoladas de cabelo balançando em seus ombros. "Não sou uma criança, John. Eu vi os sinais de longe. Eu tenho 27 anos e namorei muitos caras para saber quando eles estão interessados."
"Então por quê? Se você sabia. Por que se machucar?"
Ela sorriu, novamente em vão. "Apenas vá."
Ele abriu a boca.
"John. Por favor."
"Cuide-se."
Ela não respondeu.
John entrou em uma casa vazia, de um único andar. Ele desabou no chão perto da entrada. Metilda não tinha o ouvido afinal. Ele não deveria ter esperado que ela fizesse isso.
Ele realmente precisava de alguns drinks a mais. Álcool não era uma boa solução.
Ele sabia qual era o seu problema. Mesmo que Jannet não tivesse mostrado, ele a tinha machucado. Ele também tinha machucado Metilda. Ele bateu a mão na porta. Um estalido alto ressoou pela casa.
John não achava que esse fardo algum dia iria sair de seus ombros. De alguma forma, ele tinha que encontrar uma maneira de conviver com isso.
Metilda e Louis entraram. Louis estava com um pirulito de cereja enquanto Metilda tinha uma expressão sem emoção. Ela parecia exausta. Por outro lado, Louis parecia uma bola de energia.
"Mamãe, mamãe. Eu quero comer sorvete e refrigerante."
"Não. Vamos, hora de dormir. Amanhã é um dia grande."
Era o dia do décimo segundo beijo.
"Por que amanhã é um 'dia grande'? Tudo vai ser grande no dia grande? Tipo grandes panquecas de rato?"
"Louis." Metilda sorriu levemente. "Eu vou te cobrir..."
"Eu quero dormir entre mamãe e papai." Olhos verdes adoráveis olharam para ela.
Metilda não sabia o que dizer.
Havia um som vindo da garagem. Louis ficou animado com o barulho. "Papai está em casa! Mamãe, papai está em casa!" Ele correu e pulou pela metade do corredor até a porta dos fundos.
"Papai! Papai!"
Metilda andou atrás dele, cansada. "Espere eu chegar em casa", ele tinha dito. Ele nem esperou pela resposta dela. Ela não era mais a mesma Metilda. Ele não podia esperar isso dela. Essa Metilda não estava nem aí para suas velhas tradições.
Ela o amava, sim. Ela também amava seu filho.
Quando ela chegou à garagem, encontrou Louis pulando para cima e para baixo, tentando chamar a atenção de John, que estava socando um saco de pancadas livre. O suor escorria pelo peito nu dele e se infiltrava na cintura do shorts. Ele estava sem fôlego, mas com os olhos completamente focados.
Metilda podia sentir a raiva subindo pela pele. John deveria estar descansando. Seus braços ainda estavam se curando. Forçá-los só causaria danos musculares.
Louis se aproximou mais de seu pai, decidido a chamar sua atenção. Os sentidos de Metilda se aguçaram. Não, não. O saco de pancadas estava oscilando para frente e para trás. John não estava totalmente no controle.
O saco de pancadas estava a centímetros do rosto de Louis e...
"LOUIS!" Metilda gritou com todas as suas forças.
Mas ela não precisava gritar. John havia voltado a si um segundo antes. Ele pegou Louis e o levantou nos braços.
"Calma aí, amigão." Ele sorriu indulgentemente para Louis. "Foi por pouco."
"Papai." Louis abraçou John. Completamente alheio ao acidente que quase aconteceu minutos atrás. "Louis quer dormir com mamãe e papai hoje. James diz que ele dorme com a mamãe e o papai todos os dias."
John lançou um olhar para o rosto de Metilda. Toda a cor havia deixado o rosto dela. Ela parecia mais pálida que um fantasma. "Está bem." John beijou a testa dele. "Primeiro, diga para o papai onde vocês estavam? Estava com saudades de vocês."
Louis deu de ombros. "Mamãe foi ao médico. Louis gosta dele porque ele deu um pirulito para Louis."
"Você não deveria gostar das pessoas tão facilmente." O olhar de John estava voltado para Metilda. "Então há algum problema? Você está bem?"
"Ele é meu amigo." E você não precisa se preocupar comigo, Metilda queria acrescentar, mas o sorriso de Louis fez todas as palavras se dissolverem em sua boca.
"Oh, isso é legal."
Na realidade, John queria dizer tudo, menos legal. Havia um cara novo na vida de Metilda? Ele e o advogado poderiam ter concorrência.
John ficou acordado na cama. Louis roncava suavemente ao lado dele, enquanto as respirações lentas de Metilda os acompanhavam. Sua mente divagava sobre Jannet e Metilda. Como diabos ele ia pedir o perdão de Metilda? Ela o perdoaria? Ela o deixaria voltar para sua vida depois de toda destruição que ele causou?
John virou-se e olhou para as costas de Metilda. Ele achou que ela estava dormindo, até que o celular dela vibrou. Ele podia ver a luz da tela criar um contorno vago da cabeça dela. Com quem ela estava mandando mensagem? E a essa hora?
Foi uma hora depois que Metilda finalmente fechou o celular que John adormece.
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